O Futuro é a Liberdade

Discussões sobre Software Livre e Sociedade

Archive for the ‘Satux’ Category

Projeto Cauã V0.5

Posted by Paulo em 25/09/2011

Fonte: Coluna do Maddog, Linux Magazine Brasil Edição 82, Setembro 2011, Página 28.

Colaboração: John Maddog Hall

Data de Publicação: 23 de setembro de 2011

O que você faria se tivesse uma ideia capaz de criar quatro milhões de novos empregos de tecnologia, reduzir a quantidade de energia utilizada pelos computadores, fazer os sistemas mais fáceis de serem usados, reduzir a quantidade de lixo despejada no ambiente, oferecer redes sem fio gratuitamente para as pessoas e criar um enorme supercomputador para universidades e negócios, de graça ou quase de graça, para projetos que precisam de uma grande quantidade de processamento de CPU, fazendo tudo isso com dinheiro do setor privado de uma forma que seja autossustentável?

Em tempos de grande desemprego e tensões governamentais, você manteria essa ideia para si mesmo no desejo de ganhar dinheiro, ou a divulgaria publicamente de qualquer maneira?

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Lançada edição n. 26 da Revista Espírito Livre

Posted by Paulo em 08/06/2011

Crowdsourcing é uma nomenclatura recente para algo que todos conhecemos bem. A construção colaborativa através da rede já vem sendo feita a muito tempo. Vários projetos de código aberto foram produzidos e se tornaram o que são justamente por causa da construção coletiva de vários entes, vários nós, pontos interligados em uma grande teia. E o que antes era um passatempo nerd, se tornou o motor de muitos projetos.

Alguém aí já pensou em como seria as nossas vidas sem a construção coletiva, responsável por exemplo, pela criação, manutenção e crescimento da Wikipédia? E as mobilizações que hoje são feitas através das redes sociais com os mais diversos propósitos? Projetos são criados, mantidos, remunerados e atingem maturidade através de vários pares de mãos, dezenas de dedos, milhares de IPs, espalhados mundo a fora. Compartilhar e constribuir com o outro são valores que aprendemos desde criança. “Reparta o seu lanche com o seu coleguinha”, ou “divida o seu biscoito com seu amigo”; você certamente já ouviu estas frases proferidas por entes queridos, pessoas que se importavam com você. Uma pena que tais valores, com o passar do tempo foram sendo esquecidos. Em uma sociedade como a nossa, o inteligente não é quem compartilha, mas sim aquele que esconde. Convido-o a reflitir os novos valores da sociedade…

Onde erramos?! Erramos? Ou tudo não passa de uma evolução (ou regressão)? Devaneios que esta edição apresenta em diversos artigos, ora técnicos, hora reflexivos e que nos leva a pensar, tentar entender o que hoje vivemos. E para nos ajudar a entender um pouco mais sobre este tema conversamos com Carl Esposti, criador do site Crowsdsourcing.org. Esposti clarifica o termo, com exemplos reais e palpáveis. Outros colaboradores como Alexandre Oliva, João Carlos Caribé, Ana Brambilla, entre outros, igualmente tratam o tema, com rigor e foco. Além do tema em questão, contribuições diversas e que merecem destaque!

A partir desta edição a Revista Espírito Livre também incluirá uma seção exclusiva sobre LibreOffice, a suíte de escritório líder e que certamente você utiliza. Se ainda não a instalou, não perca tempo. Existem versões para GNU/Linux e outros sistemas operacionais disponíveis no mercado. Diversas distribuições GNU/Linux, como Ubuntu, Fedora, OpenSuSE, Linux Mint, Debian e tantas outras já trazem o LibreOffice ou em suas mídias de instalação ou repositórios, bem como várias empresas que também sinalizaram positivamente quanto a suas migrações para o LibreOffice, logo, nada mais natural acompanharmos tal ascensão.

Partimos rumo ao terceiro ano, com a ajuda de muitos colaboradores dedicados, parceiros que nos ajudam de alguma forma e dos leitores que sempre estão nos acompanhando. Um abraço a todos que ajudam a construir esta incrível publicação.

Clique aqui para anúncio oficial e download


João Fernando Costa Júnior
Coordenador GUBrO-ES – Grupo de Usuários de BrOffice.org do ES / Iniciativa Espírito Livre / Equipe Bestlinux
Linux User #422133
Ubuntu User #16167

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Syncany: Uma ótima alternativa ao Dropbox que suporta vários tipos de armazenamento

Posted by Paulo em 27/05/2011

Post original em Inglês disponível em: http://www.webupd8.org/2011/05/syncany-great-dropbox-alternative-which.html

Syncany
Syncany é um novo programa de sincronismo de arquivos em código aberto (similar ao Dropbox, ou ao Sparkleshare). “Nããoo!!!, Outra alternativa ao Dropbox!” você poderia pensar. Bom, o Syncany é diferente e tem a chance de se tornar a melhor aplicação desse tipo. Veja só!

Além do fato de ser Código Aberto, o Syncany criptografa os dados na sua máquina para que fiquem seguros. Akém disso, o Syncany é extensível através de plugins, portanto, será fácil adicionar novos protocolos. O Syncany suporta, atualmente, FTP, Box.net, Amazon S3, Google Storage, IMAP (por exemplo: é possível utilizar o Gmail ou outro serviço que ofereça IMAP para sincronizar seus arquivos), Local, Picasa e Rackspace Cloud Files. O Windows Share e outros protocolos serão incluídos no futuro.

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Linux 20 anos – Vídeo conta a história

Posted by Paulo em 12/04/2011

 

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Sistema Operacional Linux completa 20 anos

Posted by Paulo em 10/04/2011

Posted abril 7th, 2011 by luizheli at http://www.broffice.org/sistema_operacional_linux_completa_20_anos in

Linus Torvalds, creator of the Linux kernel.

Linus Torvalds - Image via Wikipedia

Há vinte anos, Linus Torvalds fez um corajosa decisão de compartilhar seu sistema operacional com o mundo. Não muito tempo depois ele resolveu disponibilizar o Linux sob a licença GPL (General Public Licence). A partir disso, o mundo da computação nunca mais foi o mesmo.

O Linux é o maior projeto de desenvolvimento colaborativo da história da computação, o que significa que o 20ª aniversário do Linux é uma oportunidade para a comunidade celebrar essa grande história de sucesso e de quebra ajudar a definir os próximos 20 anos.

Hoje em dia, o Linux está literalmente em todos os lugares: no celular, na tevê, no seu desktop, no cinema, no seu carro, e em muitos outros lugares.

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O maior obstáculo na adoção do FOSS e do GNU/Linux

Posted by Paulo em 20/11/2010

Esse post não é meu. É de um blogueiro indiano chamado Narendra Sisodiya http://blog.narendrasisodiya.com/. O post abaixo retrata as dificuldades de várias entidades e de muitos usuários comuns quando tentam migrar para o GNU/Linux e o FOSS, e mostra algumas das iniciativas indianas para promover a sua adoção.

Tradução do original disponível em http://blog.narendrasisodiya.com/2010/11/biggest-hurdle-in-fossgnulinux.html

The biggest hurdle in FOSS/GNU/Linux adaptation

Deixem-me falar sobre a maior dificuldade na adoção do Software Livre.
Esse obstáculo são os “Drivers Proprietários de Hardware“.
Na Índia recenttemente aprovamos uma “Política de Padrões Abertos”. É uma grande vitória para as comunidades de  Software Livre e nossos líderes.
Da mesma forma, precisamos de uma política de venda de Hardware. Essa política deve especificar que “Qualquer hardware que o governo compre deve ter uma especificação de drivers aberta.”

Por que isso é importante ?

Deixem-me explicar através de um exemplo.
Uma escola da minha cidade comprou um hardware a um ano atrás. Na época da compra, eles não conheciam o Linux. Agora, mesmo que queiram migrar para o Linux, ele precisam contratar uma consultoria para isso. Isso porque muitos dos dispositivos de hardware têm uma certa dificuldade de funcionar com o GNU?Linux, isso porque o GNU/Linux não possui os drivers proprietários desses dispositivos. Por exemplo, algumas webcams não funcionam no GNU/Linux, ou a maioria dos lousas interativas, que são uma tendência nas escolas, etc.

Estimados defensores do Software Livre, vocês precisam se lembrar que vocês podem visitar uma escola, ou universidade, e tentar instalar o GNU/Linux, MAS, vocês não podem alterar o hardware de um sistema. Temos de ter uma política clara que especifique que diga: “todo dispositivo deve ter uma especificação ou drivers disponíveis para todos os sistemas operacionais do mercado”.

Precisamos seriamente criar uma lista negra de drivers proprietários e de hardware e impedir sua comercialização.
Hardware proprietário é um monopólio tão perigoso quanto, ou mais do que o software proprietário.Aqui está uma lista das coisas perigosas e antiéticas:

Patentes de software       (O maior perigo)
Drivers e Hardware proprietário
Padrões proprietários
Software proprietário      (o menor perigo dessa lista)

O motivo de pelo qual dei uma classificação de perigo menor para o software proprietário é porque é fácil obter uma equivalente (por exemplo, um software livre). Por exemplo, o Firefox e o Chrome podem substituir o IE, porque ambos funcionam com o HTML.
Mas é complicado conseguir uma adaptação equivalente de um padrão proprietário largamente adotado. Por exemplo, doc x odt.
De maneira parecida, será difícil difundir o GNU/Linux por toda a Índia por causa do perfil de hardware e dos hardwares e dos seus drivers proprietários.

Por – Narendra Sisodiya

Isso me faz lembrar nossas dificuldades discutidas infinitamente nos fórums e listas de discução do SL em nosso país. Nossa dificuldade não é só nossa. Nossa dificuldade não é “proprietária”.

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Usar Windows está cada dia mais perigoso

Posted by Paulo em 11/11/2010

Existe uma situação interessante acontecendo no mundo, hoje em dia, em particular, no Brasil: o acesso à informação, à Internet está, cada dia, mais popularizado. As vendas de PCs para as classes C e D aumentam todos os anos (http://www.opovo.com.br/www/opovo/economia/894675.html). A inclusão digital está atingindo grandes parcelas da população.

O lado oculto dessa moeda é que os crimes digitais também aumentaram, mas de maneira desproporcional (http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2010/11/10/brasil-e-3-o-em-hospedagem-de-sites-com-malware-criminoso-diz-websense/). A matéria traz duas informações alarmantes: em um ano, o número de sites maliciosos mais que dobraram e, hoje, sites com algum tipo de código malicioso representam 20% dos sites da internet. Isso significa que você tem uma chance em cinco de entrar num site que coloque um vírus na sua máquina, sem que você saiba.

Existe um ciclo vicioso nessa história. Vejamos como explicar isso de maneira bem didática:

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Linux: Desbancando o mito do 1%

Posted by Paulo em 27/09/2010

Interessante artigo de Caitlyn Martin, publicada na O’Reilly, em 7 de Setembro.

Artigo original em Inglês em: http://broadcast.oreilly.com/2010/09/debunking-the-1-myth.html

Desbancando o mito do 1%
Por Caitlyn Martin, 7 de Setembro de 2010

“Nada é tão absurdo. Se você repetir com a frequência suficiente, as pessoas acreditarão.” –William James

Parece que, quase todos os dias, alguém na imprensa, ou num fórum de tecnologia, alega que a adoção do Linux em Desktops (incluindo laptops) é insignificante. O número apregoado fica em torno de 1%. Essas alegações são também repetidas por pessoas que defendem o uso do Linux. Ambas as ideias, de que a fatia de mercado do Linux nos desktops seja insignificante, e a figura do 1% são simplesmente falsas, e têm sido já há vários anos.

A fatia de mercado do Linux não é pequena. O Linux e o UNIX possuem a maior parte do mercado de servidores por mais de uma década. O Linux é muito competitivo embarcado em dispositivos. E também está fazendo um grande estardalhaço no mercado de desktops corporativos e residenciais, o que inclui laptops, notebooks e netbooks.

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Vírus no Linux? Vida curta e difícil

Posted by Paulo em 26/09/2010

Um ótimo artigo do professor de ciências de computação da Universidade de Brasília (UnB), traduzido do original em inglês de Ray Yargin, em 2006, mas ainda muito atual, mostrando por que as opiniões gerais a respeito dos motivos pelos quais sistemas Linux não são infectados por vírus (em geral se ouve dizer que é porque o sistema não é muito utilizado e, por isso, não é visado pelos crackers) são, no mínimo, balelas.

Esse é um artigo que mostra tecnicamente, mas com uma linguagem acessível aos mais leigos, as verdades e mentiras sobre o assunto. Vale a pena ler.

O artigo original está em http://www.cic.unb.br/docentes/pedro/sd.php

Vírus no Linux? Vida curta e difícil

Derivado para o Português por Pedro A. D. Rezende do artigo publicado em Librenix por Ray Yargin, Agosto de 2006
Por que é que vírus de Linux não é mais do que um assunto para rodas de ciberpapo?  Por que é que os vírus para Linux não nos afetam do jeito que os vírus para produtos Microsoft afetam, a usuários do Windows em particular, e aos cibernautas em geral?
Existem várias razões porque o assunto vírus-de-Linux é abobrinha. Quase todas elas já familiares para quem usa o kernel, quase todas elas ainda desprezadas por quem gosta de ser enganado (tagarelando abobrinhas tipo “é menos atacado porque é menos usado”). Mas há uma razão, muito importante, que estudiosos da evolução biológica podem apreciar. Antes, porém, devemos saber porque o Linux não dá mole para vírus.

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Linux: Comandos de terminal muito úteis

Posted by Paulo em 24/09/2010

Original em: http://www.pixelbeat.org/cmdline_pt_BR.html

Recebi essa dica via identi.ca:

Comando Descrição
apropos word mostra comandos pertinentes a word
gpg -c file encripta o arquivo passado como argumento (file)
gpg file.gpg decripta o arquivo passado como argumento (file)
cal -3 mostra um calendário
look wordprefix pesquisa rápida em dicionário
grep –color word /usr/share/dict/words destaca ocorrências de palavras em dicionário
nice command roda um comando em baixa prioridade
echo ‘wget url’ | at 01:00 faz um download da url à 01:00AM para o diretório corrente
echo “mail -s ‘get the train’ P@draigBrady.com < /dev/null” | at 17:45 email de alerta de compromisso
echo ‘(321-123)/123’ | bc -l calculadora na linha de comando
echo ‘print (10E3-123)/123’ | python calculadora na linha de comando (com notação científica)
watch -n1 ‘cat /proc/interrupts’ observa dados alteráveis continuamente
time command ver quanto tempo dura a execução do comando
dd bs=1M if=/dev/hda | gzip | ssh user@remote dd of=hda.gz faz um backup do disco rígido para uma máquina remota
alias hd=’od -Ax -tx1z -v’ cria um alias para fazer um dump em hexa de um arquivo
ls | pr -T9 -W$COLUMNS imprime em 9 colunas na largura do terminal
touch -c -t 0304050607 file seta o timestamp do arquivo (YYMMDDhhmm)
du -sh file dir mostra a utilização em disco do arquivo e diretório
pstree -hlp mostra hierarquia de processos
cp -Rp dir1 dir2 cópia a árvore de diretório dir1 para dir2, preservando as permissões, ownership e timestamp
scp -rp dir1 user@hostname:/tmp/. cópia via ssh a árvore de diretório dir1 para o host hostname, abaixo do diretório remoto /tmp, preservando as permissões, ownership e timestamp.
df -h mostra utilização de filesystems com valores formatados em K, M, G,…
navegação em diretório
cd – volta para o diretório anterior
cd vai para o diretório home
(cd dir && command) vai para o diretório (dir), executa o comando (command) e retorna para o diretório corrente automaticamente
pushd . põe o diretório corrente na pilha de modo que você possa fazer um popd de volta para ele
CDs
dd bs=1M if=/dev/cdrom | gzip > cdrom.iso.gz salva uma cópia do cdrom em formato comprimido
mkisofs -r dir | gzip > cdrom.iso.gz cria uma image iso (cdrom) do diretório
gzip -dc cdrom.iso.gz | cdrecord dev=0,0,0 – grava uma imagem em formato comprimido para um cdrom
cdparanoia -B copia trilhas de áudio do CD para arquivos wav no diretório atual
cdrecord dev=0,0,0 -audio *.wav grava um CD de áudio a partir de todos os arquivos wav no diretório corrente
cdrecord dev=0,0,0 image.iso grava um CD a partir de uma imagem ISO
mount -o loop -t iso9660 imagem.iso /mnt/image monta uma imagem ISO no diretório /mnt/image
oggenc –tracknum=”track” track.cdda.wav -o “track.ogg” gera arquivo ogg de um arquivo wav
archives
tar c dir | bzip2 > dir.tar.bz2 gera um archive do diretório
bzip2 -dc dir.tar.bz2 | tar x extrai um archive
find dir -name “*.png” | xargs tar rf dir.tar; bzip2 dir.tar gera um archive de *.png no diretório dir
file searching
alias l=’ls -l –color=auto’ cria um alias para listar o diretório em formato detalhado
ls -rt lista arquivos classificados por timestamp
ls -rS lista arquivos classificados pelo tamanho
find -name ‘*.[ch]’ | xargs grep -E ‘search string’ procura em *.c and *.h por “search string” no diretório corrente e abaixo
find -type f | xargs grep -E ‘search string’ procura em todos os arquivos regulares por “search string” no diretório corrente e abaixo
find -type f -maxdepth 1 | xargs grep -E ‘search string’ procura em todos os arquivos regulares por “search string” no diretório corrente apenas
locate ‘file*.txt’ pesquisa indexada por arquivos no sistema
slocate ‘file*.txt’ pesquisa indexada por arquivos no sistema, com implementação de segurança e melhor performance
whereis command localiza binários, fonte, e arquivos de man page do comando
which command mostra o caminho completo do comando
edição de texto
sed ‘/ *#/d; /^ *$/d’ file remove comentários e linhas em branco do arquivo (file)
sed ‘s/string1/string2/g’ file substitui string2 por string1 no arquivo (file)
tr -d ‘\r’ < file converte arquivo texto DOS para unix
RPM
rpm -ivh packages(s).rpm instala pacote(s) rpm
rpm -Uvh packages(s).rpm atualiza os pacote(s) rpm
rpm -e package remove o pacote
rpm -q package mostra a versão do pacote instalado
rpm -q -i package mostra os metadados do pacote
rpm -q -f /path/file mostra a qual pacote o arquivo (file) pertence
rpm -q -l package lista onde os arquivos do pacote foram instalados
rpm -q -l -p package.rpm lista onde os arquivos do pacote seriam(ão) instalados
rpm -q –requires package lista arquivos/pacotes que o pacote rpm requer (dependências)
rpm -q –whatrequires package lista pacotes que requerem o pacote especificado no comando
rpm -q -a –queryformat ‘%10{SIZE}\t%{NAME}\n’ | sort -k1,1n lista todos os pacotes classificados por tamanho
interativo
mc poderoso gerenciador de arquivos (se há um arquivo que você não sabe como abrir, tecle return neleno mc), cliente ftp, …
screen terminal virtual com capacidade de detach…
lynx web browser
gnuplot utilitário gráfico interativo/escriptável
octave ambiente estilo matlab

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Malware é encontrado em site popular para Linux

Posted by Paulo em 12/12/2009

Recentemente, publiquei um post falando a respeito de vírus para Linux. Ante-ontem, recebi a notícia de que foi encontrado um malware em um protetor de tela colocado para download num famoso site de downloads de temas personalizados para o Gnome, o Gnome-Look.org.

Embora o malware não seja um vírus, já que não contamina arquivos nem replica seu código, o fato dele executar algumas operações como usuário administrador mostra que, com um pouco de imaginação é possível burlar a segurança de qualquer sistema. O estrago nas máquinas dos usuários que baixaram o pacote foi zero, mas suas máquinas foram utilizadas para atacar um servidor de jogos na internet.

Segundo a Linux Magazine:

Quando instalou um inocente protetor de tela de “cachoeira” do Gnome-Look.org, um usuário do Ubuntu percebeu algo estranho: fora o fato de que o protetor de tela não fora baixado de um local da lista de repositórios aprovados do GNOME, ele também continha um script que executava algumas substituições peculiares.

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