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Discussões sobre Software Livre e Sociedade

O ambiente de trabalho Gnome. Visão geral.

O ambiente de trabalho Gnome. Visão geral.

O GNU/Linux, propriamente dito, é um conjunto de programas que, a priori funcionam em modo texto, ou seja, naquela tela preta cheia de códigos incompreensíveis que vemos em algumas partes da inicialização, ou no terminal, quando o utilizamos.

O sistema como um todo funciona em camadas, como vemos na figura 1. Assim, na camada mais básica e que é o suporte de todo o software, está o hardware (Hardware é aquilo que você chuta. Software é aquilo que você xinga). Na camada mais alta estão os programas que você utiliza no dia a dia.

Figura 1

Para que você não tenha de decorar comandos esotéricos e poder desfrutar de uma tela bonita, funcional e intuitiva, o Ubuntu vem com o ambiente gráfico Gnome, cuja área de trabalho padrão mostramos na figura 2.

Figura 2

O Gnome é um conjunto de programas que age como um “tradutor” entre os cliques que você dá na sua tela e os respectivos comandos em modo texto. Dessa forma, sempre que você abre uma janela ou roda um programa, o Gnome traduz essas ações em comandos para o sistema que, de outra forma, poderiam ser digitados na linha de comando terminal para se conseguir o mesmo resultado. Isso pode ser demonstrado da seguinte forma:

Se você clicar no ícone do navegador de internet Mozilla Firefox, localizado no alto da tela junto à palavra “Sistema”, verá que poderá conseguir o mesmo resultado digitando “firefox” na linha de comando do terminal. Em ambos os casos a janela do navegador será aberta.

De um modo geral, a área de trabalho é muito semelhante à dos Windows®, mas existem diferenças visualmente sutis e funcionalmente gritantes. A primeira é a ausência de ícones como “Meu Computador” e “Ambiente de rede”. Todos os ícones foram agrupados no menu “Locais” localizado na barra do painel superior, como mostra a figura 3.

Figura 3

Outra diferença visível é a ausência do famoso botão “Iniciar”. A funções do menu “Iniciar” estão divididas entre o menu “Aplicativos” (figura 4), onde pode-se encontrar todos os programas instalados divididos por categorias, e no meno Sistema, onde estão as funções de configuração (figura 5) e personalização (figura 6).

Figura 4

Figura 5

Figura 6

Mais uma diferença é a existência de duas barras de painéis.

A barra superior, onde estão os menus, os atalhos rápidos, o relógio e a área de notificação (aquela que mostra avisos que aparecem em janelinhas pequenas que surgem no canto quando algum programa precisa informar alguma coisa). Além disso ainda temos uma área com informações básicas do usuário daquela área de trabalho e o botão de desligar.

A barra inferior é onde estão o ícone que oculta todas as janelas (à esquerda), a barra de tarefas onde estão os botões das janelas abertas, a lixeira à direita e um conjunto de quatro quadradinhos ao lado dela. Esses quadradinhos são as quatro áreas de trabalho adicionais padrão da instalação.

Ambas as barras de painéis são personalizáveis. Você pode colocar diversos os diversos recursos que utiliza em qualquer uma delas, mudá-las de lugar, adicionar ou remover mais barras, conforme a necessidade, alterar suas posições, cores e tamanhos, etc.

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