O Futuro é a Liberdade

Discussões sobre Software Livre e Sociedade

Archive for the ‘LibreOffice.org’ Category

Lançada edição n.27 da Revista Espírito Livre

Posted by Paulo em 07/07/2011

Revista Espírito Livre - Ed. #027 - Junho 2011

Ainda recuperando do tombo do mês passado, cá estamos novamente. A edição deste mês apresenta um tema que por muitos é considerado polêmico por justamente ir contra a alguns conceitos enraizados em nossa sociedade, de que só é possível aprender diante de um professor e se transpormos essa ideia para o universo real significaria dizer que a educação, de um modo geral, só se dá através de alguém sentado, frente a um professor, real e físico. Mas o tutor a distância e o professor que estão a distância não são físicos e reais? E as aptidões? Eles as têm? E se não as têm como verificar estando a distância? Os alunos aprendem, ou fingem aprender só para alcançar a tão sonhada “nota”? Ele vai “colar”, já que o professor “não está vendo”? Como avaliar, medir e constatar se houve absorção e troca de conhecimento? As dúvidas e questionamentos continuam, já que a EAD, apesar de não ser tão nova assim (desde o século XIX já se praticavam metodologias neste sentido). O ensino por correspondência, tele-aula, vídeo-aula, manuais, ensino pelo rádio, e tantos outros métodos já foram utilizados (e em alguns lugares ainda continuam sendo), mas com a ressalva de que agora a tecnologia envolveu-os de novas possibilidades, além de diminuir os custos e as distâncias. O EAD proporciona, mesmo a distância, o que nem sempre conseguimos compreender presencialmente: a soma de nossas experiências pode resultar em uma terceira experiência, e o meio digital é propício para isso, dada a quantidade de novos recursos disponíveis, dentro e fora dos ambientes de estudo.

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Comitê gestor da TDF abre blog » Ideias, pensamentos e ideais

Posted by Paulo em 02/12/2010

Comitê gestor da TDF abre blog

Para apoiar a nossa abordagem aberta e transparente, o Comitê Diretor da Document Foundation abriu um blog em

http://blog.documentfoundation.org

Ele será usado pelos membros do Comitê Diretor e seus adjuntos para compartilhar notícias e conhecimento sobre o nosso progresso com a Fundação e sobre a evolução futura do LibreOffice. O blog reforça as conferências telefônicas públicas do Comitê Diretor [1], as conferências telefônicas públicas de marketing [2], bem como a lista de discussão pública do Comitê Diretor [3] e torna o trabalho da Fundação ainda mais transparente.

Além disso, desde o primeiro dia, nós fornecemos um Planet para coletar vários feeds da TDF e blogs relacionados Libo. [4]

Atenciosamente,

O Comitê Diretor da Document Foundation

[1] http://wiki.documentfoundation.org/TDF/Steering_Committee_Meetings
[2] http://wiki.documentfoundation.org/Marketing/ConfCalls
[3] http://www.documentfoundation.org/contribution/#lists
[4] http://planet.documentfoundation.org

Fonte: http://www.broffice.org/comite_gestor_abre_blog

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Como andam o ODF e o OpenXML?

Posted by Paulo em 01/12/2010

Artigo original de César Taurion disponível em https://www.ibm.com/developerworks/mydeveloperworks/blogs/ctaurion/entry/status_atual_do_odf_e_openxml?lang=en

Status atual do ODF e OpenXML

Outro dia, almoçava com um amigo que me perguntou:- Como vão as coisas com o ODF aqui no Brasil? Parece que estão meio paradas…

Realmente, o assunto “padrão aberto de documentos” saiu do noticiário da mídia especializada, embora continue muito importante.

A cada dia, geramos mais e mais documentos eletrônicos. Provavelmente, nos próximos cinco anos geraremos tantos documentos digitais quantos foram gerados nos últimos 25 ou 30 anos. Adotar um padrão aberto para documentos é essencial para governos. Governos precisam compartilhar informações entre os seus diversos órgãos sem ter que se preocupar com incompatibilidades entre os formatos de documentos. Os governos tem que garantir a integridade e perpetuidade dos seus documentos, que são a memória da nação, mesmo após o software que o criou ter desaparecido do mercado. Documentos podem existir por dezenas ou centenas de anos. O mesmo não deverá acontecer com os softwares que compõem uma suíte de escritório. A adoção de um padrão aberto, baseado em XML, garante que mesmo sem o software original, o documento continuará sendo acessado. Além disso, os governos também tem que garantir que uma informação pública seja acessada por qualquer produto de software, sem impor aos cidadãos a obrigatoriedade de uso de um determinado software.

Mas o que é um padrão aberto? É um padrão independente de fornecedor (não pode ser controlado por nenhuma empresa ou pessoa), publicado de forma aberta, sem restrições de licenciamento e pagamentos de royalties, não aprisionando o usuário a uma única plataforma.

Um padrão aberto é fundamental para o nosso mundo globalizado e interligado. Os países, empresas e os cidadãos interoperam uns com os outros e, para que esta interoperabilidade aconteça. é absolutamente necessário que todos estejam de acordo com a forma desta interoperabilidade ocorrer. Ou seja, quanto mais padronizados forem os mecanismos de interoperabilidade, menos esforço vai demandar para criarmos interfaces de interoperação e mais rápida e ágil ocorrerá a comunicação. Simples assim. Aliás, sem padrões abertos simplesmente não teríamos a Internet!

Padrões abertos tornam possível que quaisquer empresas, cidadãos e países se plugem no mundo globalizado. Com padrões abertos, produtores podem colaborar e cooperar nos interfaces e inovar e competir em outras funcionalidades. Por outro lado, padrões proprietários criam barreiras econômicas, pois exigindo pagamento de royalties (e muitas vezes um padrão proprietário embute diversas tecnologias patenteadas, com royalties acumulados), encarecem os produtos e dificultam a competitividade.

Neste contexto, muitos governos já adotaram ou estão em via de adotar o ODF (Open Document Format) como seu padrão aberto de documentos. Mas ainda vemos muita confusão e desinformação sobre esta questão, principalmente pelo surgimento de um padrão alternativo, o OpenXML, proposto pela Microsoft.

Este padrão foi proposto inicialmente como uma forma de preservar o espaço criado pelos formatos proprietários da suite Office, diante das demandas dos governos por padrões abertos, que começavam a voltar sua atenção ao ODF. Para tornar o OpenXML aberto, seria fundamental que ele fosse aceito pela ISO (Organização Internacional de Padrões). Depois de muitos debates e discussões, cujo histórico pode ser visto na coletânea de posts sobre o assunto em http://www.smashwords.com/books/view/2969, a Microsoft concordou em criar duas classes de conformidade. Uma delas, chamada de “Transitional”, incluia componentes que dependiam diretamente de recursos disponíveis exclusivamente no sistema Windows, e que seria adotada como meio de facilitar a transição dos documentos legados, em formato proprietário, para o padrão aberto. Esta classe de conformidade deveria ser usada, portanto, apenas para a migração e não para a criação de novos documentos. A outra classe, “Strict”, satisfazia as demandas da ISO e o OpenXML, foi então aprovada como padrão aberto pela entidade, como ISO/IEC 29500, em março de 2008.

Mas como estão as coisas agora, em 2010? O ODF está sendo adotado por governos de vários países do mundo, inclusive Brasil. O OpenXML, por sua vez, é implementado por um conjunto de versões diferentes, o que gera incompatibilidade e riscos de preservação  e acessos futuros aos documentos. Vejamos:

a)    A versão originalmente proposta do OpenXML, chamada de Ecma 376, foi rejeitada pela ISO. É uma versão que contém muitos componentes altamente dependentes do Windows e portanto não pôde se considerada um padrão aberto. O usuário desta versão está preso ao Office da Microsoft.

b)    A versão “Transitional” não deve ser usada para gerar novos documentos e é interessante que nem mesmo os produtos Office 2007 e 2010 da Microsoft conseguiram implementar todas as especificações desta versão. Aliás, o Office 2010 implementa uma versão extendida do “Transitional”, com extensões proprietárias que não estão incluídas nas especificações aprovadas pela ISO.

c)    A “Strict” é a que deve ser usada para gerar novos documentos. Mas nem mesmo o Office 2010 consegue gravar arquivos nesta versão. Na prática, ao não implementar a “Strict” e criar extensões proprietárias à “Transitional”, a Microsoft mantém sua estratégia de padrão fechado, embora agora com uma camada de verniz para ser chamado de “aberto”.

Muito bem, voltando à pergunta original, minha recomendação é que as empresas e governos continuem adotando o padrão ODF e fiquem alertas para não adotarem o OpenXML em uma versão que não seja a “Strict”.

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O maior obstáculo na adoção do FOSS e do GNU/Linux

Posted by Paulo em 20/11/2010

Esse post não é meu. É de um blogueiro indiano chamado Narendra Sisodiya http://blog.narendrasisodiya.com/. O post abaixo retrata as dificuldades de várias entidades e de muitos usuários comuns quando tentam migrar para o GNU/Linux e o FOSS, e mostra algumas das iniciativas indianas para promover a sua adoção.

Tradução do original disponível em http://blog.narendrasisodiya.com/2010/11/biggest-hurdle-in-fossgnulinux.html

The biggest hurdle in FOSS/GNU/Linux adaptation

Deixem-me falar sobre a maior dificuldade na adoção do Software Livre.
Esse obstáculo são os “Drivers Proprietários de Hardware“.
Na Índia recenttemente aprovamos uma “Política de Padrões Abertos”. É uma grande vitória para as comunidades de  Software Livre e nossos líderes.
Da mesma forma, precisamos de uma política de venda de Hardware. Essa política deve especificar que “Qualquer hardware que o governo compre deve ter uma especificação de drivers aberta.”

Por que isso é importante ?

Deixem-me explicar através de um exemplo.
Uma escola da minha cidade comprou um hardware a um ano atrás. Na época da compra, eles não conheciam o Linux. Agora, mesmo que queiram migrar para o Linux, ele precisam contratar uma consultoria para isso. Isso porque muitos dos dispositivos de hardware têm uma certa dificuldade de funcionar com o GNU?Linux, isso porque o GNU/Linux não possui os drivers proprietários desses dispositivos. Por exemplo, algumas webcams não funcionam no GNU/Linux, ou a maioria dos lousas interativas, que são uma tendência nas escolas, etc.

Estimados defensores do Software Livre, vocês precisam se lembrar que vocês podem visitar uma escola, ou universidade, e tentar instalar o GNU/Linux, MAS, vocês não podem alterar o hardware de um sistema. Temos de ter uma política clara que especifique que diga: “todo dispositivo deve ter uma especificação ou drivers disponíveis para todos os sistemas operacionais do mercado”.

Precisamos seriamente criar uma lista negra de drivers proprietários e de hardware e impedir sua comercialização.
Hardware proprietário é um monopólio tão perigoso quanto, ou mais do que o software proprietário.Aqui está uma lista das coisas perigosas e antiéticas:

Patentes de software       (O maior perigo)
Drivers e Hardware proprietário
Padrões proprietários
Software proprietário      (o menor perigo dessa lista)

O motivo de pelo qual dei uma classificação de perigo menor para o software proprietário é porque é fácil obter uma equivalente (por exemplo, um software livre). Por exemplo, o Firefox e o Chrome podem substituir o IE, porque ambos funcionam com o HTML.
Mas é complicado conseguir uma adaptação equivalente de um padrão proprietário largamente adotado. Por exemplo, doc x odt.
De maneira parecida, será difícil difundir o GNU/Linux por toda a Índia por causa do perfil de hardware e dos hardwares e dos seus drivers proprietários.

Por – Narendra Sisodiya

Isso me faz lembrar nossas dificuldades discutidas infinitamente nos fórums e listas de discução do SL em nosso país. Nossa dificuldade não é só nossa. Nossa dificuldade não é “proprietária”.

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Usar Windows está cada dia mais perigoso

Posted by Paulo em 11/11/2010

Existe uma situação interessante acontecendo no mundo, hoje em dia, em particular, no Brasil: o acesso à informação, à Internet está, cada dia, mais popularizado. As vendas de PCs para as classes C e D aumentam todos os anos (http://www.opovo.com.br/www/opovo/economia/894675.html). A inclusão digital está atingindo grandes parcelas da população.

O lado oculto dessa moeda é que os crimes digitais também aumentaram, mas de maneira desproporcional (http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2010/11/10/brasil-e-3-o-em-hospedagem-de-sites-com-malware-criminoso-diz-websense/). A matéria traz duas informações alarmantes: em um ano, o número de sites maliciosos mais que dobraram e, hoje, sites com algum tipo de código malicioso representam 20% dos sites da internet. Isso significa que você tem uma chance em cinco de entrar num site que coloque um vírus na sua máquina, sem que você saiba.

Existe um ciclo vicioso nessa história. Vejamos como explicar isso de maneira bem didática:

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Sobre as licenças OEM e os PC’s usados

Posted by Paulo em 20/10/2010

Artigo original em espanhol disponível em: http://fraterneo.blogspot.com/2010/10/sobre-las-licencias-oem-y-las-pcs.html

Hoje em dia é normal que a maioria das pessoas adquira computadores usados. Lamentavelmente, eles vêm com Windows pré-instalado. Muitas lojas vendem esses computadores sem o sistema instalado e sem a etiqueta de autenticidade do Windows (Em outras palavras: Sem a licença ou “chave”).

Evidentemente, por ignorância, as pessoas as compram e procuram seu “técnico em informática” para que ele instale o Windows e todo o resto das aplicações, sem licença, como de costume.

Essa ignorância das licenças que vêm nos sistemas pré-instalados em computadores como Dell, Compaq, etc., pode acarretar problemas legais, quando se trata de uma empresa, e também para usuários domésticos. De fato, esta é uma das coisas que se deve exigir das lojas que vendem computadores usados, porque isso é ilegal. Vejam o que diz a Microsoft a respeito dessas licenças:

Uma vez que uma licença de software OEM tenha sido instalada em um PC, não se pode instalá-la em outro PC ou transferi-la. Em poucas palavras, o software OEM está “casado” com o computador original no qual foi instalado. O contrato de licença de usuário final, que é um contrato entre o fabricante do computador e o usuário final, declara que a licença OEM System Builder não pode ser transferida da máquina original para outro PC. O fabricante (ou integrador de sistemas) está obrigado a oferecer suporte técnico para a licença do Windows. O fabricante não pode dar suporte a uma licença que tenha sido transferida de um PC de sua fabricação para outro de outro fabricante; esta é uma das principais razões do porque das licenças OEM System Builder não poderem ser transferidas. O que, sim, se pode fazer é transferir o computador completo para outro usuário final, junto com os direitos de licenciamento do software. Ao fazê-lo, deve-se incluir os suportes físicos do software, os manuais (se os tiver) e a etiqueta do Certificado de Autenticidade (COA). Também é recomendável incluir a nota fiscal ou a fatura da compra original. O usuário original não pode conservar cópias do software.

Além disso, olhem o conceito que ele têm a respeito dos computadores usados:

Um PC usado é um computador que sofreu poucas ou nenhuma mudança no hardware. A licença do software OEM instalado em um PC usado não pode ser transferida para um PC novo ou diferente. O que se pode fazer é transferir a outro usuário o PC inteiro, incluindo os suportes físicos do software, os manuais e o Certificado de Autenticidade, junto com os direitos da licença do software.

Conclusão: Não importa o preço, as lojas de equipamentos usados são obrigadas a entregar, com cada computador usado, as licenças OEM do sistema instalado e sua etiqueta de autenticidade.

Nota do tradutor: Se você quer ter um sistema usado e legalizado, você tem três opções: 1 – exija do vendedor uma descrição detalhada do que está comprando e dos valores na nota fiscal de compra. Isso inclui sistema operacional, softwares adicionais como anti-vírus, programas de escritório, etc., incluindo a versão (Microsoft Windows XP SP3 Starter edition, ou Microsoft Office 2003 Standard, por exemplo). 2 – Compre o que precisa nas lojas especializadas (o que, com toda certeza vai custar muito mais do que o valor pago pelo PC usado). 3 – Use software livre, como Linux, LibreOffice, etc. Você não pagará nada de licença, terá uma máquina totalmente funcional e a prova de vírus.

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Linux desbanca Windows no mercado de datacenters

Posted by Paulo em 19/10/2010

Voltando àquele suposto número mágico de 1%, uma recente pesquisa da Linux Foundation aponta que o Linux está roubando uma fatia considerável do Windows no datacenters.

Para quem não sabe, datacenters são centros de serviços de TI, onde empresas podem contratar serviços como hospedagem de sítios, bancos de dados, virtualização e computação em nuvem, entre outros serviços.

Artigo original em http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=72718

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Opinião: Por que a Microsoft está tão assustada com o OpenOffice? – Computação Corporativa – IDG Now!

Posted by Paulo em 15/10/2010

Um burburinho apareceu hoje no mundo do Software Livre. A Microsoft publicou um vídeo, no qual coloca opiniões de supostos clientes que migraram para o OpenOffice, o software de escritório em código aberto, concorrente do Microsoft Office, e depois se arrependeram e retornaram a utilizar o pacote da empresa.

Pessoalmente, eu acho isso ótimo. Antes, quando o domínio era total, a empresa nem tomava conhecimento da concorrência, ditava as regras e impunha padrões fechados. Agora, a empresa começa a estratégia de FUD (Fear, Uncertainty and Doubt – Medo, Incerteza e Dúvida), o que indica claramente que eles reconheceram que a concorrência existe, e não é desprezível.

Como de costume, segue-se a cartilha do marketing, da qual temos exemplos durante os últimos anos, que começa com não tomar conhecimento da concorrência, quando a domínio é absoluto. O segundo passo da cartilha, é quando a concorrência já não é tão desprezível assim, e recomenda a implantação do medo, da incerteza e da dúvida, como uma ameaça aos que ousarem a se aventurar para fora do seu domínio. O terceiro passo, envolve a difamação escancarada do concorrente e, por fim, o quarto passo a utilização de métodos “não ortodoxos” de convencimento, também conhecido como “a mala”.

Se o OpenOffice, doravante conhecido como LibreOffice, já chama a atenção da, antes onipresente, empresa, significa que seu conceito aumentou na empresa, e isso deve ser um motivo de alegria e orgulho para a comunidade. No artigo publicado no IDG Now!, Por que a Microsoft está tão assustada com o OpenOffice?, Katherine Noyes mostra que minha opinião não é a única, e que as coisas estão mudando no mundo do software livre… Pra melhor.

O vídeo da Microsoft pode ser visto aqui: http://www.microsoft.com/showcase/en/US/details/faaf9eb8-77c6-4bed-bc08-c069a7bfbb04

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Lançamento de Revista especial BrOffice.org

Posted by Paulo em 13/10/2010

Artigo original em http://www.broffice.org/lancamento_revista_especial_broffice

Publicado em 13 de Outubro de 2010 por luizheli

Revista

Tema central, The Document Foundation e LibreOffice

A comunidade BrOffice.org lançou nesta quarta-feira, 13, mais uma edição da publicação institucional. A revista aborda no tema de capa os bastidores do lançamento da The Document Foundation, uma fundação sem fins lucrativos cujo objetivo é continuar o desenvolvimento do OpenOffice.org, agora LibreOffice, norteado pelos princípios de liberdade inicial do projeto.

“Planejamos esta edição com o objetivo de comemorar os 10 anos desta suíte de escritórios líder no mercado entre as opções livres. Entretanto alguns acontecimentos forçaram uma mudança de estratégia e o foco principal da edição passou a ser a The Document Foundation e o LibreOffice”, explica Luiz Oliveira, editor da revista.

A edição 15 da Revista BrOffice.org traz ainda uma tradução do manifesto mundial lançado hoje pela TDF, lançando um olhar para os próximos 10 anos
no desenvolvimento e amadurecimento do LibreOffice. Vários depoimentos de personalidades e empresas ao redor do mundo dão as boas vindas para a TDF. A revista traz também um excelente tutorial de instalação da versão Beta do LibreOffice em ambiente Linux com uma análise das principais novidades da suíte. Não deixe de ler, não deixe de participar da revista. Dúvidas, críticas e sugestões: contato(a)revistabroffice.org

Para baixar gratuitamente a edição especial da Revista e também edições anteriores: http://www.broffice.org/revista

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LibreOffice – primeiras impressões

Posted by Paulo em 06/10/2010

Assim que foi anunciada a criação da Document Foundation e a criação do LibreOffice, começaram a pipocar nas listas relacionadas ao OpenOffice.org/BrOffice.org links para download dos pacotes para a instalação do LibreOffice 3.3 Beta, que seria a versão 3.3 do OpenOffice.org, com o novo nome.

Mais que depressa baixei o arquivo LO_3.3.0-beta1_Linux_x86_install-deb_en-US.tar.gz, disponível para download no endereço http://tdf.c3sl.ufpr.br/libreoffice/testing/LO_3.3.0-beta1_Linux_x86_install-deb_en-US.tar.gz, e comecei a instalação.

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A Oracle deseja o melhor para o LibreOffice, mas não vai cooperar diretamente

Posted by Paulo em 06/10/2010

Tradução do original em inglês disponível em: http://www.h-online.com/open/news/item/Oracle-wishes-LibreOffice-the-best-but-won-t-directly-cooperate-1102095.html

A Oracle deseja o melhor para o LibreOffice, mas não vai cooperar diretamente


A Oracle disse que não trabalhará diretamente com a Document Foundation e o LibreOffice, fork do pacote OpenOffice.org. Em um e-mail do responsável pelas relações públicas da Oracle para Steven J. Vaughn-Nichols da ComputerWorld, a emprsa disse que acredita que o OpenOffice.org é a implementação mais avançada e com recursos mais ricos e incentiva a comunidade do OpenOffice a contribuir diretamente com ele.

A Oracle disse que a capacidade de qualquer um fazer um fork do código constiui-se na “beleza do código aberto” e acrescentou que se a Document Foundation “ajudará no avanço do OpenOffice e do Open Document Format (ODF), nós lhes desejamos o melhor”. A não participação da Oracle na Document Foundation significa que a marca OpenOffice ficará com a versão da Oracle do pacote de escritório. Também parece inevitável que o LibreOffice comece a se diferenciar do OpenOffice da Oracle tão logo o desenvolvimento comece.

Veja também:

* LibreOffice – A fresh page for OpenOffice, a feature from The H.
* LibreOffice – A community fork for OpenOffice.org, a report from The H.

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