O Futuro é a Liberdade

Discussões sobre Software Livre e Sociedade

Archive for dezembro \30\-03:00 2010

O que acontece quando roubam o computador de um hacker?

Posted by Paulo em 30/12/2010

Isso é o que acontece quando roubam o computador de um hacker.

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

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Concurso Logomarca do IV Forum de Tecnologia em Software Livre de Curitiba

Posted by Paulo em 30/12/2010

IV FTSL e Crialivre abrem concurso para nova logomarca

A equipe de organização do IV FTSL – Fórum de Tecnologia em Software Livre de Curitiba, em parceria com a Crialivre, abriu um concurso para a criação da nova identidade visual do Fórum. O concurso ocorrerá entre os dias 1º e 15 de fevereiro de 2011, até as 18h, e é aberto a todos os profissionais que fazem uso de tecnologias livres e tenham vontade de colaborar e interagir com outros membros da comunidade do IV FTSL.

Os requisitos para a inscrição dos trabalhos serão, necessariamente, colocar em evidência a cidade de Curitiba, destacar o evento como um novo polo agregador e fomentador de negócios que envolvam software livre, e permanecer disponível para uso em outras edições do evento. A logomarca será utilizada em todos os materiais que identifiquem o fórum, como cartazes, folders e sítios da web.

Os trabalhos, para terem suas inscrições validadas, deverão obedecer às seguintes especificações:
Arquivo lacrado em formato PNG com até 800px de largura;
Arquivo fonte (SVG) contendo a fonte utilizada na confecção da proposta;
Arquivo texto contendo manual de uso da logomarca;
Arquivo texto contendo a licença da proposta, que deverá ser obrigatoriamente Creative Commons;
Arquivo texto contendo nome do programa utilizado na execução da proposta, sendo que propostas submetidas com softwares proprietários serão automaticamente descartadas.

Uma proposta por participante será aceita, e esta poderá ser alterada conforme o interesse da organização. O vencedor automaticamente cederá os direitos de imagem e uso sobre a proposta ao evento e seus prepostos, também conforme o interesse dos organizadores.

Sobre o FTSL – O Fórum de Tecnologia em Software Livre de Curitiba é um evento realizado desde 2007 na capital paranaense. Nas edições anteriores, o evento foi realizado pelo Serviço Federal de Processamento de Dados – Serpro, recebendo palestrantes dos mais diversos segmentos da sociedade e oferecendo minicursos para a comunidade de software livre participante.

A premiação ainda não está definida, e a equipe organizadora está buscando patrocinadores para o concurso, em troca da exposição da marca durante todo o período de desenvolvimento do Forum, que terá alcance internacional.

Todas as propostas devem ser encaminhadas para o endereço eletrônico: concursoFTSL@crialivre.com.br com nome completo e telefone para contato.

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Teste sua conexão e ao mesmo tempo ajude a melhorar toda a Internet

Posted by Paulo em 30/12/2010

Artigo original disponível em http://www.dicas-l.com.br/dicas-l/20101230.php

Teste sua conexão e ao mesmo tempo ajude a melhorar toda a Internet

Colaboração: Antonio Marcos Moreiras

Data de Publicação: 30 de dezembro de 2010

Um acordo entre o NIC.br e a revista INFO permitiu o surgimento de uma ferramenta poderosa, para a medição da qualidade da Internet no Brasil, que pode ser encontrada no seguinte endereço:

http://info.abril.com.br/banda-larga/

OK, você me diz, há várias destas por aí… Algumas até mais bonitas e rápidas, e que não ficam pedindo tantas informações antes de rodar o teste.

Acontece que o NIC.br é o braço executivo do Comitê Gestor da Internet (CGI.br), responsável, em última instância, pela governança da Internet no Brasil. Os dados da ferramenta dão subsídios para as ações do Comitê em benefício da própria Internet. A ferramenta usa Java e é uma das mais precisas que podem ser feitas, utilizando-se a Web, pois os servidores contra os quais são feitos os testes estão nos diversos Pontos de Troca de Tráfego espalhados pelo país (são como grandes hubs, onde diversos provedores se conectam para trocar informações entre si).

Além disso a Info divulgará os resultados dos testes, o que permitirá que os internautas brasileiros tenham uma boa idéia de como anda a qualidade do serviço de cada provedor.

Vale a pena testar, e divulgar!

Antonio M. Moreiras é engenheiro e trabalha no NIC.br, é responsável por projetos como a disseminação do IPv6, e o fornecimento da hora correta via Internet com o NTP.br.

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Wikileaks: Isso é só o começo

Posted by Paulo em 28/12/2010

Logo used by Wikileaks

Image via Wikipedia

A maioria das pessoas pode pensar que o caso Wikileaks é um fato isolado, e que será logo emudecido pelo governo americano. Quem tem uma visão um pouco mais abrangente, poderia dizer que deixará marcas, mas logo será esquecido. Os poucos que possuem a capacidade de olhar o panorama e vislumbrar os detalhes concordarão com o artigo de Robin Bloor do The Virtual Circle. É como se tivessem aberto a caixa de Pandora e as consequências são imprevisíveis.

E o que isso tem a ver com padrões abertos, software livre, sociedade, inclusão social, entre outros assuntos que abordo neste blog? Eu diria que TUDO. O alcance do caso Wikileaks em nossas vidas promete ser de uma profundidade raramente vista. Ainda não tinha visto uma análise tão abrangente da situação. A coisa é muito maior do que qualquer um pode imaginar. Por isso, traduzi abaixo o artigo, disponível em http://www.thevirtualcircle.com/2010/12/wikileaks-this-is-just-the-beginning/, para que vocês tenham uma leve demonstração do que tudo isso pode significar.

Wikileaks: Isso é só o começo

22 de Dezembro de 2010, por robinbloor

“Uma invasão de exércitos pode sofrer resistências, mas não uma ideia cujo tempo chegou.”  Victor Hugo

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Poderia o escândalo do Wikileaks levar a uma nova moeda virtual?

Posted by Paulo em 13/12/2010

Artigo original em inglês disponível em http://www.pcworld.com/businesscenter/article/213230/could_the_wikileaks_scandal_lead_to_new_virtual_currency.html

Poderia o Escândalo do Wikileaks Levar a Uma Nova Moeda Virtual?

Por Keir Thomas, PCWorld

Não é exagero dizer que o recente escândalo do Wikileaks balançou a Internet até os ossos. Não importa onde você se posiciona no debate, vários serviços simplesmente se recusaram a manter os negócios com o Wikileaks — tudo desde servidores de nomes de domínio até serviços de pagamento — e isso leva a muitas questões a respeito do quanto, realmente, a Internet seja robusta.

Hackers já começaram seus esforços para criar seu próprio sistema de DNS, que vai contornar o sistema de domínios oficial. Ele usa a tecnologia de compartilhamento “peer-to-peer” para contornar o problema, um dos favoritos dos hackers porque é impossível de regular.Mas e quanto a toda uma moeda baseada em tecnologia “peer-to-peer”?

Isso é o que o Bitcoin oferece, uma moeda virtual descentralizada que poderia tanto ser melhor ideia desde que aprenderam a fazer pão, ou apenas outro sonho maluco de hackers. À medida que o desastre do Wikileaks continua, começa a ser cada vez mais discutido por toda a Internet como uma alternativa ao monopólio do sistema de pagamentos online do PayPal.

O Bitcoin é uma criação do programador japonês Satoshi Nakamoto, e é real, uma verdadeira moeda através da qual você pode comprar bens e serviços, agora mesmo. Se você não acredita, dê uma olhada na seção Trade do site do Bitcoin.

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Estados Unidos “ajudaram” o Brasil na criação da lei da Internet (AI 5.1)

Posted by Paulo em 11/12/2010

Logo used by Wikileaks

Image via Wikipedia

Segundo um dos “cables” divulgados pelo Wikileaks, o Governo dos EUA “auxiliaram” na criação do Projeto de Lei PL 84/99, também chamado de AI 5 digital, recentemente aprovado na Câmara dos Deputados e aguardando votação no Senado Federal.

Abaixo, a tradução do texto do Item 12 do “cable” 08BRASILIA823, classificado como “Confidencial” e emitido em 16 de Junho de 2008 às 12:12:00, pela Embaixada dos EUA em Brasília.

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Cooperação em Crimes Digitais
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¶12. (U) Auxiliar o Brasil na criação de uma legislação contra crimes digitais, incluindo pornografia infantil online, e rastrear criminosos sexuais representa outra área potencial de cooperação em questões de reforço das leis. O Brasil carece de uma legislação contra crimes digitais e o Congresso abriu uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para olhar para essa questão e criar um rascunho da lei. Como parte dos trabalhos da CPI, os parlamentares tiveram acesso a mais de 3000 registros do Google de pornografia infantil que foi distribuída na Internet a partir do Brasil. O presidente da CPI manifestou sua preocupação a respeito do que, na sua visão, considerou como uma cooperação inadequada do Google e de sua subsidiária Orkut, um site de relacionamentos. O Google, o Orkut, a MICROSOFT, e todos os outros provedores de Internet estão sendo solicitados que relatem a descoberta de pornografia infantil na Internet e o DHS/ICE estabeleceu um mecanismo para ter acesso a essas informações. O DHS/ICE já iniciou a prática de compartilhar suas informações com a Polícia Federal Brasileira. Com relação à CPI, seu presidente fez questionamentos à Missão a respeito do caso

BRASILIA 00000823 004 OF 006

que trata da deportação de um oficial da DHS/ICE acusado de exploração infantil em um hotel no Brasil. Os EUA estão buscando a pena mais dura possível, tanto no Brasil como nos EUA, e está cooperando totalmente com as autoridades brasileiras.

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Carta Aberta a Dilma Rousseff sobre Reforma do Direito Autoral

Posted by Paulo em 10/12/2010

Richard Stallman Founder of GNU Project and Fr...

Image via Wikipedia

Colaboração: Alexandre Oliva

Data de Publicação: 10 de dezembro de 2010

Venho confirmar o pedido de ampla divulgação IMEDIATA de uma sugestão importante, proveniente de um profundo conhecedor do tema, para tornar nosso regime de direito autoral mais útil e justo, construída sobre a proposta lançada no site http://www.compartilhamentolegal.org/

Ao que tudo indica, o projeto de lei de direito autoral do Ministério da Cultura, em processo de revisão após consulta pública, para envio ao Congresso em futuro próximo, não contemplará essas melhorias. Segundo fontes próximas ao MinC, porém, há possibilidade de que essa proposta venha a ser encaminha em projeto de lei subsequente, havendo demanda da sociedade. Há uma petição on-line com manifestações nesse sentido: http://www.compartilhamentolegal.org/compartilhamento/article/peticao-compartilhamento-legal

A carta, enviada por Richard M. Stallman à presidenta eleita e aos cidadãos brasileiros, está disponível em seu site pessoal http://stallman.org/ mais especificamente nos seguintes endereços:

Em Inglês: http://stallman.org/articles/internet-sharing-license.en.html

Em Português (tradução de Pablo Hess, com colaboração minha): http://stallman.org/articles/internet-sharing-license.pt.html

Seguem informações a respeito do remetente e a versão em português da carta.

Richard Stallman, autor da carta, é criador do Projeto GNU, sistema operacional que muita gente conhece incorretamente como Linux; do movimento social mundial pelo Software Livre, que promove, com fundamentação ética e social, o respeito às liberdades essenciais dos usuários de software como direitos humanos; da Free Software Foundation, organização que patrocina o projeto GNU e, junto a suas organizações irmãs ao redor do mundo, defendem direitos e liberdades de usuários e desenvolvedores de software.

É autor principal da licença GNU GPL, a primeira licença copyleft: um modelo de licenciamento de direitos autorais que ele inventou, que não apenas respeita, mas também defende as liberdades essenciais dos usuários, valendo-se do poder conferido pelas leis de direito autoral não para cercear liberdades, mas para exigir respeito às liberdades do próximo.

Já veio ao Brasil diversas vezes, inclusive para se dirigir aos integrantes do Congresso Nacional e para se reunir com Lula e Dilma, e já se reuniu com chefes de estado e ministros de diversos países, com papel crucial na definição de políticas de tecnologia de países latino-americanos como Brasil, Equador e Venezuela.

Suas muitas contribuições à sociedade têm lhe valido reconhecimento internacional, prêmios e títulos honorários de doutor. Suas ideias têm sido adaptadas a outros campos do conhecimento que não o software: movimentos de grande visibilidade no meio cultural, como o Creative Commons, reconhecidamente se basearam em suas ideias. É também ativista político em diversas outras questões relacionadas à liberdade, como se pode verificar em seu site pessoal, http://stallman.org.

Por essas e outras razões, quando ele escreve sobre temas como o direito autoral, muita gente lhe dá atenção.

Cara presidenta eleita Rousseff e cidadãos do Brasil

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Presidente presta solidariedade em público ao Wikileaks » Blog do Planalto

Posted by Paulo em 09/12/2010

Presidente presta solidariedade em público ao Wikileaks » Blog do Planalto.

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Mandriva e Classmate PC serão adotados pelo MEC nas escolas brasileiras

Posted by Paulo em 07/12/2010

Artigo original disponível em http://pra.la/03El

“”Esta é uma grande notícia para a Mandriva! O MEC (Ministério da Educação e Cultura), autoridade de educação do governo brasileiro, selecionou os computadores Classmate com processadores Intel operando com o sistema Mandriva Linux para uso educacional a nível nacional.

A Mandriva está trabalhando em parceria com a Positivo, fabricante do hardware, para oferecer esta solução de código aberto a qual auxiliará os professores a melhorarem a formação dos estudantes. Além disso, esta será uma das maiores implantações organizadas de Linux do mundo, com potencial para atingir 1,5 Milhões de unidades, e confirma o Linux como uma solução rentável, como um sistema operacional alternativo para computadores.

A decisão do governo brasileiro de escolher as soluções da Intel Learning Series (Linha de Aprendizagem da Intel) com o Mandriva Linux nos classmates reafirma o Linux como o sistema operacional preferível para o mercado global de educação, com o Mandriva sendo o líder no mercado Linux orientado à educação.

A edição brasileira do Mandriva é baseada na versão mais recente do Mandriva Linux para mini notebooks, a versão 2010, e foi adaptado para os computadores com processadores Intel com um lançador de aplicações exclusivo, que torna mais fácil o acesso às mais comumente necessárias aplicações de código aberto. A Positivo fabricará computadores classmate com processador Intel, que serão usados por professores, pais e alunos nas escolas brasileiras.”” [referência: blog.mandriva.com]

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Lançada a edição 17 da Revista BrOffice.org

Posted by Paulo em 07/12/2010

É com satisfação que comunicamos o lançamento da nossa Revista BrOffice.org.

A matéria de capa dessa edição nos revela o trabalho intenso de jovens da Universidade de São Paulo que trabalham duro para melhorar uma ferramenta que a maioria dos usuários BrOffice usam ou pelo menos deveriam usar, o Corretor Gramatical. Na verdade, foram dois lançamentos, o portal CoGrOO Comunidade e a nova versão do Corretor. Ainda sobre Universidades, a edição traz um artigo sobre a migração para tecnologias livres e BrOffice da Universidade Federal do Rio de Janeiro; uma entrevista com o idealizador do Universidade Livre, um projeto cujo objetivo é promover o uso de software livre nas universidades. Ainda temos um case de migração bem sucedido. Dessa vez, a Petros, fundo de pensão patrocinada pela Petrobras, migrou para BrOffice e fez um treinamento amplo para todos os 500 empregados com suporte técnico da OSCIP BrOffice.org. Na seção cultura, mais um episódio do Redblade e dica de filme. E ainda, dicas e tutoriais, Escritório Aberto, Dicas Rápidas.

Download: Edição 17

Boa leitura!

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PG&C – Perspectivas em Gestão & Conhecimento

Posted by Paulo em 05/12/2010

PG&C – Perspectivas em Gestão & Conhecimento.

De iniciativa da Coordenação do Curso de Administração da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), nasce a idéia do periódico Perspectivas em Gestão & Conhecimento, empreendido através da cooperação entre docentes pesquisadores do Departamento de Administração e do Departamento de Ciência da Informação desta universidade, contando, ainda, com o apoio do Instituto Brasileiro de Informação Científica e Tecnológica (Ibict).

Perspectivas em Gestão & Conhecimento tem por objetivo publicar trabalhos originais e inéditos relacionados com as temáticas Gestão e Conhecimento sob abordagens que priorizem diálogos inter/pluri/multi/transdisciplinares e representem contribuição para o desenvolvimento de novos conhecimentos e/ou para aplicação nos diversos setores e organizações da sociedade. Saiba mais…

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Comitê gestor da TDF abre blog » Ideias, pensamentos e ideais

Posted by Paulo em 02/12/2010

Comitê gestor da TDF abre blog

Para apoiar a nossa abordagem aberta e transparente, o Comitê Diretor da Document Foundation abriu um blog em

http://blog.documentfoundation.org

Ele será usado pelos membros do Comitê Diretor e seus adjuntos para compartilhar notícias e conhecimento sobre o nosso progresso com a Fundação e sobre a evolução futura do LibreOffice. O blog reforça as conferências telefônicas públicas do Comitê Diretor [1], as conferências telefônicas públicas de marketing [2], bem como a lista de discussão pública do Comitê Diretor [3] e torna o trabalho da Fundação ainda mais transparente.

Além disso, desde o primeiro dia, nós fornecemos um Planet para coletar vários feeds da TDF e blogs relacionados Libo. [4]

Atenciosamente,

O Comitê Diretor da Document Foundation

[1] http://wiki.documentfoundation.org/TDF/Steering_Committee_Meetings
[2] http://wiki.documentfoundation.org/Marketing/ConfCalls
[3] http://www.documentfoundation.org/contribution/#lists
[4] http://planet.documentfoundation.org

Fonte: http://www.broffice.org/comite_gestor_abre_blog

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Mensagem para os jovens…

Posted by Paulo em 02/12/2010

Eu tenho mais ou menos 25 anos de profissão. Sou técnico em eletrônica, e trabalhei metade da minha carreira na área de telecomunicações e a outra metade na área de TI, e por vezes, trabalhei na linha divisória entre as duas áreas. Eu tive meus primeiros contatos com computadores por volta de 1984, rodando simuladores de vôo em computadores TK-82 (processadores Z80 com 4kbytes de memória), que vinham em fitas k7, ou em DGT1000, nos laboratórios do CEFET-MG, programando Z80 em Assembler. Pouco depois, eu era um dos raros profissionais de BH que tinha um curso do Intel 8086/8088, e isso me garantiu a oportunidade de ser um dos poucos, na época, com a competência técnica para reparar computadores PC-XT a nível de componente. Sim, eu consertava placas mãe e controladoras com um multímetro e um osciloscópio, além de vários disquetes de teste. Eu também fazia alinhamento de drivers de disquete, consertava impressoras e todo tipo de equipamento que quase ninguém conhecia, como terminais VT-100, cujo maior problema eram as portas seriais RS-232 que queimavam com frequência. Na época em que me formei, não existiam cursos de informática, cursos de graduação em “TI” e coisas assim. Nós aprendemos tudo na prática.

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Como andam o ODF e o OpenXML?

Posted by Paulo em 01/12/2010

Artigo original de César Taurion disponível em https://www.ibm.com/developerworks/mydeveloperworks/blogs/ctaurion/entry/status_atual_do_odf_e_openxml?lang=en

Status atual do ODF e OpenXML

Outro dia, almoçava com um amigo que me perguntou:- Como vão as coisas com o ODF aqui no Brasil? Parece que estão meio paradas…

Realmente, o assunto “padrão aberto de documentos” saiu do noticiário da mídia especializada, embora continue muito importante.

A cada dia, geramos mais e mais documentos eletrônicos. Provavelmente, nos próximos cinco anos geraremos tantos documentos digitais quantos foram gerados nos últimos 25 ou 30 anos. Adotar um padrão aberto para documentos é essencial para governos. Governos precisam compartilhar informações entre os seus diversos órgãos sem ter que se preocupar com incompatibilidades entre os formatos de documentos. Os governos tem que garantir a integridade e perpetuidade dos seus documentos, que são a memória da nação, mesmo após o software que o criou ter desaparecido do mercado. Documentos podem existir por dezenas ou centenas de anos. O mesmo não deverá acontecer com os softwares que compõem uma suíte de escritório. A adoção de um padrão aberto, baseado em XML, garante que mesmo sem o software original, o documento continuará sendo acessado. Além disso, os governos também tem que garantir que uma informação pública seja acessada por qualquer produto de software, sem impor aos cidadãos a obrigatoriedade de uso de um determinado software.

Mas o que é um padrão aberto? É um padrão independente de fornecedor (não pode ser controlado por nenhuma empresa ou pessoa), publicado de forma aberta, sem restrições de licenciamento e pagamentos de royalties, não aprisionando o usuário a uma única plataforma.

Um padrão aberto é fundamental para o nosso mundo globalizado e interligado. Os países, empresas e os cidadãos interoperam uns com os outros e, para que esta interoperabilidade aconteça. é absolutamente necessário que todos estejam de acordo com a forma desta interoperabilidade ocorrer. Ou seja, quanto mais padronizados forem os mecanismos de interoperabilidade, menos esforço vai demandar para criarmos interfaces de interoperação e mais rápida e ágil ocorrerá a comunicação. Simples assim. Aliás, sem padrões abertos simplesmente não teríamos a Internet!

Padrões abertos tornam possível que quaisquer empresas, cidadãos e países se plugem no mundo globalizado. Com padrões abertos, produtores podem colaborar e cooperar nos interfaces e inovar e competir em outras funcionalidades. Por outro lado, padrões proprietários criam barreiras econômicas, pois exigindo pagamento de royalties (e muitas vezes um padrão proprietário embute diversas tecnologias patenteadas, com royalties acumulados), encarecem os produtos e dificultam a competitividade.

Neste contexto, muitos governos já adotaram ou estão em via de adotar o ODF (Open Document Format) como seu padrão aberto de documentos. Mas ainda vemos muita confusão e desinformação sobre esta questão, principalmente pelo surgimento de um padrão alternativo, o OpenXML, proposto pela Microsoft.

Este padrão foi proposto inicialmente como uma forma de preservar o espaço criado pelos formatos proprietários da suite Office, diante das demandas dos governos por padrões abertos, que começavam a voltar sua atenção ao ODF. Para tornar o OpenXML aberto, seria fundamental que ele fosse aceito pela ISO (Organização Internacional de Padrões). Depois de muitos debates e discussões, cujo histórico pode ser visto na coletânea de posts sobre o assunto em http://www.smashwords.com/books/view/2969, a Microsoft concordou em criar duas classes de conformidade. Uma delas, chamada de “Transitional”, incluia componentes que dependiam diretamente de recursos disponíveis exclusivamente no sistema Windows, e que seria adotada como meio de facilitar a transição dos documentos legados, em formato proprietário, para o padrão aberto. Esta classe de conformidade deveria ser usada, portanto, apenas para a migração e não para a criação de novos documentos. A outra classe, “Strict”, satisfazia as demandas da ISO e o OpenXML, foi então aprovada como padrão aberto pela entidade, como ISO/IEC 29500, em março de 2008.

Mas como estão as coisas agora, em 2010? O ODF está sendo adotado por governos de vários países do mundo, inclusive Brasil. O OpenXML, por sua vez, é implementado por um conjunto de versões diferentes, o que gera incompatibilidade e riscos de preservação  e acessos futuros aos documentos. Vejamos:

a)    A versão originalmente proposta do OpenXML, chamada de Ecma 376, foi rejeitada pela ISO. É uma versão que contém muitos componentes altamente dependentes do Windows e portanto não pôde se considerada um padrão aberto. O usuário desta versão está preso ao Office da Microsoft.

b)    A versão “Transitional” não deve ser usada para gerar novos documentos e é interessante que nem mesmo os produtos Office 2007 e 2010 da Microsoft conseguiram implementar todas as especificações desta versão. Aliás, o Office 2010 implementa uma versão extendida do “Transitional”, com extensões proprietárias que não estão incluídas nas especificações aprovadas pela ISO.

c)    A “Strict” é a que deve ser usada para gerar novos documentos. Mas nem mesmo o Office 2010 consegue gravar arquivos nesta versão. Na prática, ao não implementar a “Strict” e criar extensões proprietárias à “Transitional”, a Microsoft mantém sua estratégia de padrão fechado, embora agora com uma camada de verniz para ser chamado de “aberto”.

Muito bem, voltando à pergunta original, minha recomendação é que as empresas e governos continuem adotando o padrão ODF e fiquem alertas para não adotarem o OpenXML em uma versão que não seja a “Strict”.

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