Publicado por Paulo em 20/06/2011

Cover of Blade Runner (The Director's Cut)
Blade Runner foi um clássico cult dos anos 80. Publico abaixo o primeiro trecho, mas recomendo a leitura do artigo completo no blog do autor.
TEARS IN RAIN: RESENHA E INTERPRETAÇÃO DO ENSAIO “BLADE RUNNERS SOMOS TODOS NÓS” DE ADÉLIA BEZERRA DE MENESES
Por Alessandro Jean Loro e Bruna Cristina Lampert
Considerado por muitos o melhor filme de ficção cientifica já feito, “
Blade Runner” (aqui no Brasil lançado com o subtítulo de “O caçador de andróides”) alcançou tal êxito devido, principalmente, a seus efeitos especiais, que, diga-se de passagem, eram bem “avançados” naqueles idos de 1982. A maior parte dos expectadores da época não prestou atenção ao roteiro do filme, extremamente elaborado e recheado de pensamentos filosóficos, éticos e religiosos. Foi só depois, durante o início dos anos 90, que o filme alcançou o título de “cult”, sendo um dos primeiros a ser reeditado em formato DVD.
Evidentemente, o roteirista Hampton Fancher não criou a história (o que esperar de um escritor de Hollywood?), mas uma adaptação do livro “
Do Androids Dream Of Electric Sheep?” (algo como “Os andróides sonham com ovelhas elétricas?”, infelizmente lançado no Brasil sob o título de “O caçador de Andróides”, para pegar carona com o filme… o resultado não foi o esperado, visto o livro ser diferente do filme) de Philip K. Dick, a quem devemos ainda contos e livros que originaram adaptações como “
Minority Report”, “O Vingador do Futuro”, “Assassinos Cibernéticos”, “O Pagamento” e “O Homem Duplo”. Assim sendo, temos a boa e velha Literatura em debate.
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Publicado por Paulo em 20/06/2011
Artigo original em inglês disponível em http://blogs.computerworld.com/18466/day_11_weighing_libreoffice_as_a_microsoft_office_alternative
Tradução de Paulo de Souza Lima
11º dia: Avaliando o LibreOffice como alternativa ao Microsoft Office
Por Tony Bradley, PCWorld
Bem vindo de volta. Para o post de hoje da série “30 Dias com o Linux Ubuntu”, vou dar uma olhada no LibreOffice — o pacote de produtividade de código aberto que vem instalado por padrão no Linux Ubuntu. Eu examinei como ele funciona, comparado ao Microsoft Office, e com minha experiência no último mês “Usando o Google Docs por 30 Dias”.
Antes de começarmos, no entanto, há algumas coisas que eu gostaria de esclarecer. Primeiro — Eu passei mais ou menos uma década usando o Microsoft Office, e trinta dias usando o Google Docs. Meu exame do LibreOffice é só uma faceta da minha experiência mais ampla com o Linux Ubuntu, portanto, não terá o mesmo nível de detalhes. Ou seja, o fato de que eu esteja escrvendo sobre o LibreOffice hoje não implica em que eu tenha começado a utilizá-lo hoje, ou que hoje seja a soma total da minha experiência com o LibreOffice.
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