Recebi de @faconti um link para um post sobre as estatísticas do Windows 7, informando que em Outubro de 2011, este tornou-se “o Sistema Operacional mais utilizado no mundo.”
Dizem que a matemática é uma ciência exata, e que a estatística é a matemática do que não pode ser exato. Em outras palavras, se com a matemática os resultados são sempre contundentes, na estatística, eles podem ter a aparência que o freguês quiser. Pode até ser verdade que o Windows 7 tenha se tornado o S.O. mais utilizado no mundo mas, por trás dos gráficos coloridos e chamativos do post, há vários problemas que apenas uma pessoa que tenha algum conhecimento de estatística pode perceber. Vamos dar uma passada de olhos sobre eles:
Já escrevi várias vezes sobre a “pirataria de software” e acho que muitos dos meus leitores já se cansaram de ouvir sobre ela, mas aconteceu uma coisa semana passada que me fez voltar a pensar na pirataria de software.
A Microsoft tornou a prevenção da pirataria de software uma coisa voluntária.
Claro que a Microsoft provavelmente dará uma explicação diferente, mas o que eles realmente fizeram foi postar uma “atualização” do Windows 7 com vários softwares anti-pirataria incluídos e dizer aos seus clientes que a instalação do software anti-pirataria era “voluntária”.
Provavelmente, isso ocorreu em resposta a outra vez em que a Microsoft tentou forçar goela abaixo, ahm… “distribuir” softwares anti-pirataria para Windows XP, mas na época chamaram de “correções de falhas críticas” e irritaram vários de seus clientes por instalarem as “correções de falhas” e …alô! As “correções” não consertaram nenhum bug, e em alguns casos fizeram os sistemas dos clientes comportarem-se de formas muito ruins. Muito, muito feio, pessoal! E claro que os clientes da Microsoft também agira de formas muito, muito ruins.
Então, desta vez a Microsoft decidiu chamar o software anti-pirataria por seu nome verdadeiro e tornar a instalação “voluntária”.
Pense um pouco nisso… por que alguém (principalmente um pirata de software) instalaria voluntariamente softwares que fizessem seus sistemas pararem de funcionar?
O título é provocativo, mas inofensivo. Uma falha de segurança no protocolo SMB (utilizado para o compartilhamento de recursos via rede, como pastas, impressoras, etc.) permite que uma pessoa qualquer trave o Windows 7 ou o Windows Server 2008 R2 apenas enviando pacotes inconsistentes NetBIOS para a máquina alvo. O problema foi demonstrado no blog de Laurent Gaffié (http://g-laurent.blogspot.com/2009/11/windows-7-server-2008r2-remote-kernel.html). A Microsoft já avisou que não vai incluir a correção no próximo pacote (veja aqui e aqui).
Desempenho do sistema operacional foi bom, mas empresa enfrenta avanço do Android e iPhone, e fecha 2009 com 92,2% do mercado.
O Windows voltou a perder participação no mercado de sistemas operacionais mesmo após o segundo mês consecutivo de bons resultados do Windows 7. Segundo a consultoria Net Applications, mesmo que rivais de desktop, como Linux e Mac, tenham se mantido estáveis, sistemas móveis como o Android e o iPhone OS roubaram espaço que antes pertencia ao Windows. A Net Applications afirma que sistemas operacionais móveis representam 1,3% de todos os hardwares que acessam a internet.
O Windows finalizou dezembro com 92,2% de participação no mercado, com uma queda de 0,3 ponto percentual em relação a novembro. Foi o 8º mês de 2009 em que o sistema teve perda de parcela do mercado.
Visando competir diretamente com o Microsoft Windows Seven no segmento de netbooks, o Google desenvolveu um sistema operacional em nuvem a partir do navegador Chrome.
A idéia é abolir quase todo o sistema operacional embarcado, oferecendo um tempo de inicialização de aproximadamente sete segundos, deixando apenas as ferramentas para ligar o equipamento e entrar na internet. Todo o resto estará disponível na rede, através dos servidores do Google. A única tela que o usuário terá é a do navegador Chrome. Na internet ele terá aplicativos de escritório baseados no Google Apps, visualizadores de vídeo e som,baseados no Youtube, e-mail e mensageiro instantâneo baseados no gmail e no Google Talk, entre outros aplicativos. Com isso, segundo o Google, não seria necessário mais programas acessórios, como antivirus, firewall, aplicativos de escritório, etc. O custo do sistema operacional seria irrisório e o usuário teria seu ambiente de trabalho e de diversão na web.
Quanto às críticas de manter os documentos das pessoas na web, existirá a opção de manter documentos localmente, com edição na web.
Sistema do Google inspirado no Chrome coloca buscador em rota de colisão com Windows 7, da Microsoft, e distribuições de Linux para netbooks.
O Google oficializou nesta quinta-feira (19/11) o sistema operacional Chrome OS, se posicionando como rival tanto do Windows, da Microsoft, como de distribuições Linux no crescente mercado de pequenos computadores portáteis, chamados também de netbooks.
Um apresentador da Fuji TV passou o maior carão ao tentar demonstrar, ao vivo, as principais novidades do Windows 7. O objetivo era operar um desktop tudo-em-um da Sony sensível ao toque.
Uma matéria da PC World, com o título acima, me chamou a atenção hoje. Todas as razões apresentadas são amplamente conhecidas pelos adeptos do Linux, mas ainda são (incorretamente) contestadas pelos usuários de Windows.
Vale a pena ler a matéria e começar a se convencer de que, para qualquer “usuário comum” (termo amplamente utilizado para se referir a um ser humano que necessita de um computador para fazer tarefas simples) o Ubuntu 9.10 é totalmente eficiente.