O Futuro é a Liberdade

Discussões sobre Software Livre e Sociedade

Archive for the ‘Go-OO’ Category

Lançada edição #24 da Revista Espírito Livre

Posted by Paulo em 02/04/2011

Com algumas horas de atraso, mas garantindo a liderança, aí está edição n. 24 da Revista Espírito Livre. São 99 páginas de muita informação, graças aos senhores e aos tantos que de alguma forma contribuem. Meu muito obrigado.

Abaixo reproduzo trecho do editorial.

Aqueles que quiserem (e puderem) publicar o anúncio do lançamento em seus blogs e sites/planetas/listas, queiram por gentileza solicitar que o leitor se dirija ao site oficial da revista ou ainda através deste link curto, pra facilitar:

Lançada edição n. 24 da Revista Espírito Livre: http://va.mu/BTQ

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A Revolução não será Licenciada

Posted by Paulo em 08/03/2011

Artigo original em inglês disponível em http://torrentfreak.com/the-revolution-will-not-be-properly-licensed-110304/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed:+Torrentfreak+(Torrentfreak)

The Pirate Bay logo

Image via Wikipedia

Está em todo lugar. Grandes empresas tentando obter o controle de nossas ferramentas de comunicação, alegando preocupações com com direitos autorais. Com frequência, elas têm a ajuda de políticos pouco amigáveis, que aspiram pelo mesmo tipo de controle, alegando preocupações com o terrorismo ou alguma outra palavra MaCarthista da moda, que evoque o medo. Deveríamos observar isso pela perspectiva das revoltas que ocorrem, neste momento, no mundo árabe.

Temos, hoje, a SonyBMG obtendo controle a nível de administrador de milhões de computadores de seus clientes para evitar a simples cópia de música. Autoridades européias obrigando facilidades de escuta telefônica em todos os equipamentos de telecomunicações. Fabricantes de veículos instalando chaves de destruição remota. A Microsoft incorporando o mesmo tipo de chaves de destruição em seus softwares, assim como a Apple e a Google fazendo o mesmo em nossos telefones. A Intel incorporando as mesmas chaves de destruição nos processadores. A Amazon apagando livros de nossas bibliotecas virtuais.

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Ensine seus amigos a encontrar informações

Posted by Paulo em 23/02/2011

Hoje, um amigo me chamou no Gtalk, injuriado porque um colega de trabalho dele o estava pedindo para ensinar como instalar uma impressora no Linux. O referido colega, inclusive, já havia feito um curso de Linux, mas aparentemente se encontrava em sua “zona de conforto”.

Afinal, o importante não é saber como fazer, mas ter os contatos de quem sabe fazer, não é mesmo?

Por fim, depois de tanto insistir, ele conseguiu a resposta que queria do meu amigo:

http://lmgtfy.com/?q=compartilhar+impressora+no+linux

Eu não conhecia a página “Let me Google that for you” ou, em português, “Deixe-me usar o Google para você”, mas achei h-i-l-á-r-i-a. Vai ter muita utilidade para mim.

Se quiser experimentar, basta você entrar na página principal:

http://lmgtfy.com/

Digitar a chave de busca e clicar em “Pesquisa Google”. O site cria um pequeno video, cujo link fica disponível no campo “Compartilhe o link abaixo”, mostrando o que você fez, e caindo direto na página com as respostas do Google.

Agora você pode enviar o link com todas as respostas possíveis para a dúvida de seu amigo.

Ideal para pessoas com uma certa tendência à ironia e ao sarcasmo, como eu. =D

 

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Contribua com a Comunidade BrOffice

Posted by Paulo em 21/02/2011

Saiba quais os projetos desenvolvidos pela Comunidade BrOffice e como encontra a sua forma de contribuir. Saiba mais em Encontre seu lugar na comunidade.

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Como andam o ODF e o OpenXML?

Posted by Paulo em 01/12/2010

Artigo original de César Taurion disponível em https://www.ibm.com/developerworks/mydeveloperworks/blogs/ctaurion/entry/status_atual_do_odf_e_openxml?lang=en

Status atual do ODF e OpenXML

Outro dia, almoçava com um amigo que me perguntou:- Como vão as coisas com o ODF aqui no Brasil? Parece que estão meio paradas…

Realmente, o assunto “padrão aberto de documentos” saiu do noticiário da mídia especializada, embora continue muito importante.

A cada dia, geramos mais e mais documentos eletrônicos. Provavelmente, nos próximos cinco anos geraremos tantos documentos digitais quantos foram gerados nos últimos 25 ou 30 anos. Adotar um padrão aberto para documentos é essencial para governos. Governos precisam compartilhar informações entre os seus diversos órgãos sem ter que se preocupar com incompatibilidades entre os formatos de documentos. Os governos tem que garantir a integridade e perpetuidade dos seus documentos, que são a memória da nação, mesmo após o software que o criou ter desaparecido do mercado. Documentos podem existir por dezenas ou centenas de anos. O mesmo não deverá acontecer com os softwares que compõem uma suíte de escritório. A adoção de um padrão aberto, baseado em XML, garante que mesmo sem o software original, o documento continuará sendo acessado. Além disso, os governos também tem que garantir que uma informação pública seja acessada por qualquer produto de software, sem impor aos cidadãos a obrigatoriedade de uso de um determinado software.

Mas o que é um padrão aberto? É um padrão independente de fornecedor (não pode ser controlado por nenhuma empresa ou pessoa), publicado de forma aberta, sem restrições de licenciamento e pagamentos de royalties, não aprisionando o usuário a uma única plataforma.

Um padrão aberto é fundamental para o nosso mundo globalizado e interligado. Os países, empresas e os cidadãos interoperam uns com os outros e, para que esta interoperabilidade aconteça. é absolutamente necessário que todos estejam de acordo com a forma desta interoperabilidade ocorrer. Ou seja, quanto mais padronizados forem os mecanismos de interoperabilidade, menos esforço vai demandar para criarmos interfaces de interoperação e mais rápida e ágil ocorrerá a comunicação. Simples assim. Aliás, sem padrões abertos simplesmente não teríamos a Internet!

Padrões abertos tornam possível que quaisquer empresas, cidadãos e países se plugem no mundo globalizado. Com padrões abertos, produtores podem colaborar e cooperar nos interfaces e inovar e competir em outras funcionalidades. Por outro lado, padrões proprietários criam barreiras econômicas, pois exigindo pagamento de royalties (e muitas vezes um padrão proprietário embute diversas tecnologias patenteadas, com royalties acumulados), encarecem os produtos e dificultam a competitividade.

Neste contexto, muitos governos já adotaram ou estão em via de adotar o ODF (Open Document Format) como seu padrão aberto de documentos. Mas ainda vemos muita confusão e desinformação sobre esta questão, principalmente pelo surgimento de um padrão alternativo, o OpenXML, proposto pela Microsoft.

Este padrão foi proposto inicialmente como uma forma de preservar o espaço criado pelos formatos proprietários da suite Office, diante das demandas dos governos por padrões abertos, que começavam a voltar sua atenção ao ODF. Para tornar o OpenXML aberto, seria fundamental que ele fosse aceito pela ISO (Organização Internacional de Padrões). Depois de muitos debates e discussões, cujo histórico pode ser visto na coletânea de posts sobre o assunto em http://www.smashwords.com/books/view/2969, a Microsoft concordou em criar duas classes de conformidade. Uma delas, chamada de “Transitional”, incluia componentes que dependiam diretamente de recursos disponíveis exclusivamente no sistema Windows, e que seria adotada como meio de facilitar a transição dos documentos legados, em formato proprietário, para o padrão aberto. Esta classe de conformidade deveria ser usada, portanto, apenas para a migração e não para a criação de novos documentos. A outra classe, “Strict”, satisfazia as demandas da ISO e o OpenXML, foi então aprovada como padrão aberto pela entidade, como ISO/IEC 29500, em março de 2008.

Mas como estão as coisas agora, em 2010? O ODF está sendo adotado por governos de vários países do mundo, inclusive Brasil. O OpenXML, por sua vez, é implementado por um conjunto de versões diferentes, o que gera incompatibilidade e riscos de preservação  e acessos futuros aos documentos. Vejamos:

a)    A versão originalmente proposta do OpenXML, chamada de Ecma 376, foi rejeitada pela ISO. É uma versão que contém muitos componentes altamente dependentes do Windows e portanto não pôde se considerada um padrão aberto. O usuário desta versão está preso ao Office da Microsoft.

b)    A versão “Transitional” não deve ser usada para gerar novos documentos e é interessante que nem mesmo os produtos Office 2007 e 2010 da Microsoft conseguiram implementar todas as especificações desta versão. Aliás, o Office 2010 implementa uma versão extendida do “Transitional”, com extensões proprietárias que não estão incluídas nas especificações aprovadas pela ISO.

c)    A “Strict” é a que deve ser usada para gerar novos documentos. Mas nem mesmo o Office 2010 consegue gravar arquivos nesta versão. Na prática, ao não implementar a “Strict” e criar extensões proprietárias à “Transitional”, a Microsoft mantém sua estratégia de padrão fechado, embora agora com uma camada de verniz para ser chamado de “aberto”.

Muito bem, voltando à pergunta original, minha recomendação é que as empresas e governos continuem adotando o padrão ODF e fiquem alertas para não adotarem o OpenXML em uma versão que não seja a “Strict”.

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O maior obstáculo na adoção do FOSS e do GNU/Linux

Posted by Paulo em 20/11/2010

Esse post não é meu. É de um blogueiro indiano chamado Narendra Sisodiya http://blog.narendrasisodiya.com/. O post abaixo retrata as dificuldades de várias entidades e de muitos usuários comuns quando tentam migrar para o GNU/Linux e o FOSS, e mostra algumas das iniciativas indianas para promover a sua adoção.

Tradução do original disponível em http://blog.narendrasisodiya.com/2010/11/biggest-hurdle-in-fossgnulinux.html

The biggest hurdle in FOSS/GNU/Linux adaptation

Deixem-me falar sobre a maior dificuldade na adoção do Software Livre.
Esse obstáculo são os “Drivers Proprietários de Hardware“.
Na Índia recenttemente aprovamos uma “Política de Padrões Abertos”. É uma grande vitória para as comunidades de  Software Livre e nossos líderes.
Da mesma forma, precisamos de uma política de venda de Hardware. Essa política deve especificar que “Qualquer hardware que o governo compre deve ter uma especificação de drivers aberta.”

Por que isso é importante ?

Deixem-me explicar através de um exemplo.
Uma escola da minha cidade comprou um hardware a um ano atrás. Na época da compra, eles não conheciam o Linux. Agora, mesmo que queiram migrar para o Linux, ele precisam contratar uma consultoria para isso. Isso porque muitos dos dispositivos de hardware têm uma certa dificuldade de funcionar com o GNU?Linux, isso porque o GNU/Linux não possui os drivers proprietários desses dispositivos. Por exemplo, algumas webcams não funcionam no GNU/Linux, ou a maioria dos lousas interativas, que são uma tendência nas escolas, etc.

Estimados defensores do Software Livre, vocês precisam se lembrar que vocês podem visitar uma escola, ou universidade, e tentar instalar o GNU/Linux, MAS, vocês não podem alterar o hardware de um sistema. Temos de ter uma política clara que especifique que diga: “todo dispositivo deve ter uma especificação ou drivers disponíveis para todos os sistemas operacionais do mercado”.

Precisamos seriamente criar uma lista negra de drivers proprietários e de hardware e impedir sua comercialização.
Hardware proprietário é um monopólio tão perigoso quanto, ou mais do que o software proprietário.Aqui está uma lista das coisas perigosas e antiéticas:

Patentes de software       (O maior perigo)
Drivers e Hardware proprietário
Padrões proprietários
Software proprietário      (o menor perigo dessa lista)

O motivo de pelo qual dei uma classificação de perigo menor para o software proprietário é porque é fácil obter uma equivalente (por exemplo, um software livre). Por exemplo, o Firefox e o Chrome podem substituir o IE, porque ambos funcionam com o HTML.
Mas é complicado conseguir uma adaptação equivalente de um padrão proprietário largamente adotado. Por exemplo, doc x odt.
De maneira parecida, será difícil difundir o GNU/Linux por toda a Índia por causa do perfil de hardware e dos hardwares e dos seus drivers proprietários.

Por – Narendra Sisodiya

Isso me faz lembrar nossas dificuldades discutidas infinitamente nos fórums e listas de discução do SL em nosso país. Nossa dificuldade não é só nossa. Nossa dificuldade não é “proprietária”.

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Usar Windows está cada dia mais perigoso

Posted by Paulo em 11/11/2010

Existe uma situação interessante acontecendo no mundo, hoje em dia, em particular, no Brasil: o acesso à informação, à Internet está, cada dia, mais popularizado. As vendas de PCs para as classes C e D aumentam todos os anos (http://www.opovo.com.br/www/opovo/economia/894675.html). A inclusão digital está atingindo grandes parcelas da população.

O lado oculto dessa moeda é que os crimes digitais também aumentaram, mas de maneira desproporcional (http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2010/11/10/brasil-e-3-o-em-hospedagem-de-sites-com-malware-criminoso-diz-websense/). A matéria traz duas informações alarmantes: em um ano, o número de sites maliciosos mais que dobraram e, hoje, sites com algum tipo de código malicioso representam 20% dos sites da internet. Isso significa que você tem uma chance em cinco de entrar num site que coloque um vírus na sua máquina, sem que você saiba.

Existe um ciclo vicioso nessa história. Vejamos como explicar isso de maneira bem didática:

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O legado do OpenOffice.org

Posted by Paulo em 11/11/2010

Tradução livre de Rui Ogawa do original em inglês disponível em http://www.robweir.com/blog/2010/11/the-legacy-of-openoffice-org.html

O legado do OpenOffice

Quando ouço a palavra “fork”, eu pego minha arma. Ok, talvez não seja tão ruim assim. Mas, no mundo open source, “fork” é um termo pesado. Pode, claro, ser uma expressão de uma liberdade básica do open source. Mas também pode representar “as palavras de luta”. É como a maneira que usamos o termo “regime” para um governo que não gostamos, ou “culto” para uma religião que desaprovamos. Chamar algo de “fork” raramente é concebido como um elogio.
Então eu vou evitar o termo “fork” no resto deste post e no lugar disso vou falar sobre o legado de um projeto de código aberto notável – o OpenOffice.org, que na última década gerou inúmeros produtos derivados, alguns de código fonte aberto, alguns proprietários, alguns dos quais totalmente alinhados com o projeto principal, outros que têm divergido, alguns dos quais prosperaram e foram suportados por muitos anos, outros que não, alguns dos quais tentaram oferecer mais do que o OpenOffice, e outros que tentaram, de forma intencional, oferecer menos, alguns que alteraram o código do núcleo e outros que simplesmente adicionaram extensões.
Se alguém simplesmente lesse as manchetes do mês passado, teria a noção equivocada de que LibreOffice foi a primeira tentativa de pegar o código fonte aberto do OpenOffice.org e fazer um produto diferente dele, ou mesmo um projeto de código aberto separado. Isso está longe de ser verdade. Houveram muitas derivações de produtos/projetos, incluindo:
  • StarOffice (com uma história que remonta ainda mais longe, pré-Sun, na StarDivision
  • Symphony
  • EuroOffice
  • RedOffice
  • NeoOffice
  • PlusOffice
  • OxygenOffice
  • PlusOffice
  • Go-OO
  • Portable OpenOffice

 

e claro, o LibreOffice. Eu tenho acompanhado algumas datas de lançamentos de vários desses projetos e os coloquei na linha do tempo acima. Você pode clicar para ver uma versão maior resolução.
Então, antes de tocar o sino da morte para o OpenOffice, vamos reconhecer a potência desta base de código, considerando a sua capacidade de gerar novos projetos. O LibreOffice é o mais recente, mas provavelmente não será o último exemplo que vamos ver. Este é um mercado onde “um tamanho serve pra todos” não soa verdadeiro. Eu esperaria ver diferentes variações desses editores, assim como há diferentes tipos de usuários e diferentes mercados que utilizam esses tipos de ferramentas. Se você chamá-lo de uma “distribuição” ou de um “fork”, eu realmente não me importo. Mas eu acredito que o único tipo de projeto open source que não resulte em outros projetos como este é um projeto morto.

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BrOffice.org disponibiliza servidor para a comunidade Internacional TDF

Posted by Paulo em 03/11/2010

artigo original em: http://www.broffice.org/broffice_disponibiliza_servidor_tdf

Posted novembro 3rd, 2010 by luizheli

ServidorO propósito disso é apoiar efetivamente a The Document Foundation colaborando em uma área crítica, a infraestrutura. Como a BrOffice.org participou da formação inicial da TDF, sabia sobre a estrutura necessária para poder acomodar a infra para suportar a demanda pelo LibreOffice.

Já na reunião de criação da TDF em Budapeste, por acasião do OOCon, Conferência do OpenOffice.org, Claudio Filho, na qualidade de líder do projeto OOo no Brasil e um dos fundadores da TDF ofereceu o suporte da infra da BrOffice.org para a TDF. A BrOffice.org acabou materializando a oferta em tempo recorde.

Com isso, a BrOffice.org cumpre o seu papel de materializar a comunidade internacional e agregar os esforços de nacionalização, incluindo a tradução. Há uma equipe, liderada por David Jourdain, que está assessorando a instalação e a configuração do servidor.

O servidor está hospedado pela HostGator, empresa que oferece serviços de revenda, hospedagem e servidor dedicado. Sobre o servidor, é um Dual core Xeon, com 8GB de memória, 256 GB de disco em RAID e sistema operacional Debian. Há 2500 GB de tráfego mensal disponível. Este servidor é pago pela BrOffice.org.

“Estamos em testes para acomodar a tradução do LibreOffice 3.3 para poder efetivar a instalação do LO 3.4. Neste momento temos a maioria absoluta de lideres de tradução do OpenOffice.org testando o nosso servidor. Nossa esperança é que tenhamos nosso servidor como referencia de tradução do LO. e seja um agregador da comunidade de tradutores para o LO”, explica o diretor voluntário da BrOffice.org e um dos conselheiros da TDF, Olivier Hallot.

imagem:openclipart

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PASL.NET.BR – Páginas Amarelas do Software Livre

Posted by Paulo em 10/09/2010

O Páginas Amarelas do Software Livre – PASL.NET.BR – é uma iniciativa sem fins lucrativos que pretende promover a disseminação do Software Livre através da divulgação dos vários canais de ajuda e suporte atualmente disponíveis.

O portal disponibilizará seus serviços gratuitamente tanto para quem busca ajuda, quanto para quem a oferece. O objetivo não é, oferecer os serviços de suporte em si, mas indicar onde eles podem ser encontrados. Estão disponíveis serviços pagos e gratuitos, sendo de responsabilidade de cada anunciante os critérios para a prestação de seus serviços.

O portal é voltado exclusivamente para software livre e assuntos relacionados a inclusão digital. Nele você não encontrará ajuda para problemas com softwares proprietários, embora vários de nossos anunciantes possam, também, prestar esses serviços a esse tipo de plataforma. Entretanto, existem muitos softwares livres que rodam em plataformas proprietárias. Para esses, você também encontrará suporte aqui.

O principal canal de suporte oferecido é o de classificados, onde você poderá encontrar um profissional capacitado para prestar ajuda próximo à sua localidade. O portal também oferece um canal IRC no Freenode, o #pasl.net.br, que pode ser acessado pelo seu programa de mensagens preferido, ou pelo link “CHAT ONLINE”. A equipe está trabalhando para oferecer acesso a outros tipos de suporte, como links para os suportes oficiais dos softwares mais requisitados, download de apostilas, livros e material de referência.

Se você gostou da iniciativa e quer ajudar, há várias formas:

– Cadastre-se no portal e ofereça seus serviços;
– Permaneça conectado no chat e responda às duvidas dos usuários;
– Ajude no desenvolvimento e manutenção do portal;
– Divulgue a iniciativa aos seus contatos, amigos e conhecidos;
– Faça uma doação ao projeto.

A equipe do PASL.NET.BR agradece a sua colaboração.

Visite já: http://www.pasl.net.br

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Divulgação de suporte técnico local e regional

Posted by Paulo em 02/08/2010

Recentemente, surgiu uma discussão na lista de discussão do Ubuntu-br (https://lists.ubuntu.com/mailman/listinfo/ubuntu-br) a respeito de suporte técnico em pessoa.

Da discussão surgiu a ideia de se criar um local (ou locais) onde pessoas interessadas em oferecer serviços de suporte (gratuito ou pago) em suas regiões, para pessoas que necessitassem. Neste blog, criei uma página para começar a divulgar essas pessoas (https://almalivre.wordpress.com/suporte), já que apenas posso atender a região de Curitiba, mesmo assim de forma limitada. Gostaria de convidar aqueles que estiverem interessados em oferecer suporte (a questão do do caráter comercial ou não fica a cargo de cada um) em suas respectivas regiões.

O conteúdo da página pode ser copiado e replicado para qualquer outro portal/site/blog, de forma que possamos criar uma rede de atendimento nacional com divulgação nacional. A adesão ao grupo é gratuita. Apenas pedimos que nos enviem um e-mail contendo, nome, um mini-currículo citando as comunidades onde atuam e quais tipos de suporte oferece, assim como um e-mail para contato.

Chegamos à conclusão de que a participação ativa em alguma comunidade para respaldar a competência do interessado é fundamental para dar credibilidade ao profissional. Acreditamos que uma inciativa como essa pode ajudar quem precisa encontrar um suporte técnico próximo a sua localização, bem como oferecer divulgação a quem oferece o serviço, incentivando a adoção do software livre pela população em geral.

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BrOffice.org/MsOffice – algumas perguntas frequentes

Posted by Paulo em 02/08/2010

Esse texto foi extraído da Intranet da empresa onde trabalho e foi enviado por Roberson Cesar Alves de Araujo [roberson] em 28/07/2010 – 14:49. O texto teve algumas linhas modificadas para atualização e correção ortográfica e gramatical.

Dicas IMPORTANTES BrOffice / MSOffice

Em minha empresa, sempre surgem problemas com formatos de arquivos do MS-Office e do BrOffice. Qual a forma correta de tratar essa questão ?

Esta questão requer um embasamento conceitual, afim de evitar o simples “adestramento”, infelizmente, tão comum entre os usuários de sistemas informatizados. Todos os conceitos abaixo se referem ao Microsoft Office até a versão 2003. A versão 2007 mudou completamente o seu formato de arquivos, como é de praxe ocorrer entre as diferentes versões deste software por questões mercadológicas (forçar o usuário a mudar de versão).

Formato de arquivos BrOffice.org x MS-Office
Um formato de arquivo eletrônico especifica como são organizados internamente os dados (texto, figuras, tabelas, etc) e as instruções de como recuperá-las, afim de possibilitar sua exibição em um monitor de vídeo, ou enviar para uma impressora.

Padrões fechados x padrões abertos
Este formato pode ser exclusivo e considerado “segredo” de um fornecedor, ou pode ser aberto, seguindo padrões internacionais, como as normas da ISO.
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Por que BrOffice? Dez anos de pura evolução

Posted by Paulo em 11/05/2010

Artigo original em http://www.dicas-l.com.br/broffice/broffice_20100511.php

Por Clóvis Tristão, Rochele Prass e Luiz Oliveira

Data de Publicação: 11 de Maio de 2010

Analisando o histórico das suítes (conjunto de programas) de escritórios disponíveis hoje no mercado mundial, o BrOffice.org vem se destacando nos últimos 10 anos como uma das alternativas eficientes no mercado, e com um grande diferencial, sem custo para o usuário. BrOffice.org, a versão nacional do OpenOffice.org, em sua última versão 3.2, que pode ser descarregado através do site http://www.broffice.org, tem evoluído em forma, conteúdo, importando documentos do Microsoft Office e possibilitando um ganho de produtividade. Tem a inicialização mais rápida entre as suítes existentes, suporta o formato de documento totalmente aberto (ODF) e lida com a maioria dos formatos proprietários com facilidade. Segundo análise estatística, sobre visitantes de 20 países, o OpenOffice.org possui uma fatia superior a 20% na Alemanha, Polônia e República Tcheca, e acima de 15% em Espanha, Itália e França. No Brasil fica em torno de 8%, com o BrOffice. Nos Estados Unidos, com apenas 9%. Canadá tem 11% de participação. Com o BrOffice.org 3.2, lançado em fevereiro, outro número surpreende: mais de 50% desses registros foram contabilizados a partir da disponibilização da versão 3.0, em outubro de 2008. De lá para cá, foram 2,6 milhões de downloads do aplicativo. Nos dias de hoje, já superou a casa dos 5 milhões de downloads.

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Os 7 pecados do Windows, ou os pecados do Windows 7

Posted by Paulo em 27/04/2010

Artigo original em http://en.windows7sins.org/

Os pecados do Windows 7: O caso contra a Microsoft e o software proprietário.

A nova versão do sistema operacional da Microsoft, o Windows 7, tem o mesmo problema do Vista, do XP e de todas as versões anteriores — são softwares proprietários. As pessoas não têm permissão para compartilhar ou modificar o Windows, ou examinar seu funcionamento por dentro.

O fato do Windows 7 ser proprietário significa que a Microsoft possui controle legal sobre as pessoas que utilizam o sistema operacional, através de da combinação de direitos de cópia, contratos e patentes. A Microsoft usa esse poder para abusar dos computadores das pessoas. No sítio windows7sins.org, a Fundação do Software Livre (FSF – Free Software Foundation) lista sete exemplos do abuso cometido pela Microsoft.

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31 Março 2010: DFD 2010 – Dia Mundial da Liberdade dos Documentos

Posted by Paulo em 03/03/2010

CuritibaParaná

31 Março 2010: DFD 2010 – Dia Mundial da Liberdade dos Documentos

Horário

  • 15:00h às 18:00h

Local

  • Auditório da Celepar – Companhia de Informática do Paraná – Rua Mateus Leme, 1561 – Centro Cívico – Curitiba – PR

Vagas e Inscrições

  • 200 vagas

Programação

  • Palestra: ODF OpenDocument Format: Padrão Aberto de Documento. Adotado pelo Governo do Paraná, Lei estadual 15742 ODF. Legislação, Projeto de Lei 3070/2008 Congresso Nacional. Protocolo Brasília ODF. Norma Brasileira NBR ISO 26300. Norma Internacional ISO 26300
  • Aos participantes serão distribuídos: Bóton, Adesivos, Guia Rápido BrOffice.org 3.2, Guia Rápido Firefox 3.6, Folder ODF, Folder Protocolo Brasília ODF e CD BrOffice.org 3.2
  • Sorteios de Camisetas do “Document Freedom Day”

Inscreva-se! É Grátis!

  • Para se inscrever, envie um e-mail para furusho(a)openoffice.org, com as seguites informações: assunto: DFD 2010, nome completo, empresa, e-mail, telefone, cidade, UF

Organização

Patrocínio

Apoio

Comitê de Organização

Veja como foi o DFD 2009 em Curitiba – Brasil

Divulgação DFD 2010

  • Estampa para Camiseta

[arquivo svg] – [arquivo jpg]

  • Estampa para Banner

[arquivo svg]

[Papel parede e Banners]

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Go-OO: o OpenOffice com suporte a VBA

Posted by Paulo em 23/01/2010

O Go-OO é uma customização da suíte de aplicativos OpenOffice feita pela Novell (parece que o pacto com o cape… digo Microsoft deu certos frutos) que faz com que os aplicativos suportem várias funções do Microsoft Office.

Tradução livre do site: http://go-oo.org/

A sua suíte de escritório

Melhor interoperabilidade

O Go-oo tem filtros de importação do formato OpenXML e vai importar seus arquivos do Microsoft Works. Comparado com o OpenOffice.org, ele tem um suporte ao formato de arquivos binários da Microsoft (com suporte a campos), e importará perfeitamente gráficos do WordPerfect. Se você precisar executar macros em VBA do Excel, o Go-OO oferece a melhor fidelidade às macros também. Se você espera que suas planilhas de cálculo sejam compatíveis, ou possam conter diagramas feitos no Visio, você vai querer usar o Go-OO.

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