O Futuro é a Liberdade

Discussões sobre Software Livre e Sociedade

Posts Tagged ‘Código Aberto’

Lançada edição #24 da Revista Espírito Livre

Posted by Paulo em 02/04/2011

Com algumas horas de atraso, mas garantindo a liderança, aí está edição n. 24 da Revista Espírito Livre. São 99 páginas de muita informação, graças aos senhores e aos tantos que de alguma forma contribuem. Meu muito obrigado.

Abaixo reproduzo trecho do editorial.

Aqueles que quiserem (e puderem) publicar o anúncio do lançamento em seus blogs e sites/planetas/listas, queiram por gentileza solicitar que o leitor se dirija ao site oficial da revista ou ainda através deste link curto, pra facilitar:

Lançada edição n. 24 da Revista Espírito Livre: http://va.mu/BTQ

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Comissão aprova prioridade para software livre na administração pública

Posted by Paulo em 12/03/2011

Artigo original disponível em: http://acordocoletivo.org/2011/03/11/comissao-aprova-prioridade-para-software-livre-na-administracao-publica/

Comissão aprova prioridade para software livre na administração pública

A intenção do projeto é economizar no pagamento de licenças de programas de computador. Segundo Erundina, o governo gasta cerca de 2 bilhões de dólares por ano com essas licenças.
Arquivo – J. Batista
Luiza Erundina: um dos objetivos é diminuir o gasto público com programas de computador.

A Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática aprovou hoje proposta que garante preferência para softwares livres na contratação de bens e serviços de informática pela União, pelos estados, pelo Distrito Federal e pelos municípios. A medida consta de substitutivo da deputada Luiza Erundina (PSB-SP) ao Projeto de Lei 2269/99, do deputado Walter Pinheiro (PT-BA), e outros seis apensados
Tramitação em conjunto. Quando uma proposta apresentada é semelhante a outra que já está tramitando, a Mesa da Câmara determina que a mais recente seja apensada à mais antiga. Se um dos projetos já tiver sido aprovado pelo Senado, este encabeça a lista, tendo prioridade. O relator dá um parecer único, mas precisa se pronunciar sobre todos. Quando aprova mais de um projeto apensado, o relator faz um texto substitutivo ao projeto original. O relator pode também recomendar a aprovação de um projeto apensado e a rejeição dos demais..

Pelo texto, software livre é aquele que garante a qualquer usuário, sem custos adicionais: a execução do programa para qualquer fim; a redistribuição de cópias; o estudo de seu funcionamento, permitindo a sua adaptação às necessidades do usuário, seu melhoramento e a publicação dessas melhorias; e o acesso ao código fonte.

Para a relatora, a adoção de software livre possui três objetivos: aumentar a competitividade da indústria nacional de software, oferecer condições de capacitação para trabalhadores do setor e diminuir o gasto público com o licenciamento de programas de computador. “Estima-se que o Estado, em todos os seus níveis, gaste cerca de 2 bilhões de dólares por ano com pagamento de aluguel de licenças de programas-proprietários”, afirma Erundina.

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A Revolução não será Licenciada

Posted by Paulo em 08/03/2011

Artigo original em inglês disponível em http://torrentfreak.com/the-revolution-will-not-be-properly-licensed-110304/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed:+Torrentfreak+(Torrentfreak)

The Pirate Bay logo

Image via Wikipedia

Está em todo lugar. Grandes empresas tentando obter o controle de nossas ferramentas de comunicação, alegando preocupações com com direitos autorais. Com frequência, elas têm a ajuda de políticos pouco amigáveis, que aspiram pelo mesmo tipo de controle, alegando preocupações com o terrorismo ou alguma outra palavra MaCarthista da moda, que evoque o medo. Deveríamos observar isso pela perspectiva das revoltas que ocorrem, neste momento, no mundo árabe.

Temos, hoje, a SonyBMG obtendo controle a nível de administrador de milhões de computadores de seus clientes para evitar a simples cópia de música. Autoridades européias obrigando facilidades de escuta telefônica em todos os equipamentos de telecomunicações. Fabricantes de veículos instalando chaves de destruição remota. A Microsoft incorporando o mesmo tipo de chaves de destruição em seus softwares, assim como a Apple e a Google fazendo o mesmo em nossos telefones. A Intel incorporando as mesmas chaves de destruição nos processadores. A Amazon apagando livros de nossas bibliotecas virtuais.

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Lançada edição n. 23 da Revista Espírito Livre!

Posted by Paulo em 01/03/2011

Quase que não consigo, mas aí está a Revista Espírito Livre – Ed. #023 – de Fevereiro de 2011.

Aqueles que quiserem contribuir divulgando em seus blogs recomendo o solicitarem aos internautas que visitem o site oficial da revista para efetuar o download. De qualquer forma também tem um link curto: http://va.mu/AOY

Revista Espírito Livre - Ed. #023 - Fevereiro 2011

Faça o download

Revista Espírito Livre - Ed. n #023 - Fevereiro 2011

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Sobre os acontecimentos na Associação BrOffice.org

Posted by Paulo em 25/02/2011

Leia a declaração de Cláudio Ferreira Filho, esclarecendo à Comunidade

Sobre os acontecimentos na Associação BrOffice.org.

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Contribua com a Comunidade BrOffice

Posted by Paulo em 21/02/2011

Saiba quais os projetos desenvolvidos pela Comunidade BrOffice e como encontra a sua forma de contribuir. Saiba mais em Encontre seu lugar na comunidade.

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Comunidade brasileira do Libreoffice lança blog independente

Posted by Paulo em 17/02/2011

Devido aos vários desentendimentos entre a comunidade BrOffice e a ONG BrOffice, e também, por causa das disputas internas da ONG, a comunidade decidiu criar um blog independente, desvinculado da ONG e de qualquer outra instituição.

O blog é aberto e a participação é opcional para qualquer integrante da comunidade BrOffice. Os atuais integrantes da comunidade podem, assim, ser contados e identificados para fins de mérito. cada participante cadastrado também pode deixar suas opiniões e impressões no blog, de forma que o espaço seja moderado apenas pela comunidade que o mantém.

Visite já: http://librecommunity.wordpress.com/

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va.mu – novo encurtador de URLs feito com Software Livre

Posted by Paulo em 14/02/2011

Artigo original disponível em http://www.Dicas-L.com.br/dicas-l/20110214.php

Colaboração: Arthur Furlan

Data de Publicação: 14 de fevereiro de 2011

Foi lançado recentemente o va.mu: o encurtador de URLs que não machuca a internet. O va.mu é baseado no software livre shortim, que é 100% brasileiro, escrito em Python e Django.

Atualmente o va.mu é membro do 301works.org, entidade que garante que seus apontamentos continuarão funcionando no futuro. Ele também é um dos poucos encurtadores com suporte à URLs Canônicas e provê aos seus usuários estatísticas de acessos para todas as URLs criadas. Lançado há menos de um mês, o va.mu e o shortim continuam em constante melhoria e desenvolvimento.

Conheça mais sobre o va.mu, saiba o que mais ele pode lhe oferecer, comoconfigurar suas aplicações para utilizá-lo ou como integrar outros sistemas com a sua plataforma.

Arthur é fundador da Valvim, empresa que atua no desenvolvimento de aplicações web e responsável pelo va.mu

 

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Lançado o Debian 6.0 “Squeeze”

Posted by Paulo em 07/02/2011

via Debian — News — Debian 6.0 \”Squeeze\” released.

A Comunidade do Debian lançou ontem, dia 6 de Fevereiro, a versão 6 do Sistema Operacional Linux Debian, apelidado de Squeeze, após 24 meses de desenvolvimento. A distribuição Debian é reconhecida pela sua estabilidade e confiabilidade, e é a distribuição “mãe” de outras distribuições, como o Ubuntu.

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Lançada edição n.22 da Revista Espírito Livre

Posted by Paulo em 01/02/2011

Revista Espírito Livre – Ed. #022 – Janeiro 2011

Revista Espírito Livre - Ed. n #022 - Janeiro 2011
Revista Espírito Livre - Ed. n #022 - Janeiro 2011

E 2011 chega e com ele, um turbilhão de coisas para fazer. Mês de janeiro, então, é típico e comum em todos os anos: um mês que para alguns é férias, e para outros é o oposto, afinal alguém tem que cuidar das tarefas enquanto outros se divertem em suas férias. É mês de estudo, onde muitos se reservam para estudar, se reciclar, se aperfeiçoar, já que durante o ano, isso quase sempre é impossível para certas pessoas. Janeiro também é um ano que, para tantos outros, se programar, se agendar. Mês de promessas, de dietas, um mês que serve para analisarmos os pontos positivos do ano que passou e fazer novos planos, mesmo que não dê tempo para fazer tudo. Para nós, da Revista Espírito Livre, também não seria diferente. Aguardem que coisa boa está por vir…

A edição de janeiro da Revista Espírito Livre apresenta ao leitor, um tema bastante recorrente em sites especializados e que alguns simplesmente tentam ignorar: Software Livre nas empresas. O software livre já é uma realidade em grande parte das empresas, e aquelas que, dizem não usar, muito provavelmente acabam usando, seja na hospedagem de seu site, seja no framework utilizado para criar uma solução web, seja para navegar, já que a própria Internet tem como pilares, softwares de código-aberto. Neste contexto, fomos conversar com Arvind G. S., um indiano, responsável pelo Projeto Fedena, uma suite para gestão escolar.

Além disso, a edição apresenta várias outros artigos que ajudam a compor o tema do mês. Albino Biasutti apresenta um pequeno case de sucesso de implantação de software livre em uma empresa hospitalar, Estefânio Luiz Almeira fala sobre o MySQL e como ele pode ser uma boa solução empresarial, no que diz respeito a Sistemas de Gerenciamento de Banco de Dados. Evaldo Júnior, que andava sumido, mas que retoma suas contribuições junto a revista, fala sobre um case de implantação de software livre em uma micro empresa. Gilberto Sudré, deixa claro em seu artigo, que o software livre já está maduro para o mercado.

A edição ainda leva o leitor a conhecer um pouco mais sobre as vantagens do software livre no desktop, apresentadas por Marcelo Menezes. Walter Capanema aborta um tema polêmico sobre o WikiLeaks e o direito a informação.

Esta edição ainda traz um fascículo especial, que se encontra ao final da revista. Na verdade, este fascículo trata-se de uma republicação dos “Cadernos da Liberdade”, de autoria de Djalma Valois Filho, um grande parceiro da comunidade de software livre no Brasil. Os quadrinhos datam de 2004, mas ainda continuam bastante atuais, como os leitores poderão comprovar.

Assim, como em outros meses, a edição de número 22 está repleta de material interessante e que atende a uma demanda bem diversificada de leitores.

Aproveito para agradecer a todos os colaboradores e envolvidos na produção desta e de outras edições. A publicação é um esforço conjunto e que só se concretiza com a participação de uma equipe empenhada em levar ao leitor um material de qualidade.

E para os leitores da Revista Espírito Livre, o nosso muito obrigado por nos acompanhar. E que venha 2011.

 

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Descobrindo computadores na rede

Posted by Paulo em 30/01/2011

É ótimo ver como gente jovem aprendendo a fazer coisas legais com o Linux. Esse é o caso do Lucas Villela Canôas, que na semana passada publicou um no Dicas-l (http://www.dicas-l.com.br/arquivo/descobrindo_computadores_da_rede.php). O autor tem 17 anos e é estudante de nível médio.

Abaixo reproduzo o post, mas lembro que o netdiscover não é instalado por padrão no Ubuntu, portanto é preciso instalá-lo antes, utilizando o Synaptic, a Central de programas ou o apt-get. O netdiscover é especialmente útil, se você quer descobrir se alguém está utilizando sua rede sem fio sem sua autorização.

Descobrindo computadores da rede

Colaboração: Lucas Villela Canoas

Data de Publicação: 28 de janeiro de 2011

Quando estamos numa rede, algo muito útil em diversas situações é ver quais computadores existem nesta rede. Há vários maneiras de se fazer isso. Hoje irei ensinar como fazer isso usando o netdiscover, que é bem simples.

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A Internet está a ponto de ver todo seu potencial reduzido a pó

Posted by Paulo em 27/01/2011

Artigo original disponível em: http://www.revistaforum.com.br/noticias/2011/01/21/-internet_esta_a_ponto_de_ver_todo_seu_potencial_reduzido_a_po-/

“Internet está a ponto de ver todo seu potencial reduzido a pó”

José Alcántara, acadêmico e ativista do software livre, acaba de lançar La Neutralidade de La Red, um livro que evidencia as razões pelas quais a rede tem que ser protegida. Confira entrevista.

Por Marcus Hurst
[21 de janeiro de 2011 – 11h42]
Você já tentou se conectar a internet em um desses espantosos cybercafés que a gente encontra nos aeroportos? Esses que cobram 10 euros por 10 minutos de acesso a internet e só te deixam acessar as páginas pré-instaladas no sistema. A empresa dona do computador se aproveita da escassez para oferecer um serviço claramente abusivo e restritivo, sabendo que não existem mais opções ali. 

Agora, o que acontece se deslocamos esta situação para o dia-a-dia do consumo de internet, onde a qualidade do serviço oferecido pelas operadoras está de acordo ao quanto você pode pagar e, em função disto, temos acesso a um bom conteúdo ou não? Os mais favorecidos acessam a rodovia de 4 pistas enquanto os que têm menos poder aquisitivo acabam circulando por uma estrada nacional cheia de buracos.

Este é só um exemplo do tipo de situação que pode existir se não atuarmos para proteger a neutralidade da rede, segundoJosé Alcántara.

Este acadêmico e ativista do software livre acaba de lançar La Neutralidade de La Red, um livro que busca esclarecer a confusão que ronda esta discussão e, também, deixar bem claro as razões pelas quais a rede tem que ser protegida.

As conseqüências de não o fazermos, segundo o autor, seriam demasiado danosas para a sociedade. “Não pode ser que o advento com mais possibilidade de avanço social e global desde o telégrafo esteja a ponto de ver reduzido a pó todo o seu potencial. Ninguém sairia ileso de uma catástrofe como esta”, explica.

Conversamos com Alcántara sobre os principais pontos do livro. O download do livro em espanhol pode ser feito de forma gratuita aqui.

Parece que existe muita confusão com o termo “neutralidade da rede”. O que ele significa exatamente? Por que é desejável protegê-la?

A neutralidade da Rede é o princípio que a rege, aquele que nos diz que nenhum ponto pode exercer veto às conexões entre dois pontos outros da Rede. É o espírito que faz da internet uma rede distribuída e diversa, com toda a potência de desenvolvimento do conhecimento, de novas formas de negócio e de aquisição de autonomia pessoal.

Protegê-la é importante porque até agora, na Rede, um bit é sempre um bit, sem importar a peça maior de informação – mensagem, notícia, obra cultural ou de ócio – da qual ele é parte. Destruir isso enquanto temos oportunidades de progresso e desenvolvimento, dando tudo isto de bandeja a uma pequena minoria de monopólios ou oligopólios que não necessitam da internet para ter acesso a todos os mercados, porque têm poder financeiro para fazê-lo à moda antiga.

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Concurso Logomarca do IV Forum de Tecnologia em Software Livre de Curitiba

Posted by Paulo em 30/12/2010

IV FTSL e Crialivre abrem concurso para nova logomarca

A equipe de organização do IV FTSL – Fórum de Tecnologia em Software Livre de Curitiba, em parceria com a Crialivre, abriu um concurso para a criação da nova identidade visual do Fórum. O concurso ocorrerá entre os dias 1º e 15 de fevereiro de 2011, até as 18h, e é aberto a todos os profissionais que fazem uso de tecnologias livres e tenham vontade de colaborar e interagir com outros membros da comunidade do IV FTSL.

Os requisitos para a inscrição dos trabalhos serão, necessariamente, colocar em evidência a cidade de Curitiba, destacar o evento como um novo polo agregador e fomentador de negócios que envolvam software livre, e permanecer disponível para uso em outras edições do evento. A logomarca será utilizada em todos os materiais que identifiquem o fórum, como cartazes, folders e sítios da web.

Os trabalhos, para terem suas inscrições validadas, deverão obedecer às seguintes especificações:
Arquivo lacrado em formato PNG com até 800px de largura;
Arquivo fonte (SVG) contendo a fonte utilizada na confecção da proposta;
Arquivo texto contendo manual de uso da logomarca;
Arquivo texto contendo a licença da proposta, que deverá ser obrigatoriamente Creative Commons;
Arquivo texto contendo nome do programa utilizado na execução da proposta, sendo que propostas submetidas com softwares proprietários serão automaticamente descartadas.

Uma proposta por participante será aceita, e esta poderá ser alterada conforme o interesse da organização. O vencedor automaticamente cederá os direitos de imagem e uso sobre a proposta ao evento e seus prepostos, também conforme o interesse dos organizadores.

Sobre o FTSL – O Fórum de Tecnologia em Software Livre de Curitiba é um evento realizado desde 2007 na capital paranaense. Nas edições anteriores, o evento foi realizado pelo Serviço Federal de Processamento de Dados – Serpro, recebendo palestrantes dos mais diversos segmentos da sociedade e oferecendo minicursos para a comunidade de software livre participante.

A premiação ainda não está definida, e a equipe organizadora está buscando patrocinadores para o concurso, em troca da exposição da marca durante todo o período de desenvolvimento do Forum, que terá alcance internacional.

Todas as propostas devem ser encaminhadas para o endereço eletrônico: concursoFTSL@crialivre.com.br com nome completo e telefone para contato.

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Carta Aberta a Dilma Rousseff sobre Reforma do Direito Autoral

Posted by Paulo em 10/12/2010

Richard Stallman Founder of GNU Project and Fr...

Image via Wikipedia

Colaboração: Alexandre Oliva

Data de Publicação: 10 de dezembro de 2010

Venho confirmar o pedido de ampla divulgação IMEDIATA de uma sugestão importante, proveniente de um profundo conhecedor do tema, para tornar nosso regime de direito autoral mais útil e justo, construída sobre a proposta lançada no site http://www.compartilhamentolegal.org/

Ao que tudo indica, o projeto de lei de direito autoral do Ministério da Cultura, em processo de revisão após consulta pública, para envio ao Congresso em futuro próximo, não contemplará essas melhorias. Segundo fontes próximas ao MinC, porém, há possibilidade de que essa proposta venha a ser encaminha em projeto de lei subsequente, havendo demanda da sociedade. Há uma petição on-line com manifestações nesse sentido: http://www.compartilhamentolegal.org/compartilhamento/article/peticao-compartilhamento-legal

A carta, enviada por Richard M. Stallman à presidenta eleita e aos cidadãos brasileiros, está disponível em seu site pessoal http://stallman.org/ mais especificamente nos seguintes endereços:

Em Inglês: http://stallman.org/articles/internet-sharing-license.en.html

Em Português (tradução de Pablo Hess, com colaboração minha): http://stallman.org/articles/internet-sharing-license.pt.html

Seguem informações a respeito do remetente e a versão em português da carta.

Richard Stallman, autor da carta, é criador do Projeto GNU, sistema operacional que muita gente conhece incorretamente como Linux; do movimento social mundial pelo Software Livre, que promove, com fundamentação ética e social, o respeito às liberdades essenciais dos usuários de software como direitos humanos; da Free Software Foundation, organização que patrocina o projeto GNU e, junto a suas organizações irmãs ao redor do mundo, defendem direitos e liberdades de usuários e desenvolvedores de software.

É autor principal da licença GNU GPL, a primeira licença copyleft: um modelo de licenciamento de direitos autorais que ele inventou, que não apenas respeita, mas também defende as liberdades essenciais dos usuários, valendo-se do poder conferido pelas leis de direito autoral não para cercear liberdades, mas para exigir respeito às liberdades do próximo.

Já veio ao Brasil diversas vezes, inclusive para se dirigir aos integrantes do Congresso Nacional e para se reunir com Lula e Dilma, e já se reuniu com chefes de estado e ministros de diversos países, com papel crucial na definição de políticas de tecnologia de países latino-americanos como Brasil, Equador e Venezuela.

Suas muitas contribuições à sociedade têm lhe valido reconhecimento internacional, prêmios e títulos honorários de doutor. Suas ideias têm sido adaptadas a outros campos do conhecimento que não o software: movimentos de grande visibilidade no meio cultural, como o Creative Commons, reconhecidamente se basearam em suas ideias. É também ativista político em diversas outras questões relacionadas à liberdade, como se pode verificar em seu site pessoal, http://stallman.org.

Por essas e outras razões, quando ele escreve sobre temas como o direito autoral, muita gente lhe dá atenção.

Cara presidenta eleita Rousseff e cidadãos do Brasil

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Mandriva e Classmate PC serão adotados pelo MEC nas escolas brasileiras

Posted by Paulo em 07/12/2010

Artigo original disponível em http://pra.la/03El

“”Esta é uma grande notícia para a Mandriva! O MEC (Ministério da Educação e Cultura), autoridade de educação do governo brasileiro, selecionou os computadores Classmate com processadores Intel operando com o sistema Mandriva Linux para uso educacional a nível nacional.

A Mandriva está trabalhando em parceria com a Positivo, fabricante do hardware, para oferecer esta solução de código aberto a qual auxiliará os professores a melhorarem a formação dos estudantes. Além disso, esta será uma das maiores implantações organizadas de Linux do mundo, com potencial para atingir 1,5 Milhões de unidades, e confirma o Linux como uma solução rentável, como um sistema operacional alternativo para computadores.

A decisão do governo brasileiro de escolher as soluções da Intel Learning Series (Linha de Aprendizagem da Intel) com o Mandriva Linux nos classmates reafirma o Linux como o sistema operacional preferível para o mercado global de educação, com o Mandriva sendo o líder no mercado Linux orientado à educação.

A edição brasileira do Mandriva é baseada na versão mais recente do Mandriva Linux para mini notebooks, a versão 2010, e foi adaptado para os computadores com processadores Intel com um lançador de aplicações exclusivo, que torna mais fácil o acesso às mais comumente necessárias aplicações de código aberto. A Positivo fabricará computadores classmate com processador Intel, que serão usados por professores, pais e alunos nas escolas brasileiras.”” [referência: blog.mandriva.com]

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Comitê gestor da TDF abre blog » Ideias, pensamentos e ideais

Posted by Paulo em 02/12/2010

Comitê gestor da TDF abre blog

Para apoiar a nossa abordagem aberta e transparente, o Comitê Diretor da Document Foundation abriu um blog em

http://blog.documentfoundation.org

Ele será usado pelos membros do Comitê Diretor e seus adjuntos para compartilhar notícias e conhecimento sobre o nosso progresso com a Fundação e sobre a evolução futura do LibreOffice. O blog reforça as conferências telefônicas públicas do Comitê Diretor [1], as conferências telefônicas públicas de marketing [2], bem como a lista de discussão pública do Comitê Diretor [3] e torna o trabalho da Fundação ainda mais transparente.

Além disso, desde o primeiro dia, nós fornecemos um Planet para coletar vários feeds da TDF e blogs relacionados Libo. [4]

Atenciosamente,

O Comitê Diretor da Document Foundation

[1] http://wiki.documentfoundation.org/TDF/Steering_Committee_Meetings
[2] http://wiki.documentfoundation.org/Marketing/ConfCalls
[3] http://www.documentfoundation.org/contribution/#lists
[4] http://planet.documentfoundation.org

Fonte: http://www.broffice.org/comite_gestor_abre_blog

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Mensagem para os jovens…

Posted by Paulo em 02/12/2010

Eu tenho mais ou menos 25 anos de profissão. Sou técnico em eletrônica, e trabalhei metade da minha carreira na área de telecomunicações e a outra metade na área de TI, e por vezes, trabalhei na linha divisória entre as duas áreas. Eu tive meus primeiros contatos com computadores por volta de 1984, rodando simuladores de vôo em computadores TK-82 (processadores Z80 com 4kbytes de memória), que vinham em fitas k7, ou em DGT1000, nos laboratórios do CEFET-MG, programando Z80 em Assembler. Pouco depois, eu era um dos raros profissionais de BH que tinha um curso do Intel 8086/8088, e isso me garantiu a oportunidade de ser um dos poucos, na época, com a competência técnica para reparar computadores PC-XT a nível de componente. Sim, eu consertava placas mãe e controladoras com um multímetro e um osciloscópio, além de vários disquetes de teste. Eu também fazia alinhamento de drivers de disquete, consertava impressoras e todo tipo de equipamento que quase ninguém conhecia, como terminais VT-100, cujo maior problema eram as portas seriais RS-232 que queimavam com frequência. Na época em que me formei, não existiam cursos de informática, cursos de graduação em “TI” e coisas assim. Nós aprendemos tudo na prática.

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Asus vai colocar Linux nos novos e-readers

Posted by Paulo em 30/11/2010

Segundo o site LinuxDevices.com, a Asus fornecerá seus novos e-readers (leitores eletrônicos de livros digitais) com Linux.

O aparelho, Asus Eee Note EA800, já está disponível em Taiwan por cerca de US$230,00, e estará disponível nos EUA no início de 2011. Ele tem uma tela touchscreen monocromática de 8 polegadas, com resolução de 1024 x 768 pixels, e suporta canetas de até 2450 pontos por polegada.

A Asus anunciou o EA800 em Junho, como sendo um TabletPC, mas mudou de ideia e reclassificou o aparelho como um leitor de livros digitais.

A página do dispositivo no site da Asus está aqui.

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Comissão aprova prioridade para software livre na administração pública

Posted by Paulo em 25/11/2010

Artigo original disponível em: http://pra.la/03kq

Comissão aprova prioridade para software livre na administração pública

A intenção do projeto é economizar no pagamento de licenças de programas de computador. Segundo Erundina, o governo gasta cerca de 2 bilhões de dólares por ano com essas licenças.

Arquivo – J. Batista
Luiza Erundina: um dos objetivos é diminuir o gasto público com programas de computador.

A Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática aprovou hoje proposta que garante preferência para softwares livres na contratação de bens e serviços de informática pela União, pelos estados, pelo Distrito Federal e pelos municípios. A medida consta de substitutivo da deputada Luiza Erundina (PSB-SP) ao Projeto de Lei 2269/99, do deputado Walter Pinheiro (PT-BA), e outros seis apensados.

Pelo texto, software livre é aquele que garante a qualquer usuário, sem custos adicionais: a execução do programa para qualquer fim; a redistribuição de cópias; o estudo de seu funcionamento, permitindo a sua adaptação às necessidades do usuário, seu melhoramento e a publicação dessas melhorias; e o acesso ao código fonte.

Para a relatora, a adoção de software livre possui três objetivos: aumentar a competitividade da indústria nacional de software, oferecer condições de capacitação para trabalhadores do setor e diminuir o gasto público com o licenciamento de programas de computador. “Estima-se que o Estado, em todos os seus níveis, gaste cerca de 2 bilhões de dólares por ano com pagamento de aluguel de licenças de programas-proprietários”, afirma Erundina.

Licitações
O substitutivo altera a Lei de Licitações (Lei 8.666/93). Segundo a lei, para a contratação de bens e serviços de informática, a administração deve adotar obrigatoriamente a licitação do tipo “técnica e preço”. A proposta estabelece que, adicionalmente, a administração deverá observar a preferência a programas de computador livres e com formatos abertos de arquivos.

Conforme o texto, formato aberto de arquivo é aquele que: possibilita a comunicação entre aplicativos e plataformas; pode ser adotado sem quaisquer restrições ou pagamento de direitos; pode ser implementado de forma plena e independente por distintos fornecedores de programas de computador, em múltiplas plataformas, sem qualquer remuneração relativa à propriedade intelectual.

A contratação de programas-proprietários só ocorrerá no caso de “justificada inadequação” do software livre. Neste caso, a avaliação das propostas deverá considerar os custos totais, incluindo instalação, licenciamento, instalação e suporte.

Programa do governo
Desde 2003, o governo já promove ações para estimular o uso do software livre pela administração pública. Assim, deixou de gastar R$ 370 milhões com a compra de softwares. Levantamento realizado pelo Comitê de Implementação do Software Livre no Governo Federal em cerca de 130 órgãos da administração pública mostrou que, até maio, 56% deles já utilizavam software livre em seus servidores e 48% implementavam software livre em sistemas de informação. Os dados estão disponíveis no Portal do Software Público Brasileiro (www.softwarelivre.gov.br), mantido pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão desde 2007.

Tramitação

A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será apreciada ainda pelas comissões de Trabalho, Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Lara Haje
Edição – Paulo Cesar Santos

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O maior obstáculo na adoção do FOSS e do GNU/Linux

Posted by Paulo em 20/11/2010

Esse post não é meu. É de um blogueiro indiano chamado Narendra Sisodiya http://blog.narendrasisodiya.com/. O post abaixo retrata as dificuldades de várias entidades e de muitos usuários comuns quando tentam migrar para o GNU/Linux e o FOSS, e mostra algumas das iniciativas indianas para promover a sua adoção.

Tradução do original disponível em http://blog.narendrasisodiya.com/2010/11/biggest-hurdle-in-fossgnulinux.html

The biggest hurdle in FOSS/GNU/Linux adaptation

Deixem-me falar sobre a maior dificuldade na adoção do Software Livre.
Esse obstáculo são os “Drivers Proprietários de Hardware“.
Na Índia recenttemente aprovamos uma “Política de Padrões Abertos”. É uma grande vitória para as comunidades de  Software Livre e nossos líderes.
Da mesma forma, precisamos de uma política de venda de Hardware. Essa política deve especificar que “Qualquer hardware que o governo compre deve ter uma especificação de drivers aberta.”

Por que isso é importante ?

Deixem-me explicar através de um exemplo.
Uma escola da minha cidade comprou um hardware a um ano atrás. Na época da compra, eles não conheciam o Linux. Agora, mesmo que queiram migrar para o Linux, ele precisam contratar uma consultoria para isso. Isso porque muitos dos dispositivos de hardware têm uma certa dificuldade de funcionar com o GNU?Linux, isso porque o GNU/Linux não possui os drivers proprietários desses dispositivos. Por exemplo, algumas webcams não funcionam no GNU/Linux, ou a maioria dos lousas interativas, que são uma tendência nas escolas, etc.

Estimados defensores do Software Livre, vocês precisam se lembrar que vocês podem visitar uma escola, ou universidade, e tentar instalar o GNU/Linux, MAS, vocês não podem alterar o hardware de um sistema. Temos de ter uma política clara que especifique que diga: “todo dispositivo deve ter uma especificação ou drivers disponíveis para todos os sistemas operacionais do mercado”.

Precisamos seriamente criar uma lista negra de drivers proprietários e de hardware e impedir sua comercialização.
Hardware proprietário é um monopólio tão perigoso quanto, ou mais do que o software proprietário.Aqui está uma lista das coisas perigosas e antiéticas:

Patentes de software       (O maior perigo)
Drivers e Hardware proprietário
Padrões proprietários
Software proprietário      (o menor perigo dessa lista)

O motivo de pelo qual dei uma classificação de perigo menor para o software proprietário é porque é fácil obter uma equivalente (por exemplo, um software livre). Por exemplo, o Firefox e o Chrome podem substituir o IE, porque ambos funcionam com o HTML.
Mas é complicado conseguir uma adaptação equivalente de um padrão proprietário largamente adotado. Por exemplo, doc x odt.
De maneira parecida, será difícil difundir o GNU/Linux por toda a Índia por causa do perfil de hardware e dos hardwares e dos seus drivers proprietários.

Por – Narendra Sisodiya

Isso me faz lembrar nossas dificuldades discutidas infinitamente nos fórums e listas de discução do SL em nosso país. Nossa dificuldade não é só nossa. Nossa dificuldade não é “proprietária”.

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Itaipu lança Centro de Excelência em Software Livre

Posted by Paulo em 12/11/2010

Original de gbpacheco em http://www.broffice.org/Itaipu_lanca_centro_excelencia_software_livre

Itaipu lança Centro de Excelência em Software Livre

Posted novembro 11th, 2010 by gbpacheco

A Itaipu Binacional, em parceria com a Oscip BrOffice.org, implantou um Centro de Excelência em Software Livre (CESL) no Parque Tecnológico Itaipu (PTI). O anúncio da parceria foi feito na quarta-feira (10), durante a abertura da VII Conferência Latino Americana de Software Livre (Latinoware) pela Superintendente de Informática da Itaipu, Marli Portella.

A idéia do projeto é ter um núcleo de pesquisa, desenvolvimento e inovação visando dar suporte ao desenvolvimento do BrOffice.org, internacionalmente LibreOffice.

Esta parceria visa ampliar a posição do Brasil com relação ao efetivo desenvolvimento do software livre, migrando de uma posição de usuários para produtores de tecnologia. Também busca incentivar a sinergia com o desenvolvimento internacional ao mesmo tempo em que combate a evasão de divisas relacionadas ao pagamento de royalties.

Adicionalmente, a Itaipu também apoiará produtos reconhecidos pela comunidade e utilizados por ela, tais como o Expresso, implementações livres de bases de dados e distribuições Linux.

Desenvolvimento Regional

O núcleo de desenvolvimento do Centro de Excelência em Software Livre também irá promover o desenvolvimento regional na bacia do Paraná (BP3), conterá cinco empresas de software livre incubadas ou graduadas no PTI e 100 profissionais da região. Os envolvidos irão trabalhar com desenvolvimento, consultoria e serviços relacionados a software livre, gerando renda local de R$ 5 milhões até 2013.

Fonte: Latinoware

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Usar Windows está cada dia mais perigoso

Posted by Paulo em 11/11/2010

Existe uma situação interessante acontecendo no mundo, hoje em dia, em particular, no Brasil: o acesso à informação, à Internet está, cada dia, mais popularizado. As vendas de PCs para as classes C e D aumentam todos os anos (http://www.opovo.com.br/www/opovo/economia/894675.html). A inclusão digital está atingindo grandes parcelas da população.

O lado oculto dessa moeda é que os crimes digitais também aumentaram, mas de maneira desproporcional (http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2010/11/10/brasil-e-3-o-em-hospedagem-de-sites-com-malware-criminoso-diz-websense/). A matéria traz duas informações alarmantes: em um ano, o número de sites maliciosos mais que dobraram e, hoje, sites com algum tipo de código malicioso representam 20% dos sites da internet. Isso significa que você tem uma chance em cinco de entrar num site que coloque um vírus na sua máquina, sem que você saiba.

Existe um ciclo vicioso nessa história. Vejamos como explicar isso de maneira bem didática:

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Lançada edição n.19 da Revista Espírito Livre

Posted by Paulo em 29/10/2010

Já está disponível para download a edição n. 19 da Revista Espírito Livre.
Link para anúncio de lançamento e download: http://www.revista.espiritolivre.org/?p=809


Revista Espírito Livre - Ed. #019 - Outubro 2010

Chegamos a mais uma edição da Revista Espírito Livre, repleta de novidades, graças a uma equipe empenhada em contribuir com materiais e experiências. Esta edição tem em sua capa um símbolo que apresenta diversos significados, mas todos estes, de alguma forma, querem dizer basicamente a mesma coisa: liberdade, uma bandeira, inclusive defendida por este editorial. O Ubuntu foi chegando, chegando e hoje é reconhecido como a distribuição GNU/Linux mais popular entre os usuários do sistema do pinguim. E não é por menos: o público que de certa forma utiliza o Ubuntu são usuários órfãos do Windows, leigos e iniciantes em GNU/Linux num geral ou ainda aqueles que buscam facilidades e praticidade no uso do sistema. Estes últimos, em especial, querem simplesmente que o sistema funcione, e se encaixam aqui, empresas, profissionais liberais, desktops corporativos, escolas, e vários outros nichos. Sabe-se porém que, as principais tarefas que hoje são feitas em um sistema que roda Ubuntu, também podem ser feitas em sistemas como Fedora, OpenSuSE, Mandriva entre outros. Então, o que torna o Ubuntu diferente dos demais?! São seus usuários? Seria o seu criador, então? Muitos entretanto temem o crescimento desta distribuição, que na visão de certos usuários, “nasceu para engolir outras distribuições”. Estranhamente, outras tantas distribuições “nascem” justamente derivadas do Ubuntu e com público fiel e cativo, como é o caso do Linux Mint. Esta edição apresenta matérias que não tem o propósito de qualificar uma e desqualificar outra distribuição. O que se percebe é que a comunidade Ubuntu é forte, sólida, animada, participante do processo de desenvolvimento, acolhedora e está a todo vapor! Buscamos então, entrevistar aquele que, de certa forma, tornou o Ubuntu uma realização possível: Mark Shuttleworth.

Esta edição ainda traz muito mais: Bruno Rocha continua falando sobre Web2py, enquanto Otávio Santana fala sobre Java EE6. Carlos Eduardo conta sua experiência ao completar um ano de capas produzidas por ele para a Revista Espírito Livre. Roney Médice trata um assunto polêmico nos dias de hoje: a questão do anonimato na internet à luz da lei. Walter Capanema comenta sobre o Google Street View, recurso amado por uns e odiado por outros. Benjamim Góis fala de seu projeto de telecomunicações, o Jubarte. Enéias Ramos também fala de seu projeto, o X-Money. Em meio a tantas matérias legais ainda arrumamos tempo para entrevistar Marc Laporte, criador do Tiki Wiki, uma ferramenta Wiki bastante peculiar e que se encontra em amplo desenvolvimento. Ainda temos matérias sobre Android, MAEMO, LibreOffice e muito mais.

Além destes já citados, vários outros, igualmente competentes, contribuiram na produção de material para a edição e a estes também fica o meu agradecimento. Sem a participação de uma equipe comprometida e profissional, a construção de uma publicação como a Revista Espírito Livre simplesmente não acontece.

Tivemos vários sorteios e o nome dos contemplados podem ser conferidos na seção PROMOÇÕES. Novas promoções estão em aberto e se você ainda não ganhou, corra! Quem sabe o próximo ganhador pode ser você. Aproveitamos para reafirmar que várias promoções para os leitores acontecem em nosso site oficial e em nossas redes sociais. Então fiquem atentos! O que não saiu na revista, certamente estará em um destes meios.

Um grande abraço a todos nossos leitores e colaboradores. Espero encontrá-los na Latinoware 2010, que acontece em Foz do Iguaçu/PR, onde estamos planejando nos encontrar para um bate-papo legal entre os que ajudam sendo leitores e os que ajudam sendo colaboradores. Sem estas, a revista não teria chegado onde chegou! Até lá!

 

Para download e informações sobre o lançamento da edição, clique aqui.

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Ubuntu 10.10 – Instalação passo a passo.

Posted by Paulo em 26/10/2010

Eu estava pensando em fazer um post mostrando essa instalação, mas às vezes o impensável acontece e, quem diria, descobri um post no portal g1.globo.com (sim, o site da Globo) que mostra todo o processo. Diga-se de passagem, é muito semelhante ao processo de instalação do 10.04 (veja o processo em https://almalivre.wordpress.com/2010/05/25/ubuntu-10-04-instalacao-passo-a-passo-via-pendrive/). De fato, o que mudou foi a sequência de telas da instalação. O resto continua igual.

Veja o processo aqui: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2010/10/quer-trocar-o-windows-pelo-linux-saiba-como-instalar-o-ubuntu.html

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Guia de uso responsável da Internet

Posted by Paulo em 24/10/2010

Do original disponível em: http://www.internetresponsavel.com.br/criancas/por-que-o-guia.php

A internet aproxima pessoas, reduz distâncias, dá acesso à informação, ao exercício da cidadania e à liberdade de expressão. Movimentar-se livremente num ambiente que oferece tantas possibilidades exige bom senso, cuidados e alguma objetividade para não se perder em meio à enorme quantidade de links. O Guia para o Uso Responsável da Internet pretende ser uma bússola de navegação para crianças, pais e professores interessados em tirar o melhor de suas experiências na web. Reúne dicas, orientações, sugestões de links, vídeos, reportagens, histórias em quadrinhos e algumas reflexões sempre atualizadas com o que há de mais novo no mundo virtual. Um dos objetivos desse Guia é aproximar quem nasceu antes e quem nasceu depois do surgimento da internet para que a tecnologia seja usada de forma saudável e participativa por crianças e adultos. Afinal, a rede de computadores é, antes de tudo, uma rede de pessoas de todas as idades trocando informações e experiências.

Acesse o site:

http://www.internetresponsavel.com.br/criancas/

http://www.internetresponsavel.com.br/professores/

http://www.internetresponsavel.com.br/pais/

 

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Sobre as licenças OEM e os PC’s usados

Posted by Paulo em 20/10/2010

Artigo original em espanhol disponível em: http://fraterneo.blogspot.com/2010/10/sobre-las-licencias-oem-y-las-pcs.html

Hoje em dia é normal que a maioria das pessoas adquira computadores usados. Lamentavelmente, eles vêm com Windows pré-instalado. Muitas lojas vendem esses computadores sem o sistema instalado e sem a etiqueta de autenticidade do Windows (Em outras palavras: Sem a licença ou “chave”).

Evidentemente, por ignorância, as pessoas as compram e procuram seu “técnico em informática” para que ele instale o Windows e todo o resto das aplicações, sem licença, como de costume.

Essa ignorância das licenças que vêm nos sistemas pré-instalados em computadores como Dell, Compaq, etc., pode acarretar problemas legais, quando se trata de uma empresa, e também para usuários domésticos. De fato, esta é uma das coisas que se deve exigir das lojas que vendem computadores usados, porque isso é ilegal. Vejam o que diz a Microsoft a respeito dessas licenças:

Uma vez que uma licença de software OEM tenha sido instalada em um PC, não se pode instalá-la em outro PC ou transferi-la. Em poucas palavras, o software OEM está “casado” com o computador original no qual foi instalado. O contrato de licença de usuário final, que é um contrato entre o fabricante do computador e o usuário final, declara que a licença OEM System Builder não pode ser transferida da máquina original para outro PC. O fabricante (ou integrador de sistemas) está obrigado a oferecer suporte técnico para a licença do Windows. O fabricante não pode dar suporte a uma licença que tenha sido transferida de um PC de sua fabricação para outro de outro fabricante; esta é uma das principais razões do porque das licenças OEM System Builder não poderem ser transferidas. O que, sim, se pode fazer é transferir o computador completo para outro usuário final, junto com os direitos de licenciamento do software. Ao fazê-lo, deve-se incluir os suportes físicos do software, os manuais (se os tiver) e a etiqueta do Certificado de Autenticidade (COA). Também é recomendável incluir a nota fiscal ou a fatura da compra original. O usuário original não pode conservar cópias do software.

Além disso, olhem o conceito que ele têm a respeito dos computadores usados:

Um PC usado é um computador que sofreu poucas ou nenhuma mudança no hardware. A licença do software OEM instalado em um PC usado não pode ser transferida para um PC novo ou diferente. O que se pode fazer é transferir a outro usuário o PC inteiro, incluindo os suportes físicos do software, os manuais e o Certificado de Autenticidade, junto com os direitos da licença do software.

Conclusão: Não importa o preço, as lojas de equipamentos usados são obrigadas a entregar, com cada computador usado, as licenças OEM do sistema instalado e sua etiqueta de autenticidade.

Nota do tradutor: Se você quer ter um sistema usado e legalizado, você tem três opções: 1 – exija do vendedor uma descrição detalhada do que está comprando e dos valores na nota fiscal de compra. Isso inclui sistema operacional, softwares adicionais como anti-vírus, programas de escritório, etc., incluindo a versão (Microsoft Windows XP SP3 Starter edition, ou Microsoft Office 2003 Standard, por exemplo). 2 – Compre o que precisa nas lojas especializadas (o que, com toda certeza vai custar muito mais do que o valor pago pelo PC usado). 3 – Use software livre, como Linux, LibreOffice, etc. Você não pagará nada de licença, terá uma máquina totalmente funcional e a prova de vírus.

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Linux desbanca Windows no mercado de datacenters

Posted by Paulo em 19/10/2010

Voltando àquele suposto número mágico de 1%, uma recente pesquisa da Linux Foundation aponta que o Linux está roubando uma fatia considerável do Windows no datacenters.

Para quem não sabe, datacenters são centros de serviços de TI, onde empresas podem contratar serviços como hospedagem de sítios, bancos de dados, virtualização e computação em nuvem, entre outros serviços.

Artigo original em http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=72718

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Opinião: Por que a Microsoft está tão assustada com o OpenOffice? – Computação Corporativa – IDG Now!

Posted by Paulo em 15/10/2010

Um burburinho apareceu hoje no mundo do Software Livre. A Microsoft publicou um vídeo, no qual coloca opiniões de supostos clientes que migraram para o OpenOffice, o software de escritório em código aberto, concorrente do Microsoft Office, e depois se arrependeram e retornaram a utilizar o pacote da empresa.

Pessoalmente, eu acho isso ótimo. Antes, quando o domínio era total, a empresa nem tomava conhecimento da concorrência, ditava as regras e impunha padrões fechados. Agora, a empresa começa a estratégia de FUD (Fear, Uncertainty and Doubt – Medo, Incerteza e Dúvida), o que indica claramente que eles reconheceram que a concorrência existe, e não é desprezível.

Como de costume, segue-se a cartilha do marketing, da qual temos exemplos durante os últimos anos, que começa com não tomar conhecimento da concorrência, quando a domínio é absoluto. O segundo passo da cartilha, é quando a concorrência já não é tão desprezível assim, e recomenda a implantação do medo, da incerteza e da dúvida, como uma ameaça aos que ousarem a se aventurar para fora do seu domínio. O terceiro passo, envolve a difamação escancarada do concorrente e, por fim, o quarto passo a utilização de métodos “não ortodoxos” de convencimento, também conhecido como “a mala”.

Se o OpenOffice, doravante conhecido como LibreOffice, já chama a atenção da, antes onipresente, empresa, significa que seu conceito aumentou na empresa, e isso deve ser um motivo de alegria e orgulho para a comunidade. No artigo publicado no IDG Now!, Por que a Microsoft está tão assustada com o OpenOffice?, Katherine Noyes mostra que minha opinião não é a única, e que as coisas estão mudando no mundo do software livre… Pra melhor.

O vídeo da Microsoft pode ser visto aqui: http://www.microsoft.com/showcase/en/US/details/faaf9eb8-77c6-4bed-bc08-c069a7bfbb04

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Novo Ubuntu 10.10: 10 motivos para testá-lo

Posted by Paulo em 08/10/2010

Novo Ubuntu chega neste domingo: veja 10 motivos para testá-lo – Computação Corporativa – IDG Now!.

Por PC World/US
Publicada em 08 de outubro de 2010 às 19h50

Versão 10.10, a Maverick Meerkat, inicializa em menos de 7s, traz recursos para redes sociais e é compatível com telas sensíveis ao toque.

Assim que o Ubuntu 10.10, também chamado de Maverick Meerkat, for liberado neste domingo (3/10) em seu site oficial, é certo que a legião de fieis do sistema estará pronta para atualizar o software. No fim das contas, essa nova versão parece ser a mais amigável já feita pela Canonical e muitos de seus novos recursos, de fato, prometem.

Leia a matéria completa em: http://idgnow.uol.com.br/computacao_corporativa/2010/10/08/novo-ubuntu-chega-neste-domingo-veja-10-motivos-para-testa-lo/

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Ubuntu Perfeito – Guia Ilustrado

Posted by Paulo em 07/10/2010

Artigo original em http://hamacker.santhanna.net/?page_id=2139

DESKTOP UBUNTU LINUX PERFEITO

Este guia visa lhe ajudar na instalação e padronização de seu Linux usando a distribuição Ubuntu.

Este guia inicia-se com a instalação do sistema operacional, depois vai arfando novos estágios até a conclusão final que será um desktop pronto e perfeito.

A quem este guia é indicado ?

Às pessoas que costumeiramente já sabem instalar algum sistema operacional, até mesmo usuários de Windows que já fizeram a instalação do Windows são capazes de usar este guia para instalar o Ubuntu Linux.

Tópicos :

  1. Instalando o Ubuntu
  2. Editando repositórios e atualizando o sistema
  3. Completando o idioma do Ubuntu
  4. Atualizar lista de hardwares IDS
  5. Será que existem hardwares que precisam de módulos (drivers) proprietários  ?
  6. Habilitar efeitos : compiz ou metacity ?
  7. Gerenciador de clipboard Parcellite
  8. Manuais e guias para usar o programas populares no Ubuntu
  9. ipV6, habilitar ou não habilitar ?
  10. Possuir o básico para editar arquivos de configuração e compilar módulos
  11. Ferramentas para os mais variados tipos de compactação e descompactação de arquivos
  12. Java, qual instalar ? Oracle Java ou a versão opensource ?
  13. Adobe Reader e também plugin DRM
  14. Firefox ideal
  15. Openoffice ideal
  16. Ganhando produtividade por usar modelos prontos
  17. Instalando codecs de multimídia
  18. Tocador VLC e outras aplicações de multimídia
  19. Programas de cópia de segurança(backup)
  20. Obtendo mais temas
  21. Obtendo mais fontes tipográficas
  22. Obtendo o Google Chrome
  23. Obtendo o Google Earth
  24. Obtendo o Google Picasa
  25. Obtendo o Skype
  26. Tornando o Ubuntu um servidor multimedia para clientes Playstation 3
  27. Ferramentas para Administradores de Rede e Segurança
  28. Wine, preciso dele ?

Dúvidas ou sugestões, deixem seus comentários.

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LibreOffice – primeiras impressões

Posted by Paulo em 06/10/2010

Assim que foi anunciada a criação da Document Foundation e a criação do LibreOffice, começaram a pipocar nas listas relacionadas ao OpenOffice.org/BrOffice.org links para download dos pacotes para a instalação do LibreOffice 3.3 Beta, que seria a versão 3.3 do OpenOffice.org, com o novo nome.

Mais que depressa baixei o arquivo LO_3.3.0-beta1_Linux_x86_install-deb_en-US.tar.gz, disponível para download no endereço http://tdf.c3sl.ufpr.br/libreoffice/testing/LO_3.3.0-beta1_Linux_x86_install-deb_en-US.tar.gz, e comecei a instalação.

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A Oracle deseja o melhor para o LibreOffice, mas não vai cooperar diretamente

Posted by Paulo em 06/10/2010

Tradução do original em inglês disponível em: http://www.h-online.com/open/news/item/Oracle-wishes-LibreOffice-the-best-but-won-t-directly-cooperate-1102095.html

A Oracle deseja o melhor para o LibreOffice, mas não vai cooperar diretamente


A Oracle disse que não trabalhará diretamente com a Document Foundation e o LibreOffice, fork do pacote OpenOffice.org. Em um e-mail do responsável pelas relações públicas da Oracle para Steven J. Vaughn-Nichols da ComputerWorld, a emprsa disse que acredita que o OpenOffice.org é a implementação mais avançada e com recursos mais ricos e incentiva a comunidade do OpenOffice a contribuir diretamente com ele.

A Oracle disse que a capacidade de qualquer um fazer um fork do código constiui-se na “beleza do código aberto” e acrescentou que se a Document Foundation “ajudará no avanço do OpenOffice e do Open Document Format (ODF), nós lhes desejamos o melhor”. A não participação da Oracle na Document Foundation significa que a marca OpenOffice ficará com a versão da Oracle do pacote de escritório. Também parece inevitável que o LibreOffice comece a se diferenciar do OpenOffice da Oracle tão logo o desenvolvimento comece.

Veja também:

* LibreOffice – A fresh page for OpenOffice, a feature from The H.
* LibreOffice – A community fork for OpenOffice.org, a report from The H.

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Curso básico de Ubuntu

Posted by Paulo em 05/10/2010

Há algum tempo criei uma área neste blog chamada de Curso Básico de Ubuntu. Nela, listei alguns tópicos que eu considero importantes para quem está se iniciando na utilização desse sistema.

Finalmente comecei a liberar alguns tópicos para leitura. Procuro utilizar uma linguagem acessível e não técnica. Você pode consultar os tópicos clicando no menu superior em “Curso Básico de Ubuntu“, ou clicar direto no tópico que interessa no menu da direita “Páginas desse Blog”.

Os textos são referentes à versão 10.04 LTS do Ubuntu, mas praticamente todos os tópicos valem para versões anteriores 9.04 e 9.10. Escolhi a versão 10.04 LTS porque ela terá suporte até 2013 e, portanto, é um bom ponto de partida para quem está iniciando. A versão 10.10 será lançada no próximo dia 10/10/2010. De antemão aviso que algumas coisas mudam, mas o básico do sistema continua o mesmo.

Eu sugiro que, quem está iniciando instale, primeiro, a versão 10.04 e, mais tarde, quando estiver mais seguro e mais à vontade com o sistema, atualize para o 10.10. Um tutorial de instalação bem didático está disponível aqui.

Você pode baixar a versão 10.04 do Ubuntu por torrent baixando o arquivo de torrent neste link: http://www.gtlib.gatech.edu/pub/ubuntu-releases/lucid/ubuntu-10.04.1-desktop-i386.iso.torrent

O download direto está neste link: http://www.gtlib.gatech.edu/pub/ubuntu-releases/lucid/ubuntu-10.04.1-desktop-i386.iso

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Linux está pronto para processadores de até 48 núcleos

Posted by Paulo em 05/10/2010

Linux está pronto para processadores de até 48 núcleos

No futuro, se o número de núcleos em um processador for "significativamente maior do que 48", novas arquiteturas e sistemas operacionais poderão tornar-se necessários. Até lá, o sistema operacional Linux dará conta do recado. - Imagem: Christine Daniloff

Artigo original em: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=linux-multicore-48-nucleos&id=010150101004&ebol=sim

Linux está pronto para processadores de até 48 núcleos

Redação do Site Inovação Tecnológica – 04/10/2010

Geração multicore

Para continuar melhorando o desempenho dos computadores, os fabricantes se voltaram para a adição de mais “núcleos”, ou unidades de processamento, em cada chip, deixando de lado a antiga corrida pela aceleração pura dos processadores.

Em princípio, um processador com dois núcleos será duas vezes mais rápido do que um processador com apenas um núcleo, um processador com quatro núcleos será quatro vezes mais rápido, e assim por diante.

Para isso, contudo, é necessário dividir as tarefas computacionais para que elas sejam executadas de forma eficiente em vários núcleos.

Fazer programas capazes disso é uma tarefa difícil, e essa dificuldade só aumenta conforme aumenta o número de núcleos.

Muitos especialistas defenderam que, para aproveitar a geração multicore seria necessário reinventar a computação, incluindo reescrever as linguagens de programação e os sistemas operacionais para permitir tirar proveito dos múltiplos núcleos em um único processador.

Leia a matéria completa em: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=linux-multicore-48-nucleos&id=010150101004&ebol=sim

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Twitcam com Marcos Mazoni

Posted by Paulo em 04/10/2010

Marcos Mazoni, presidente do Serpro, a maior empresa de TI da América Latina fala sobre o Plano Nacional de Banda Larga, Software Livre, entre outras coisas.

http://static.livestream.com/chromelessPlayer/wrappers/TwitcamPlayer.swf?hash=28bsz

twitcam –> http://twitcam.com/28bsz

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Lançada edição nº18 da Revista Espírito Livre

Posted by Paulo em 30/09/2010

Já está disponível para download a edição n. 18 da Revista Espírito Livre. Link para anúncio de lançamento e download: http://miud.in/elc

Abaixo reproduzo parte do Editorial:

Caro leitor, trazemos mais uma nova edição que, para não ser diferente, foi gerada depois de muito trabalho de uma equipe batalhadora, e que merece todo o respeito. Procuramos disponibilizá-la no menor tempo possível, entretanto a falta de certos recursos inviabilizaram o processo. Mesmo assim, estamos aqui como a edição do mês de setembro. Tivemos a oportunidade de estar frente a frente com Linus    Torvalds, criador do Linux, o popular kernel que habita em diversos de nossos computadores. Ele esbanjou simpatia ao nos receber em uma longa entrevista durante a LinuxCon, em São Paulo. Não somente a entrevista, mas juntamente com o fato de que ainda não havíamos tido uma capa sobre o tão falado pinguim, além de sua popularidade já comprovada, foram os responsáveis pela escolha deste tema. Apesar do bate-papo ter sido longo, preferimos publicá-lo na íntegra, sem cortes, onde Torlvalds, assim como em várias de suas declarações, divide opiniões por onde passa. O que se constata é que, kernel após kernel, o Linux se fundamenta como uma solução viável entre os mais diversos usuários. Isto graças, não somente a Torvalds, mas a uma comunidade atuante e sempre em evolução. Quanto a entrevista, agradecimento especial a Kemel Zaidan, que esteve no evento representando a Revista Espírito Livre.

Além da entrevista, contamos ainda com a colaboração de diversos outros parceiros, que fundamentaram bem o tema de capa. Ricardo Ogliari faz uma análise do pinguim nos dispositivos móveis, mais especificamente nos celulares, enquanto Rodrigo Carvalho foca o seu uso no Android, o sistema operacional baseado em Linux, que vem se popularizando rapidamente entre as empresas que produzem aparelhos de celular e seus respectivos usuários, que por diversas vezes, se apresentam como fãs da plataforma. Jomar Silva faz uma pergunta interessante sobre os usuários linux: “Quem não usa Linux?”, afinal muitos usam sem saber! Alexandre Oliva avalia pontos polêmicos que envolvem o este famoso kernel e levanta várias questões que merecem ser analisadas.

Em paralelo a isso tudo, os outros colaboradores também enriqueceram a edição com suas matérias: Marco Passos destaca a dificuldade de coordenar projetos colaborativos enquanto Jamerson Tiossi afirma que o usuário doméstico é a fronteira final quanto a adoção do software livre no desktop. André Déo e Aécio Pires descrevem como gerenciar redes com o Zabbix e prometem continuar com outros artigos a respeito. Alexandre A. Borba levanta questões de reflexão sobre a recente criação da suite LibreOffice.

Além destes, outros também contribuiram e o meu sentimento é de muita gratidão com todos, entre estes os nossos parceiros das promoções, sorteios e brindes.

Estamos pipocando de promoções e desta vez batemos o recorde entre todas as edições. São promoções para todos os gostos. Cursos, maratonas, eventos, livros, kits e muito mais. Convidamos os leitores a sempre visitarem o site oficial da revista, pois algumas promoções acabam sendo feitas somente através do site, de nossas redes sociais, parceiros, etc. Vale ressaltar ainda que, se você já participou de uma promoção, pode se inscrever nas demais promoções, sem problema. Só não há necessidade de se inscrever numa mesma promoção várias vezes, já que os registros duplicados são excluídos. É torcer e ficar atentos às novidades!

Um forte abraço a todos nossos leitores, que mês após mês, nos revigora com mensagens de conforto e garra, muito importantes para que nos fortalecer e mantermos nosso compromisso de ler informação de qualidade e credibilidade, a custo zero ao leitor. Reforço a chamada por diagramadores e aproveito ainda para me desculpar pelos artigos que ainda não foram publicados. Já estão na lista de tarefas. Até a próxima!

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OpenOffice.org agora é LibreOffice.org

Posted by Paulo em 28/09/2010

Artigo original em: http://www.broffice.org/the_document_foundation

Comunidade OpenOffice.org cria fundação independente para continuar o desenvolvimento da suíte de escritório livre

Posted setembro 28th, 2010 by rocheleprass in

LibreOffice

Com apoio de gigantes da Tecnologia da Informação, líderes mundiais do projeto OpenOffice.org passam a desenvolver a suíte de forma independente. BrOffice.org – Projeto Brasil faz parte da fundação.

A comunidade de voluntários que desenvolve e promove o OpenOffice.org, a suíte de escritório livre líder do mercado, anuncia uma grande mudança na estrutura do projeto. Depois de 10 anos de sucesso com a Sun Microsystems como fundadora e principal patrocinadora, o projeto lança uma fundação independente chamada “The Document Foundation” (TDF). A Fundação escolheu a marca LibreOffice, internacionalmente, como uma alternativa ao OpenOffice.org e vai coordenar e supervisionar o desenvolvimento do software.

O objetivo é ter maior independência na decisão sobre os rumos do projeto internacional, alinhando-o às necessidades de instituições e pessoas que já usam o aplicativo. Já os usuários brasileiros continuarão utilizando o BrOffice.org, cuja marca permanecerá a mesma. Ao integrar-se no esforço de desenvolvimento da The Document Foundation, o projeto brasileiro continua com o mesmo foco: desenvolver o melhor pacote de aplicativos livre para o Brasil.

Uma versão beta, baseada no OpenOffice.org 3.3, com alguns acréscimos, já está disponível para download no site: http://www.libreoffice.org. Desenvolvedores serão convidados a participar do projeto e a contribuir com desenvolvimento do código fonte, bem como tradução, teste, documentação e suporte.

A Oracle, que permaneceu com os ativos do OpenOffice.org, em consequência da compra da Sun Microsystems, foi convidada a participar da nova Fundação, e a doar a marca para a comunidade. Enquanto a The Document Foundation aguarda essa decisão, a marca a ser adotada é “LibreOffice”. A fundação contará com apoios de gigantes mundiais de TI, como a Canonical, Google, Novell, Red Hat e Open Source Initiative.

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Linux: Desbancando o mito do 1%

Posted by Paulo em 27/09/2010

Interessante artigo de Caitlyn Martin, publicada na O’Reilly, em 7 de Setembro.

Artigo original em Inglês em: http://broadcast.oreilly.com/2010/09/debunking-the-1-myth.html

Desbancando o mito do 1%
Por Caitlyn Martin, 7 de Setembro de 2010

“Nada é tão absurdo. Se você repetir com a frequência suficiente, as pessoas acreditarão.” –William James

Parece que, quase todos os dias, alguém na imprensa, ou num fórum de tecnologia, alega que a adoção do Linux em Desktops (incluindo laptops) é insignificante. O número apregoado fica em torno de 1%. Essas alegações são também repetidas por pessoas que defendem o uso do Linux. Ambas as ideias, de que a fatia de mercado do Linux nos desktops seja insignificante, e a figura do 1% são simplesmente falsas, e têm sido já há vários anos.

A fatia de mercado do Linux não é pequena. O Linux e o UNIX possuem a maior parte do mercado de servidores por mais de uma década. O Linux é muito competitivo embarcado em dispositivos. E também está fazendo um grande estardalhaço no mercado de desktops corporativos e residenciais, o que inclui laptops, notebooks e netbooks.

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Vírus no Linux? Vida curta e difícil

Posted by Paulo em 26/09/2010

Um ótimo artigo do professor de ciências de computação da Universidade de Brasília (UnB), traduzido do original em inglês de Ray Yargin, em 2006, mas ainda muito atual, mostrando por que as opiniões gerais a respeito dos motivos pelos quais sistemas Linux não são infectados por vírus (em geral se ouve dizer que é porque o sistema não é muito utilizado e, por isso, não é visado pelos crackers) são, no mínimo, balelas.

Esse é um artigo que mostra tecnicamente, mas com uma linguagem acessível aos mais leigos, as verdades e mentiras sobre o assunto. Vale a pena ler.

O artigo original está em http://www.cic.unb.br/docentes/pedro/sd.php

Vírus no Linux? Vida curta e difícil

Derivado para o Português por Pedro A. D. Rezende do artigo publicado em Librenix por Ray Yargin, Agosto de 2006
Por que é que vírus de Linux não é mais do que um assunto para rodas de ciberpapo?  Por que é que os vírus para Linux não nos afetam do jeito que os vírus para produtos Microsoft afetam, a usuários do Windows em particular, e aos cibernautas em geral?
Existem várias razões porque o assunto vírus-de-Linux é abobrinha. Quase todas elas já familiares para quem usa o kernel, quase todas elas ainda desprezadas por quem gosta de ser enganado (tagarelando abobrinhas tipo “é menos atacado porque é menos usado”). Mas há uma razão, muito importante, que estudiosos da evolução biológica podem apreciar. Antes, porém, devemos saber porque o Linux não dá mole para vírus.

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Tecnologias assistivas: a importância do Linux na inclusão de pessoas com deficiência

Posted by Paulo em 23/09/2010

Há dois dias atrás, o Ricardo Lima, instrutor de informática da Unilehu – Universidade Livre para a Eficiência Humana (http://www.unilehu.org.br/), fez um pedido de ajuda na lista de usuários Ubuntu-br (https://lists.ubuntu.com/archives/ubuntu-br/2010-September/079350.html). Normalmente, a lista dá apenas ajuda online, mas, como moro em Curitiba e o problema dele parecia ser relativamente simples de resolver, pedi para entrar em contato comigo e combinarmos uma hora para eu dar uma olhada no problema. De antemão, fiz uma rápida pesquisa na internet sobre o problema que ele descreveu e, visitei a escola onde ele dá aulas de informática para pessoas com deficiência visual.

Devo dizer que foi uma experiência muito boa. O Ricardo utiliza em suas aulas duas remasterizações do Ubuntu, o F123.org e o Linux Acessível em pendrives, ambas utilizando o software Orca como base para possibilitar o acesso de pessoas com deficiência visual a recursos de informática.A ideia é que cada pessoa leve seu pendrive no bolso. Quando precisar utilizar computadores, seja em lan-houses, na escola, ou em qualquer outro local, coloca o pendrive na máquina (ou um CD, já que também é possível instalar o sistema nesse tipo de mídia), inicializa a máquina por ele e tem uma máquina totalmente funcional em questão de segundos.

Mas, nem tudo são flores. “Shit happens”, como dizia o filósofo Murphy. Justamente nas máquinas destinadas ao ensino de informática para deficientes visuais, foram instaladas placas de vídeo com sérios problemas de compatibilidade, pelo fabricante, a Positivo Informática.

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Diaspora libera código fonte

Posted by Paulo em 17/09/2010

Artigo original em: http://under-linux.org/diaspora-libera-codigo-fonte-1677/

Por code, publicado em 16-09-2010 12:19

Os desenvolvedores do Diaspora acabam de liberar o código-fonte e as capturas de tela de seu software aberto de rede social. Por sinal, o projeto já tem acumulado mais de US$ 200 mil em doações desde a última primavera. Para quem ainda não conhece, o Diaspora é uma rede social baseada em peer-to-peer com configurações de privacidade altamente específicas. Ela foi projetada como uma alternativa para redes sociais como Facebook e MySpace, que são controladas por provedores centrais. Você pode conhecer o site do projeto clicando aqui.

Como funciona? Esses computadores da rede Diaspora são conhecidos como seeds (ou sementes), que serão de propriedade do usuário, sendo hospedado por eles, diretamente, ou de forma indireta, através de um servidor alugado. Essa semente então irá agregar informações de outras redes sociais como Facebook e Twitter.

Os fundadores discutiram uma rede social com foco voltado para o compartilhamento contextual. Eles afirmaram que “Nós vivemos nossas vidas reais em contexto, falando sobre quaisquer assuntos de nossas vidas para as pessoas que conhecemos a nossa volta”, e completaram “Deixar o código nas mãos dos desenvolvedores será nosso primeiro experimento em criar uma ferramenta simples e funcional para o compartilhamento contextual”.

O Diaspora também apresentou alguns screen shots do seu serviço, que se assemelha e muito ao próprio Facebook. E vem dessa semelhança, o termo cunhado para se referir ao Diaspora como “matador de Facebook”. Afinal, uma das táticas mais básicas de se tirar os “clientes” da concorrência, é prover um serviço alternativo, similar não somente em funcionalidade, mas em aparência e comportamento. Claro que o Diaspora vai muito além de ser um mero “pseudo-clone” do Facebook.

O plano dos desenvolvedores do Diaspora, é lançar sua operação ainda em outubro desse ano de 2010, como uma versão alpha de seu software. O mais interessante é que o Diaspora virá embarcado com a capacidade de acessar dados de usuários do Facebook, e integrá-los ao pool de dados armazenados em um nó de rede. As notificações, aparentemente, também poderão ser reintegradas ao Facebook caso seja necessário.

Isso significa que os usuários do Facebook que desejem migrar seus perfis para a rede social Diaspora, poderão fazê-lo sem muito esforço.Com certeza, essa funcionalidade será capaz de abalar (nem que seja temporariamente) o fluxo de crescimento de usuários da maior rede social do mundo. E se o Diaspora se mostrar “bom o suficiente”, quem sabe veremos um império inteiro ruir? Está certo que o Diaspora não roubará de forma direta os usuários de outras redes, mas pode contribuir para tirar o foco dos seus usuários.

Por sinal, é essa também é a principal funcionalidade que distingue o Diaspora de outras redes sociais privadas em atividade como a Buddypress, que permitem a criação e o controle de redes sociais por grupos fechados, mas que não oferecem qualquer interoperabilidade c om outros serviços. E o projeto de código do Diáspora está sob uma licença aberta, como a Affero General Public License version 3 (AGPLv3), e pode ser encontrado no repositório GitHub.

Aqueles que tiverem interesse em acompanhar as notícias sobre o desenvolvimento do Diaspora, poderão acessar seu Twitter ou Identi.ca, além de participar de sua lista de discussão.

Links de Interesse:
– “Facebook killer” Diaspora source code released
– Facebook Competitor Diaspora Launches Developer Release

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Porque a Microsoft erra ao continuar criticando o uso do software Open Source?

Posted by Paulo em 16/09/2010

Artigo original em: http://bsrsoft.com.br/portal/bsrsoft/bsrsoft-dev-editorial-porque-a-microsoft-erra-ao-continuar-criticando-o-uso-do-software-open-source/

Nesta terça-feira, 14 de setembro de 2010, o presidente da Microsoft para América Latina, Hernán Rincón, criticou a decisão de alguns governos da região, incluindo, e especialmente o Brasil, de incentivar – ou mesmo obrigar – a adoção de software livre em seus serviços públicos e sistemas educacionais.

Comentou: “Com todo respeito ao Brasil, mas qual deveria ser o papel do governo? Desenvolver software ou melhorar a vida da pessoas?”

Cometeu diversos enganos, aparentemente de forma intencional, haja visto que trata-se do principal executivo da Microsoft na região que de forma previsível defende o modelo de negócio desta, o software fechado.

Cometeu engano quando vinculou o uso de software livre pelo governo brasileiro à uma hipotética necessidade de desenvolvimento interno de software.

Esqueceu-se de maneira proposital, que software livre, pronto, está disponível livremente por ai. Na maior parte dos casos, nenhum desenvolvimento adicional é necessário.

Muito do que é feito simplesmente, é se escolher o software necessário (livre) e se não houver pessoal interno do serviço público habilitado à instalá-lo e mantê-lo, contrata-se uma empresa especializada para fornecer o devido suporte. Só que neste caso, não entra a Microsoft já que até hoje esta não fornece suporte à software livre.

E apesar de tudo isso, desenvolvimento de software ainda é uma tarefa corriqueira em todos os governos do mundo. Por que isso haveria de ser uma aberração aqui no Brasil?

O governo brasileiro prefere e muitas vezes obriga a apresentação de software livre em suas licitações por diversos motivos, destacando-se:

  • Muitas empresas brasileiras podem prover suporte e desenvolvimento sob software livre, criando empregos, capacitando mão-de-obra em tecnologias de ponta e criando tecnologia de ponta;
  • Possibilidade de auditoria imparcial e total sobre o que setores estratégicos do governo estão rodando em seus computadores, impossibilitando espionagem via back-doors nos programas, por exemplo;
  • Independência tecnológica e independência de fornecedor;
  • Garantia de interoperabilidade entre sistemas diferentes que usem protocolos abertos;

São ótimos motivos para qualquer governo no mundo preferir software aberto e livre.

A NSA (Agência Nacional de Segurança dos EUA especializada em espionagem eletrônica) roda Linux nas estações de trabalho internas, para que tenham acesso ao código de todo programa que usam.

O DoD (Departamento de Defesa dos EUA) segue linha parecida.

O governo da França também e pelos mesmos motivos do Brasil.

Aparentemente a Microsoft vem atacando a iniciativa brasileira pró open source, pois o Brasil perfaz 45% do faturamento deles na América Latina, sendo esta a região com a melhor curva de lucratividade para a empresa atualmente.

Estão defendendo a galinha dos ovos de ouro. às custas de espalhamento de desinformação e medo.

E justo nesses dias em que a Microsoft vem ventilando para todo mundo ouvir, que coexiste bem com o software livre e que até “ama o software livre”.

Palavras ao vento não valem nada. O que funciona de verdade, são ações concretas.

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Matéria sobre o assunto: http://idgnow.uol.com.br/mercado/2010/09/14/executivo-da-microsoft-critica-posicao-brasileira-sobre-software-livre/

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PASL.NET.BR – Páginas Amarelas do Software Livre

Posted by Paulo em 10/09/2010

O Páginas Amarelas do Software Livre – PASL.NET.BR – é uma iniciativa sem fins lucrativos que pretende promover a disseminação do Software Livre através da divulgação dos vários canais de ajuda e suporte atualmente disponíveis.

O portal disponibilizará seus serviços gratuitamente tanto para quem busca ajuda, quanto para quem a oferece. O objetivo não é, oferecer os serviços de suporte em si, mas indicar onde eles podem ser encontrados. Estão disponíveis serviços pagos e gratuitos, sendo de responsabilidade de cada anunciante os critérios para a prestação de seus serviços.

O portal é voltado exclusivamente para software livre e assuntos relacionados a inclusão digital. Nele você não encontrará ajuda para problemas com softwares proprietários, embora vários de nossos anunciantes possam, também, prestar esses serviços a esse tipo de plataforma. Entretanto, existem muitos softwares livres que rodam em plataformas proprietárias. Para esses, você também encontrará suporte aqui.

O principal canal de suporte oferecido é o de classificados, onde você poderá encontrar um profissional capacitado para prestar ajuda próximo à sua localidade. O portal também oferece um canal IRC no Freenode, o #pasl.net.br, que pode ser acessado pelo seu programa de mensagens preferido, ou pelo link “CHAT ONLINE”. A equipe está trabalhando para oferecer acesso a outros tipos de suporte, como links para os suportes oficiais dos softwares mais requisitados, download de apostilas, livros e material de referência.

Se você gostou da iniciativa e quer ajudar, há várias formas:

– Cadastre-se no portal e ofereça seus serviços;
– Permaneça conectado no chat e responda às duvidas dos usuários;
– Ajude no desenvolvimento e manutenção do portal;
– Divulgue a iniciativa aos seus contatos, amigos e conhecidos;
– Faça uma doação ao projeto.

A equipe do PASL.NET.BR agradece a sua colaboração.

Visite já: http://www.pasl.net.br

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Linux: após 19 anos, uma diversão que conquistou o mundo

Posted by Paulo em 09/09/2010

Por Flavio Amaral . 02.09.10 – 10h21 do http://colunistas.yahoo.net/posts/4629.html

Em poucas semanas, o Linux vai completar 19 anos de vida. Para quem nunca ouviu falar do Linux, ele é um sistema operacional concorrente do Microsoft Windows e do MacOS da Apple. Diferentemente deles, é gratuito e não foi criado por uma empresa, mas sim a partir de um trabalho de faculdade de um estudante finlandês de Ciências da Computação,  em 1991. E a coisa mais inusitada é que desde o momento da sua criação, foi (e ainda é) encarado como diversão pelo seu criador: Linus Torvalds. “Criei o Linux para ter algo com que me divertir quando estivesse trabalhando com computadores” informou Linus durante sua palestra na Linuxcon, que aconteceu em São Paulo nos dias 31 de agosto e 1 de outubro.

O Linux cresceu à medida que ele divulgou em comunidades de Usenet e listas de e-mail. As pessoas viram o projeto, gostaram e começaram a sugerir melhorias.  Elas foram implementadas e o projeto foi crescendo com a chegada de mais voluntários para ajudá-lo. A consequência disso é que deu início a uma tendência de aplicações gratuitas que viabilizaram o crescimento da Internet.

Para saber mais

– Livro escrito por Linus Torvalds sobre o projeto: Só Por Prazer – Bastidores da Sua Criação.

– Filme sobre oLinux: Revolution OS.

– Livros de programação: C in a Nutshell e Algorithms in C

– Sites: Linux Brasil, BR-LinuxUbuntu Dicas, Ubuntu-BR, Site oficial do Ubuntu.

Leia a matéria completa em: http://colunistas.yahoo.net/posts/4629.html

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O que tornam essas 10 distribuições Linux tão populares? – Computação Corporativa – IDG Now!

Posted by Paulo em 07/09/2010

O que tornam essas 10 distribuições Linux tão populares? – Computação Corporativa – IDG Now!.

Ubuntu, Fedora, Linux Mint, OpenSUSE, PCLinuxOS, Debian, Mandriva, Sabayon/Gentoo, Arch Linux/Slackware, Puppy Linux/DSL.

Não importa qual sua máquina ou seu nível de conhecimento em informática. Sempre há um Linux que se encaixa às suas necessidades.

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Países mantêm pobreza ao comprar “caixas pretas” – Mundo – Gazeta do Povo

Posted by Paulo em 06/09/2010

Países mantêm pobreza ao comprar “caixas pretas” – Mundo – Gazeta do Povo.

Publicado em 05/09/2010 | HELENA CARNIERI

Enquanto grupos religiosos se privam de modernidades por sua escolha, países emergentes fa zem uma opção semelhante ao comprar produtos de tecnologia de ponta no formato de “pacotes” prontos de outros países. A opinião é corrente entre analistas do tema, que criticam o pouco investimento que se faz no desenvolvimento de conhecimento próprio.

Um exemplo foi a escolha do padrão de tevê digital brasileiro, há quase três anos. Havia uma pesquisa inédita nacional, do Centro de Pesquisa e Desenvolvi mento (CPqD), de um modelo aberto do equipamento que se ria compatível com outros sistemas de tevê digital.

Leia a matéria completa em: http://www.gazetadopovo.com.br/mundo/conteudo.phtml?tl=1&id=1043398&tit=Paises-mantem-pobreza-ao-comprar-caixas-pretas

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Vice-presidente da Oracle apoia a revolução do software na histórica conferência internacional de aniversário do OpenOffice.org

Posted by Paulo em 02/09/2010

Na recém lançada revista Espírito Livre, edição 17, publiquei um artigo onde expresso minha opinião a respeito do pânico que tomou conta da comunidade do software livre, com respeito ao tratamento que a Oracle vem dando às comunidades. Basicamente, eu disse que a Oracle apoiará aqueles projetos de código aberto que estiverem de acordo com a estratégia de negócios da empresa.

A confirmação das minhas suspeitas veio no dia seguinte à publicação da revista. Vejam o que o Vice-presidente da Oracle, Michael Bemmer, disse ontem no Congresso Internacional do OpenOffice.org, edição do décimo aniversário do projeto, em Budapeste, Hungria:

Matéria original em http://www.broffice.org/oracle_declara_apoio_ao_software_livre_em+conferencia_internacional

O OpenOffice.org, o Open Document Format e os seus clientes são igualmente importantes”, disse nesta quarta-feira 01 de setembro, o Vice-Presidente e Gerente Geral da Oracle, Michael Bemmer durante a OpenOffice.org Conference, um evento internacional realizado anualmente. Embora Bemmer não divulgue detalhes da futura estratégia de sua empresa, ele deixou claro que o crescimento inexorável do OpenOffice.org continuará nos próximos anos, num discurso intitulado “Uma Década de Sucesso” na sessão da plenária da OpenOffice.org Conference, no edifício do Parlamento Húngaro.
O evento deste ano foi visto como o mais importante até o momento, pois a comunidade internacional de TI aguardava a primeira declaração da gigante norte americana Oracle, sobre o futuro do OpenOffice.org desde a aquisição da Sun Microsystems no início do ano.
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Lançada a Revista BrOffice.org número 14

Posted by Paulo em 31/08/2010

CAPA Revista 14 RB 14 | BrOffice.org – Em Concursos Públicos


A revista aborda no tema de capa a exigência de conhecimentos sobre BrOffice.org em concursos públicos. Reportagem traz a visão de especialistas sobre a construção de uma carreira no setor público e mostra como os candidatos podem se preparar para as provas, com dicas de estudos e análise de questões que já caíram em concurso. Além disso, para auxiliar os leitores que procuram uma colocação no mercado de trabalho, a seção “Escritório Aberto” disponibiliza para download, gratuitamente, uma série de modelos de documentos. Além de muitas dicas e tutoriais feitas por quem entende do assunto. Boa leitura! Participe: envie críticas e sugestões para revista(a)broffice.org.

Baixe a edição completa:

Arquivo em *.pdf

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Lançada edição n. 17 da Revista Espírito Livre

Posted by Paulo em 31/08/2010

Já está disponível para download a edição n. 17 da Revista Espírito Livre.
Link para anúncio de lançamento e download: http://miud.in/aO8

Abaixo reproduzo parte do Editorial

Esta edição apresenta a seus leitores um tema que já deixou de ser novidade, mas que conforme a evolução tecnológica se apresenta diante de nossos olhos, se torna uma pauta cada vez mais preocupante. Ao falar de TI Verde, diversos sub-temas nos veem a mente: reciclagem, economia de energia, uso sustentável de nossos bens, melhor utilização de nossos computadores, cuidados com o meio ambiente como um todo e não somente no que diz respeito a nossa “lixeira”. Será que estamos fazendo a nossa parte? Será que existe isso de “nossa parte”? Adianta fazer algo ou nos resta apenas assistir o fim?! As questões são muitas e nesta edição tentamos trazer, não respostas, mas reflexões sérias sobre estes e outros temas relacionados. Os conceitos de TI Verde já amadureceram bastante, a ponto de se criarem legislações específicas em certas ocasiões. Usuários e empresas já compreenderam que diante desta nova realidade, não basta sentar e assistir, é preciso que algo seja feito, já que muitos concordam que estamos em um caminho sem volta.

Nossa entrevista internacional da edição é com Kirk W. Cameron, criador do Granola, um software que gerencia de forma inteligente a energia utilizada por computadores, disponível para diversas plataformas, além de seu código ser aberto e gratuito. Bianca Oliveira faz reflexões sobre TI Verde, meio ambiente e Mercado. João Carlos Caribé fala sobre a matriz de forças da sustentabilidade e questões polêmicas envolvendo o tema. Ricardo Ogliari fala sobre TI Verde, sensores e computação úbiqua. Cezar Taurion, Yuri Almeida, Alexandre Oliva e outros colunistas fixos também retratam muito bem o tema  recorrente em nossos telejornais.

Além do tema principal, tivemos diversas participações que merecem ser citadas. Marlon Ferrari fala sobre Python no cenário empresarial, enquanto Otávio Santana fala sobre GWT, kit de ferramentas de desenvolvimento para aplicações web feito pela Google. Flávia Suares e Joelias Júnior falam sobre duas ferramentas interessantes para os usuários do Twitter: Lambitter e Twitradio. Wilkens Lenon fala sobre os mais diversos sabores do Software Livre, citando várias distribuições GNU/Linux e suas diferenças. Bruno Cezar Rocha fala do Web2Py, um framework para desenvolvimento web em Python, enquanto Igor Morgado trata de Gerenciamento de unidades no Linux. Além destes, outros também contribuiram e o meu sentimento é de muita gratidão com todos.

A Revista Espírito Livre enviou ainda um correspondente que trará notícias sobre a LinuxCon São Paulo, que ocorre nos próximos dias. Em breve teremos notícias de lá! Também estamos com palestra agendada na grade do FASOL 2.0, em Santarém/PA. Além disso, a Revista Espírito Livre está pipocando de promoções. Solicitamos que estejam atentos pois entramos em contato com os ganhadores apenas via email – o mesmo informado no cadastro de cada promoção. Também é interessante lembrar que se você já se inscreveu em uma promoção, pode se inscrever novamente em outras! A partir daí é torcer para ser sorteado.

Gostaria de agradecer a colaboração de toda a equipe e já adiantar o meu pedido de desculpas por não ter publicado todas as matérias que estão em nossa fila de tarefas. Estamos em busca de novos colaboradores, inclusive diagramadores que utilizem Scribus, para tentarmos agilizar diversos processos dentro da revista. Se você utiliza Scribus e quer contribuir, entre em contato!

Ah! Talvez seja hora de desligar o computador e plantar uma árvore…

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DLL Hijacking também afeta algumas distribuições Linux

Posted by Paulo em 30/08/2010

Artigo original em: http://www.dicas-l.com.br/arquivo/dll_hijacking_tambem_afeta_algumas_linux_distros.php

Colaboração: Alexandro Silva

Data de Publicação: 30 de agosto de 2010

Durante esta semana vimos o”caos” reinando no império do tio Bill. Devido a falhas em DLLs no sistema da Microsoft foram encontradas cerca de 30 vulnerabilidades em seus produtos.

HDMoore e sua trupe imediatamente atualizou o svn do Metasploit com o exploit para explorar está vulnerabilidade. Só que no estilo “Nóis morde, mas nóis também assopra” foi criado uma ferramenta de auditoria, assim usuários do sistema de Redmond podem auditar seus sistemas em busca de falhas. O site Exploitdb também disponibilizou dezenas de exploits para explorar estas falhas, usem com muita cautela.

Porém foi descoberto que algumas distribuições Linux possuem uma vulnerabilidade similar, a falha deu inicio através de um patch do Debian ano passado. Distribuições como Ubuntu e Fedora também estão vulneráveis de acordo com as discussões iniciadas pelo pesquisador em segurança Tim Brown.

Segundo Brown, a falha foi introduzida num patch do Debian lançado em março de 2009.

Na lista de discursão Full-Disclosure um usuário informou que conseguiu reproduzir a falha no Apache CoucheDB rondando no Ubuntu 10.04 e o time de segurança do Fedora informou que o sistema realmente encontra-se vulnerável.

Porém no Linux este bug não apresenta-se na mesma escala que nos sistemas Windows já que a nele a falha é de arquitetura surgindo desde 2002.

Segundo o boletim MS10-aug lançado 10 de agosto de 2010 a Microsoft informa que já foram criadas as correções para estas falhas e trazem maiores informações juntamente com links para ferramentas de detecção.

Leia mais:

Blog do autor: http://www.alexos.org

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