Membros da Hispalinux, uma organização espanhola que reúne cerca de 8 mil usuários de Linux e GNU, entraram com uma ação na justiça na Comissão Europeia (EC), reclamando que a Microsoft está impedindo os usuários de mudarem para o Linux ou outro sistema operacional com a tecnologia UEFI Secure Boot no Windows 8.
Em resposta, a gigante de software norte-americana argumentou que o UEFI Secure Boot é simplesmente uma tecnologia de segurança, mas prometeu cooperar com qualquer investigação.
No início do mês, a Microsoft foi obrigada a pagar €561 milhões (R$1.469,82 milhões) por não cumprir com um acordo de 2009 que exigia que fosse dada liberdade de escolha de navegadores no Windows 7.
Já não passamos por aqui antes?
A Hispalinux é uma organização sem fins lucrativos fundada em 1997. Da acordo com a Reuters, na Terça-feira o líder do grupo Jose Maria Lancho apresentou uma reclamação de 14 páginas no escritório espanhol da EC, na qual ele chama o UEFI Secure Boot do Windows 8 de “mecanismo de obstrução”, desenhado para impedir os usuários de mudar para um sistema operacional alternativo. Leia o resto deste post »
O sistema de patentes deveria ser abolido, porque sufoca a inovação, e a vantagem de chegar primeiro ao mercado com uma nova tecnologia já é suficiente para garantir ao inventor o retorno de seu investimento.
A afirmação está no artigo de autoria de dois economistas do FED, o banco central dos Estados Unidos, publicado na edição de inverno de 2013 do periódico Journal of Economic Perspectives.
De acordo com Michele Boldrin e David Levine, que também são autores do livro Against Intellectual Monopoly (Contra o Monopólio Intelectual), publicado em 2008 e que põe em questão o valor social não só das patentes, mas também dos direitos de propriedade intelectual como ocopyright de músicas e filmes, “não existe evidência empírica de que as patentes sirvam para aumentar a inovação ou a produtividade, a menos que se identifique produtividade com o número de patentes concedidas”.
Eles afirmam que não há correlação entre o número de patentes e a produtividade real da economia.
Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2012 deste blog.
Aqui está um resumo:
About 55,000 tourists visit Liechtenstein every year. This blog was viewed about 310.000 times in 2012. If it were Liechtenstein, it would take about 6 years for that many people to see it. Your blog had more visits than a small country in Europe!
O NAVi é um ambiente virtual de aprendizagem web desenvolvido pelo grupo de pesquisa NAVi da Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Seu objetivo é apoiar a condução das atividades de ensino e facilitar o processo de aprendizagem tanto do ensino presencial como à distância, disponibilizando ferramentas de interação, tarefas e compartilhamento de conteúdos.
A concepção de sua estrutura busca permitir a interação de todos os usuários (alunos e professores), independentemente de seus vínculos no ambiente. Para isso, o software permite a representação de estruturas de níveis hierárquicos (curso – disciplina – turma, por exemplo) no ambiente virtual, permitindo que usuários de diferentes instâncias interajam.
Com essa estrutura de níveis, o desenvolvimento do NAVi teve como objetivo resolver o problema de limitação das possibilidades de interação dos Ambientes Virtuais de Aprendizagem orientados a uma única instância (curso, por exemplo), onde os usuários apenas interagem com outros usuários daquela mesma instância.
Além de ferramentas de interação (Fórum, Chat, Correio, Recados, Relatos), o NAVi também conta com ferramentas de disponibilização de conteúdos (Agenda de Aulas, Vídeos, Acervo) e de tarefas (Prova, Enquete, Porfólio).
Inicialmente desenvolvido para atender as necessidades de alunos e professores da Escola de Administração da UFRGS, o NAVi rapidamente passou despertar o interesse de usuários de outras unidades acadêmicas da Universidade, assim como de outras instituições públicas e privadas.
Acesse a comunidade NAVi em: http://www.softwarepublico.gov.br/ver-comunidade?community_id=60993607
Principais funcionalidades:
Permite a representação de estruturas hierárquicas no ambiente virtual;
Permite a interação dos usuários em qualquer nível da estrutura hierarquica;
Possui ferramentas de comunicação, disponibilização de conteúdos e de tarefas;
Fornece indicadores de acesso, interação e entrega de tarefas;
Julian Assange, em entrevista ao Russia Today, explica como a CIA e o governo dos EUA monitoram e gravam cada passo, de cada internauta no mundo. Não acredita? Ouça a entrevista (Em Inglês) ou leia a tradução transcrita (via Google Translate).
Vivo dizendo que não existem teorias conspiratórias. Você é que ainda não acordou pra realidade.
Sou o prefeito eleito de Bom Despacho-MG. Tenho interesse em instalar vários softwares livres aqui na prefeitura (e-ISS, Redeca, i-EDUCAR, SPED, ouvidoria e outros).
Os interessados em prestar serviços de instalação, configuração, suporte, treinamento, favor enviar mensagem parafernandojosecabral@gmail.com
Interessados em vender pacotes proprietários não devem fazer contacto.
Estou terminando minha pós-graduação em Docência no Ensino Superior na FAE de Curitiba. Nosso Trabalho de Conclusão de Curso é uma pesquisa sobre conhecimentos de professores e alunos a respeito de padrões e recursos tecnológicos que podem ser aplicados à educação.
Se você é estudante universitário (graduação e pós-graduação), ou professor (principalmente de áreas NÃO relacionadas à tecnologia de informação), e puder nos ajudar respondendo a um pequeno questionário que tomará cerca e 5 minutos do seu tempo, ficaremos muito agradecidos, e sua colaboração será muito importante para o nosso trabalho.
Assim que estiver pronto, o trabalho será disponibilizado para download neste blog e poderá ser útil para definir programas de treinamento e capacitação tecnológica para docentes.
Uma solução simples e eficiente para fazer um inventário de software na sua máquina para reinstalação após uma formatação ou “upgrade” do sistema. O comando de “backup” não faz um backup real, mas gera um arquivo com a lista de pacotes instalados. Após uma eventualidade em que seja necessária a restauração dos pacotes, o comando de “restore” vai baixá-los e instalá-los novamente.
Apenas um detalhe: Se você utiliza repositórios de terceiros, vai precisar fazer um backup do arquivo “/etc/apt/sources.lst“, também. Quando reinstalar o sistema, copie as linhas desses repositórios de terceiros para o novo ”/etc/apt/sources.lst” e, somente depois, rode o comando de “restore”.
Acabou de ser lançado o Corretor Ortográfico e Gramatical do OpenOffice – CoGrOO. Ele funciona no Apache OpenOffice e no LibreOffice, em qualquer plataforma (Linux, Windows, Mac, etc.).
O CoGrOO é o melhor software da sua categoria e foi desenvolvido por Wiliam Colen. Ele é livre, possui o código aberto, e está disponível para download gratuito em http://cogroo.org/download/current.html
Uma pessoa chamada Raul, usuário de Debian, publicou na discussão acima uma maneira simples, mas eficiente, de ter acesso à sua conta no Box via navegador de arquivos (no caso dele, o Nautilus). Eu testei no Ubuntu 11.10 e funcionou perfeitamente. Segue o passo a passo:
Enquanto o Apache OpenOffice não fica disponível nos repositórios oficiais das distribuições Linux, alguns voluntários estão contornando o problema das instalações em modo gráfico e das atualizações automáticas através de repositórios não oficiais.
Os pacotes disponibilizados no repositório são exatamente os mesmos disponíveis no portal oficial do AOO. No entanto você pode incluir esse repositório no seu /etc/sources.list (ou na lista de repositórios da Central de Programas, ou do Gerenciador de Pacotes Synaptic, do Ubuntu).
Infelizmente, questões legais e software não costumam andar próximas quando se fala em desenvolvimento ou em desenvolvedores. Em outras palavras, os desenvolvedores na maioria das vezes (e outras pessoas dentro do processo de desenvolvimento) não costumam prestar atenção nos detalhes sobre licenciamento dos diversos softwares que compõe o ambiente produtivo, ou ainda do próprio software que está sendo desenvolvido, no caso de fábricas de software.
Acabo de receber um e-mail de Rob Wier na lista de desenvolvedores do Apache OpenOffice:
O Comitê de Gerenciamento do Projeto Incubado Apache OpenOffice tem o prazer de anunciar a liberação do Apache OpenOffice 3.4, disponível nas plataformas Windows, MacOS e Linux.
O Apache OpenOffice (AOO) é o resultado da doação, pela Oracle Inc., do código fonte e da licença de marca do OpenOffice.org para a Apache Software Foundation. Após quase um ano de muito trabalho duro, juntando os pedaços esparsos de código e reestruturando-os em um novo produto, a Fundação Apache está na reta final para entregar mais um ótimo aplicativo de escritórios em código aberto, a versão 3.4.0 do AOO.
As diferenças são várias, entre o AOO e o LibreOffice, e vão desde a metodologia para desenvolver e testar o software, passando pelas licenças de uso do software (GPL para o LibreOffice e Licença Apache para o AOO), até uma série de funcionalidades e a aparência.
De maneira geral, a cara do AOO 3.4.0 é a mesma do antigo OpenOffice.org. Mas, mesmo em um estado considerado instável pelos desenvolvedores, o AOO pré RC parece bastante estável para uso doméstico. A compatibilidade com grande parte das extensões usadas no OpenOffice.org, e agora no LibreOffice parece total. Pelo menos para as extensões que mais interessam para o público brasileiro: o Corretor ortográfico Vero, o Corretor gramatical CoGrOo e algumas extensões para exportação de arquivos em PDF, para o Google Docs, Mediawiki, etc.
A primeira diferença que se nota é o “splash”, agora com a logo da Apache Software Foundation. O nível de tradução da interface também está bastante razoável, o que significa que boa parte foi aproveitada do antigo OpenOffice.org. Algumas mensagens de erro, e algumas janelas de diálogo podem ter alguns problemas de tradução, mas nada que impeça ou atrapalhe o uso.
Uma diferença que notei é no menu de configuração. No Libreoffice, para ativar a função “Gravar macros”, é preciso ativar a opção “Ativar recursos instáveis”. No AOO não existe a opção “Ativar recursos instáveis” e a gravação de macros vem habilitada por padrão.
Outra grande diferença do AOO para o LibreOffice são as atualizações automáticas. O AOO já possui uma funcionalidade que procura por atualizações e as instala automaticamente.
Não fiz ainda uma avaliação profunda do novo software da Apache, mas minha primeira impressão foi muito boa
Para quem desejar baixar e instalar o AOO 3.4.0 pré RC, ele está disponível para download em:
No meu Ubuntu 11.10, o AOO foi instalado sem problemas a partir dos pacotes disponíveis no link acima. A única ressalva é que os dois pacotes para a integração com o desktop, na pasta desktop-integration deram conflito com com os pacotes já instalados do LibreOffice. Isso foi contornado utilizando-se o comando sudo dpkg -i –force-all *.deb, apenas nos arquivos desta pasta.
A Comunidade Escritório Livre está tentando juntar esforços para ajudar na localização e documentação do AOO. Se você estiver interessado em ajudar, cadastre-se na lista geral da comunidade em http://listas.escritoriolivre.org/listinfo.cgi/geral-escritoriolivre.org. Pois, como ainda não há uma lista específica para as discussões da comunidade brasileira no ambiente do AOO (em breve, imagino, isso será solucionado), estamos nos virando como dá =).
Software Anti-Vírus para Android: Está Faltando Confiabilidade
Publicado em 07-03-2012 14:30
Por causa dessa epidemia de amostras de malware emergindo, e perturbando a tranquilidade dos usuários de sistemas operacionais e principalmente de dispositivos móveis, foi realizado um teste de segurança, para saber qual o nível de eficácia das soluções anti-vírus disponíveis no mercado. Com apenas sete produtos alcançando uma taxa de detecção de 95% ou um pouco mais, e 24 produtos apresentando taxas de detecção inferiores a 65%, os testes realizados pela AV-Test mostraram que o software antivírus para o Android ainda precisa percorrer um longo caminho, para atingir a confiabilidade que existe em software anti-vírus para ambientes desktop.
De forma paralela, a explosão dos aplicativos anti-vírus está equiparada com a quantidade de malware parasmartphones Android. Esse cenário de ameaças e pragas virtuais, inclui trojans bancários online (cada vez mais perigosos), discadores de tarifa majorada e spyware. Nesse contexto, a AV-Test avaliou as taxas de detecção de 41 aplicativos anti-vírus para smartphones Android, utilizando um total de 618 amostras demalware.
Compondo este programa de testes com software anti-vírus, estavam as empresas Avast, Dr. Web, F-Secure, Ikarus e Kaspersky. Assim, foi detectado mais de 95% das amostras de malware, com os especialistas Lookout e Zoner ficando abaixo desse percentual. Outros dez produtos, detectaram pouco mais de 65% da amostra. Mas fornecedores como BullGuard, Commodo, G Data e McAfee, (renomados no mercado de desktops), estiveram entre os produtos que detectaram menos de dois terços das amostras de malware que foramtestadas. Os testers foram incapazes de identificar qualquer funcionalidade de detecção em um total de seis produtos, incluindo Android Anti-Virus e Android Defender.
Cada software anti-vírus testado, tem a habilidade de detectar a presença de malware principalmente através do uso de assinaturas. Os usuários não devem esperar algoritmos de detecção mais sofisticados, a partir de análise heurística e detecção de comportamento. Isso causaria uma limitação, na proteção contra os tipos demalware já conhecidos.
Em sua quarta edição, o Fórum será realizado de 23 a 24 de julho na cidade de Curitiba, PR. O evento será composto por palestras, minicursos, oficinas, encontro de empreendedores, workshops, painéis, salão de exposições proferidos por convidados de grande renome na área tecnológica.
Secure Shell or SSH é um protocolo de rede que permite a troca de dados utilizando um canal seguro entre dois dispositivos de rede. As diuas principais versões desse protocolo são conhecidas por SSH1 ou SSH-1 e SSH2 ou SSH-2. Utilizados principalmente em sistemas baseados em Linux e Unix para acessar contas de usuário em modo texto, o SSH foi desenvolvido como um substituto para o Telnet e outros tipos de acessos remotos menos seguros, que enviam informações, por exemplo senhas, em texto puro, expondo-as para pacotes de análise de pacotes. A criptografia utilizada pelo SSH tem a intenção de oferecer confidencialidade e integridade de dados através de redes inseguras, como a Internet.
O FLISOL – Festival Latino-americano de Instalação de Software Livre é um evento cujo propósito é promover o uso de software livre e a integração de comunidades de usuários de software livre em todos os países da América Latina. O evento acontece desde 2005 e seu e principal objetivo é promover o uso de software livre, apresentando sua filosofia, seu alcance, avanços e desenvolvimento ao público em geral.
Para executá-lo, serão realizados, simultaneamente, eventos em cidades diferentes em que especialistas irão instalar, de maneira gratuita e totalmente legal, software livre nos computadores das pessoas interessadas que comparecerem.
O evento, também conhecido como “Install Fest”, consiste em um grande encontro de pessoas com conhecimento em software livre e outras que querem conhecer mais sobre o assunto. Os visitantes deverão levar seus computadores ou notebooks para que voluntários ajudem a instalar o sistema operacional. Durante o período das instalações, são promovidas palestras de introdução (algumas filosóficas, outras técnicas), palestras sobre softwares específicos, palestras de grupos de usuários existentes, etc.
Dentre os softwares que serão instalados, estão distribuições de GNU/Linux e BSD, assim como programas livres para outras plataformas, como Microsoft Windows e MacOS.
Trabalho numa empresa onde o setor de TI tem algum tipo de paranóia com acessos externos. Com isso, as únicas portas liberadas para acesso externo pelos funcionários são a 80 (http) e a 443 (https).
Hoje precisei acessar o servidor da comunidade para manutenção e não conseguia porque o ssh estava bloqueado. Pesquisei, então, algumas alternativas e encontrei uma que caiu como uma luva. Talvez sirva para outros, por isso, segue o passo a passo para quem tem uma estação Debian/Ubuntu e um usuário de proxy http/https válido.
Instale os pacotes vidalia e tor, disponíveis nos repositórios.
Configure o vidalia para autenticar no proxy http.
Instale o pacote proxychains, também disponível nos repositórios.
Pronto! Basta digitar o comando proxychains ssh usuario@servidor.externo que o aplicativo forçará o ssh a passar pelo proxy tor, antes de passar pelo proxy padrão da rede. A conexão fica um pouco lenta, mas já é o suficiente para resolver pequenas emergências.
Dias atrás, uma pessoa postou um comentário em um dos meus posts, dizendo que “Nunca terá aplicativos tão bons quanto o Windows. Linux fede”.
Exercendo o meu direito de filtrar o que publico ou deixo de publicar no meu blog, mandei o comentário direto pro lixo, onde era o lugar dele. Mas a gente costuma se arrepender…
Eu deveria ter publicado o comentário e esperado alguns dias, porque uma resposta à altura e muito elegante chegaria… como eu não sabia, me dei mal. Mas respondo aqui ao ilustre comentário do sem noção que o postou:
Infelizmente acho que ele não vai entender, porque provavelmente, não entende o idioma inglês… Talvez consiga alguém pra traduzir pra ele…
LegalTech: Como fica sua privacidade com o novo atrevimento do Google
Por José Antonio Milagre
Data de Publicação: 03 de Fevereiro de 2012
O que realmente pode acontecer a partir de 1 de março de 2012 com a vigência da “camisa de força digital”?
Todos estão recebendo e-mails, popups e alertas do Google sobre sua nova “Política de Privacidade”. A partir de 1 março, usuários que continuam usando os serviços tacitamente declaram concordância com as novas regras impostas pelo provedor de serviços. Longe das declarações superficiais, apaziguadoras e que nunca dizem toda a verdade, por parte dos representantes do Google, é hora do cidadão saber realmente como ficará sua privacidade.
Se você acha que esta informação é dispensável, talvez não tenha percebido o valor deste direito, o direito de proteção dos dados pessoais, o direito de estar só, de não ser rastreado ou ter padrões, comportamentos privados e hábitos logados a cada passo que se dá no mundo virtual.
O Projeto OSOE – “One Student One ERP” – em conjunto com a comunidade ERP5 BR do Portal do Software Público Brasileiro, realizou nos meses de Novembro e Dezembro deste ano, cursos gratuitos do ERP5 BR em Instituto Federal e Universidades Brasileiros. Os cursos começaram na FAPAN/UNEMAT (Cácares/MT) nos dias 12 e 13 de Novembro e, em seguida, na UFPR (Curitiba/PR) nos dias 24 e 25 de Novembro, UCS (Caxias do Sul/RS) nos dias 28 e 29 de Novembro e IFCE (Iguatu/CE) nos dias 6 e 7 de Dezembro.
Este post tem prazo de validade porque os links inseridos nele levam a produtos que podem desaparecer do site de uma hora pra outra. Se você encontrar os links quebrados, por favor me avise que coloco novos links.
Algumas pessoas já entraram em contato comigo, através dos comentários, em busca de ajuda sobre como resolver problemas de comunicação de redes 3G em locais afastados dos centros urbanos, ou próximos, mas com obstáculos entre seus modems e a antena mais próxima da operadora. Pois bem, hoje vou colocar aqui uma possível solução para problemas como esse, gastando relativamente pouco e melhor do que continuar implorando para sua operadora oferecer o sinal na sua propriedade.
Já comentei neste blog sobre o portal chinês de compras Dealextreme. Tem coisas incríveis que dá pra fazer com os badulaques que eles vendem lá. Vamos dar um exemplo prático:
Suponha que você esteja num sítio, localizado em um local relativamente próximo a um centro urbano, onde exista uma ERB da sua operadora e, em determinados locais da propriedade você consiga um bom sinal e velocidades razoáveis mas, onde realmente é necessário (na casa), o sinal é fraco ou inexistente.
Imagine, também, que você não tenha uma fonte de energia disponível no local onde o sinal é bom, mas tenha uma “visada” do local para onde quer levar o sinal. Como no desenho abaixo:
O grupo de usuários de Software Livre do IFPE nasceu no campus Belo Jardim, buscando aprofundar os conhecimentos dentro das áreas de informática, tendo em vista que a instituição possui em sua matriz curricular, do curso técnico em tecnologia da informação, disciplinas desenvolvidas exclusivamente com o uso de Software Livre. Esse grupo expandiu-se para para outras regiões de Pernambuco, como Sertão e Zona da Mata, onde seus membros difundem e promovem o uso das tecnologias abarcadas pelo Software Livre, estimulando a utilização do GNU/Linux e dos padrões abertos.
O evento tem como propósito expandir a cultura da informática e, particularmente, a filosofia dos sistemas operacionais padrão POSIX em geral e, especialmente, fomentar, desenvolver, apoiar e disseminar o uso do sistema operacional GNU/Linux em todas suas distribuições, plataformas e opções de configuração. Pretendemos promover um debate da comunidade nordestina, em especial do Agreste Pernambucano, acerca das temáticas que envolvem Software Livre, de maneira que possa ser ampliada a sua difusão tecnológica, conquistando desta forma mais adeptos à filosofia de compartilhamento do conhecimento.
Desde que me entendo por usuário de software livre e colaborador em comunidades de software livre, as comunidades sempre eram “devotas” de um determinado software. Assim temos a comunidade do Ubuntu, do Fedora, do Mint, do Debian, do OpenOffice, do LibreOffice, do Caligra, enfim, muitos softwares e muitas comunidades, cada uma delas defendendo o seu ponto de vista.
Outra nuance interessante é que quando se faz parte de uma comunidade de “software livre” dedicada a um único software, o enfoque é frequentemente desenvolvimentista, ou seja, a maior parte das decisões são tomadas por desenvolvedores, assim como a maior parte dos créditos. É óbvio que desenvolvedores desenvolveram a ferramenta e possuem o mérito disso. Mas quem usa o software e quem o divulga é quem faz com que ele tenha sucesso. O sucesso do software é um conjunto complexo de bom código e iniciativas de uso e divulgação de pessoas que em sua maioria, não são desenvolvedores. resumindo: a maioria ajuda a desenvolver a marca, mas não recebe os créditos por essas iniciativas, já que elas são muito difíceis de contabilizar em sistemas informatizados. Como se mede a participação de um membro em um congresso ou palestra? Como se dá o crédito por dicas e truques que um membro publica em seu blog, ou por documentação não oficial? A resposta é simples: não se dá. Até agora…
Este texto foi publicado originalmente na Revista A Rede, ano 7, n.74, Outubro 2011
Sérgio Amadeu da Silveira
Em 2007, o presidente da Microsoft do Brasil procurou o embaixador norte-americano em Brasília para acusar o governo brasileiro de fazer uma campanha mundial pela consolidação de um padrão aberto, o chamado Open Documento Format (ODF) . O relato do encontro faz parte dos documentos encontrados no CableGate, os vazamentos de mensagens trocadas entre o governo norte-americano e suas embaixadas, divulgados pelo Wikileaks.
O mundo está mudando e cada um de nós tem a responsabilidade de agir, dentro das nossas possibilidades, para garantir que essas mudanças sejam boas para todos, não apenas para alguns. A Internet aumentou muito o poder que cada um de nós possui para fazer com que a voz da maioria seja ouvida pela minoria que nos governa e que dita as regras do sistema. Essa é uma batalha de alcance mundial. Lutas semelhantes são travadas nos EUA, Europa e Ásia.
Portanto, leia atentamente o texto abaixo e contribua participando das movimentações públicas na Internet, como o Mega Não.
Reproduzo abaixo um texto do Jomar Silva, publicado no Blog 300.
O que é neutralidade da rede e porque você precisa se preocupar com isso.
Participei na semana passada do I Fórum da Internet do Brasil, e me surpreendi ao ver um representante do SindiTelebrasil ler em uma das salas de debate (Trilha 5, onde Neutralidade era um dos temas), um comunicado do Sindicato defendendo a flexibilização na definição de Neutralidade da rede no Brasil. O conteúdo do texto (ou parte dele) pode ser encontrado no site da instituição aqui.
Basicamente o que eles pedem é que o conceito de neutralidade a ser adotado no Brasil (por regulamentação da ANATEL, brecha já introduzida por eles no projeto de lei do Marco Civil), seja expandido para que permita “…às prestadoras ofertar serviços customizados que atendam a perfis de consumo específicos e adotar medidas para gestão e diferenciação de tráfego, inclusive aquelas que envolvam diferenciação de custos, preços e priorização por tipo de trafego.”
Pode parecer algo simples, mas impacta e muito a vida e o bolso de todos os internautas brasileiros, e vou explicar o motivo.
Para quem não conhece, mas gostaria de dar uma olhada em como seria trabalhar com o Linux Ubuntu 11.10, pode-se ter uma pequena amostra (muito pequena mesmo). A página http://www.ubuntu.com/tour/ oferece uma visão interativa da aparência e da funcionalidade de um desktop Ubuntu. Não se trata do sistema operacional e do ambiente gráfico real. Trata-se, apenas, de uma página que exibe o design e algumas funcionalidades para quem ainda não conhece.
Recebi de @faconti um link para um post sobre as estatísticas do Windows 7, informando que em Outubro de 2011, este tornou-se “o Sistema Operacional mais utilizado no mundo.”
Dizem que a matemática é uma ciência exata, e que a estatística é a matemática do que não pode ser exato. Em outras palavras, se com a matemática os resultados são sempre contundentes, na estatística, eles podem ter a aparência que o freguês quiser. Pode até ser verdade que o Windows 7 tenha se tornado o S.O. mais utilizado no mundo mas, por trás dos gráficos coloridos e chamativos do post, há vários problemas que apenas uma pessoa que tenha algum conhecimento de estatística pode perceber. Vamos dar uma passada de olhos sobre eles:
No software livre descobre-se uma nova possibilidade a cada dia. Com este post vou inaugurar uma série “Coisas legais que dá pra fazer com Software Livre“, onde vou colocar soluções para problemas cotidianos que podem ser resolvidas rápida e facilmente no Linux e e utilizando Software Livre.
O primeiro post da série será:
Backup com controle de versão para usuários domésticos e pequenas empresas
Desde que conheci e comecei a utilizar serviços online de backup com controle de versão, como o Dropbox, Ubuntu One, SlideShare, Zumodrive, Wuala, entre outros, uma coisa sempre me incomodou: a dependência de um provedor. Se você não estiver satisfeito com seu provedor, terá um trabalho considerável para transferir seus arquivos de um provedor para outro. Instalar um novo cliente, adaptar-se às limitações e características do novo serviço, etc. Se precisar de mais espaço do que os parcos 1 a 5 GB que oferecem para contas gratuitas, você tem três opções: ou paga a franquia, ou abre mais de uma conta, ou abre várias contas em provedores diferentes. Cada um desses métodos tem sua vantagem e uma série de desvantagens.
O ConvertePST é uma ferramenta desenvolvida em Java que permite a navegação (leitura) de arquivos Personal Storage Table (PST) do Microsoft Outlook 2000/2003 com a possibilidade de exportação de mensagens armazenadas neste formato para o formato aberto de E-Mail descrito em RFC podendo ser importado em qualquer ferramenta de Correio Eletrônico.
O ConvertePST foi desenvolvido inicialmente para tratar do legado existente na Caixa Econômica Federal (CEF), durante a migração de sua infraestrutura de correio eletrônico do Microsoft Outlook / Exchange 2003 para a ferramenta de e-groupware Expresso Livre pela 4Linux Free Software SolutionsePrognus Software Livree agora esta sendo disponibilizado livremente sobre a GPLv3.
Para baixar a última versão do Código-Fonte através do Git
O que você faria se tivesse uma ideia capaz de criar quatro milhões de novos empregos de tecnologia, reduzir a quantidade de energia utilizada pelos computadores, fazer os sistemas mais fáceis de serem usados, reduzir a quantidade de lixo despejada no ambiente, oferecer redes sem fio gratuitamente para as pessoas e criar um enorme supercomputador para universidades e negócios, de graça ou quase de graça, para projetos que precisam de uma grande quantidade de processamento de CPU, fazendo tudo isso com dinheiro do setor privado de uma forma que seja autossustentável?
Em tempos de grande desemprego e tensões governamentais, você manteria essa ideia para si mesmo no desejo de ganhar dinheiro, ou a divulgaria publicamente de qualquer maneira?
Esclarecedor artigo de Jomar Silva, um dos representantes brasileiros no OASIS, sobre as revelações do Wikileaks a respeito das manobras da empresa para evitar que a ABNT adotasse o padrão ODF como norma para um padrão aberto de documentos.
Há alguns dias fomos todos surpreendidos com um documento encontrado no CableGate, trocado entre a embaixada norte americana no Brasil e o Governo Norte Americano em 2007. De acordo com este documento, a Microsoft fazia gravíssimas acusações contra o governo brasileiro, e apesar de ter se feito de ‘tolinha’ pelo relato da reunião, pedia indiretamente uma intervenção do Governo Norte Americano para frear o avanço do ODF no Brasil, conseguir o apoio brasileiro para a aprovação do OpenXML na ISO, frear a parceria entre o comitê técnico brasileiro e demais comitês internacionais que discutiam o padrão, reduzir a influência do Brasil no debate internacional sobre o OpenXML, além de acusar o Ministério das Relações Exteriores e a Casa Civil de estarem executando uma campanha anti-americana. Pior do que isso, insinuam ainda que o ODF é um padrão anti-americano !
Eu estava envolvido até o pescoço com tudo isso naquela época e tenho aqui todos os detalhes de bastidores que causaram esta reunião entre a Microsoft e o Embaixador Americano e posso afirmar categoricamente: Foi SIM um pedido velado de intervenção.
Wikileaks: Microsoft recorreu à diplomacia americana para barrar a adoção do ODF no Brasil.
06/09/2011
Entre 2007 e 2008 houve uma disputa, no Brasil, em torno de qual formato de documentos a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) iria adotar como norma para os documentos eletrônicos no país. De um lado da disputa estava o padrão ODF (Open Document Format), um formato aberto e público. Do outro, o padrão OXML, proposto pela Microsoft para garantir a compatibilidade com os formatos anteriores usados por seus programas, como o Word e o Excel.
A ABNT escolheu o ODF e a versão final da tradução da norma ISO/IEC 26300 foi aprovada em 2008. Esta aprovação era o último passo para a adoção do ODF como Norma Brasileira. Antes disso, porém houve uma enorme briga de bastidores na qual a Microsoft tentou fazer prevalecer seu padrão. Um dos 251 mil despachos das embaixadas americanas em todo o mundo, vazados pelo Wikileaks, mostra como o presidente da Microsoft, Michel Levy, recorreu ao embaixador americano no Brasil e argumentou em favor de sua posição, acusando o governo brasileiro de ser “anti-americano” e contrário à propriedade intelectual e os royalties.
É incrível a falta de respeito e de boa fé de certos fabricantes de computadores. Enquanto alguns têm iniciativas sérias de oferecer alternativas com o Linux, testadas, homologadas e confiáveis, outros preferem oferecer verdadeiras bombas relógio para seus clientes. Eu já havia tido uma experiência ruim com a Philco no passado, conforme descrevi no post https://almalivre.wordpress.com/2009/09/22/netbooks-philco-phn-10001/. E uma outra experiência, dessa vez melhor, com o mesmo produto, quando instalei um Ubuntu 10.04 no Flisol de 2010, em Curitiba, que funcionou muito bem (apesar da baixíssima qualidade do áudio, devido aos precários alto-falantes embutidos).
Só que, dessa vez, a experiência não foi apenas ruim, a experiência me mostrou o tamanho da má fé do fabricante, quando oferece produtos com Linux instalado. O que vou descrever abaixo, não foi alguém que me contou, mas uma experiência própria, pelejando durante vários dias seguidos, sem sucesso. Estou falando no notebook Philco PHN 14511, descrito na página http://www.philco.com.br/Notebooks.aspx?cn=179&p=437.
CPBR11 – (Software livre) Sim, Eu sou um pirata e você? #CPBR11
Esta palestra pretende levantar uma discussão sobre a ética e os direitos do cidadão. Pretende definir de forma bem clara, o que realmente é ou pode ser considerado crime, e o que é direito seu, e que corporações e associações visando unicamente seu beneficio próprio e manutenção de seus domínios, se utilizam da imprensa, de governos e de todo tipo de artifício, para subverter direitos dos cidadãos.
Palestrante:
Alberto José Azevedo — Cursou Tecnologia da Informação no CEFET-PR e possui mais de 14 anos de experiência em TI. É lider do projeto Security Experts Team e atua como Consultor de Segurança em todo o Brasil.
Publicado em 07-03-2012 14:30
Por causa dessa epidemia de amostras de malware emergindo, e perturbando a tranquilidade dos usuários de sistemas operacionais e principalmente de dispositivos móveis, foi realizado um teste de segurança, para saber qual o nível de eficácia das soluções anti-vírus disponíveis no mercado. Com apenas sete produtos alcançando uma taxa de detecção de 95% ou um pouco mais, e 24 produtos apresentando taxas de detecção inferiores a 65%, os testes realizados pela AV-Test mostraram que o software antivírus para o Android ainda precisa percorrer um longo caminho, para atingir a confiabilidade que existe em software anti-vírus para ambientes desktop.
De forma paralela, a explosão dos aplicativos anti-vírus está equiparada com a quantidade de malware parasmartphones Android. Esse cenário de ameaças e pragas virtuais, inclui trojans bancários online (cada vez mais perigosos), discadores de tarifa majorada e spyware. Nesse contexto, a AV-Test avaliou as taxas de detecção de 41 aplicativos anti-vírus para smartphones Android, utilizando um total de 618 amostras demalware.
Compondo este programa de testes com software anti-vírus, estavam as empresas Avast, Dr. Web, F-Secure, Ikarus e Kaspersky. Assim, foi detectado mais de 95% das amostras de malware, com os especialistas Lookout e Zoner ficando abaixo desse percentual. Outros dez produtos, detectaram pouco mais de 65% da amostra. Mas fornecedores como BullGuard, Commodo, G Data e McAfee, (renomados no mercado de desktops), estiveram entre os produtos que detectaram menos de dois terços das amostras de malware que foramtestadas. Os testers foram incapazes de identificar qualquer funcionalidade de detecção em um total de seis produtos, incluindo Android Anti-Virus e Android Defender.
Cada software anti-vírus testado, tem a habilidade de detectar a presença de malware principalmente através do uso de assinaturas. Os usuários não devem esperar algoritmos de detecção mais sofisticados, a partir de análise heurística e detecção de comportamento. Isso causaria uma limitação, na proteção contra os tipos demalware já conhecidos.
Saiba Mais:
[1] AV-TEST http://www.av-test.org/en/tests/android/