O Futuro é a Liberdade

Discussões sobre Software Livre e Sociedade

Posts Tagged ‘LibreOffice’

Lançado o CoGrOO 3.2.1

Posted by Paulo em 16/10/2012

Acabou de ser lançado o Corretor Ortográfico e Gramatical do OpenOffice – CoGrOO. Ele funciona no Apache OpenOffice e no LibreOffice, em qualquer plataforma (Linux, Windows, Mac, etc.).

O CoGrOO é o melhor software da sua categoria e foi desenvolvido por Wiliam Colen. Ele é livre, possui o código aberto, e está disponível para download gratuito em http://cogroo.org/download/current.html

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Lançado o Apache OpenOffice 3.4

Posted by Paulo em 08/05/2012

Acabo de receber um e-mail de Rob Wier na lista de desenvolvedores do Apache OpenOffice:

O Comitê de Gerenciamento do Projeto Incubado Apache OpenOffice tem o prazer de anunciar a liberação do Apache OpenOffice 3.4, disponível nas plataformas Windows, MacOS e Linux.

Os downloads estão disponíveis em: http://download.openoffice.org

O anúncio completo do lançamento pode ser acessado em:
http://www.openoffice.org/news/aoo34.html

Atenciosamente,

– The Apache OpenOffice PPMC

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Apache OpenOffice está quase em RC.

Posted by Paulo em 23/04/2012

Apache OpenOfficeO Apache OpenOffice (AOO) é o resultado da doação, pela Oracle Inc., do código fonte e da licença de marca do OpenOffice.org para a Apache Software Foundation. Após quase um ano de muito trabalho duro, juntando os pedaços esparsos de código e reestruturando-os em um novo produto, a Fundação Apache está na reta final para entregar mais um ótimo aplicativo de escritórios em código aberto, a versão 3.4.0 do AOO.

As diferenças são várias, entre o AOO e o LibreOffice, e vão desde a metodologia para desenvolver e testar o software, passando pelas licenças de uso do software (GPL para o LibreOffice e Licença Apache para o AOO), até uma série de funcionalidades e a aparência.

De maneira geral, a cara do AOO 3.4.0 é a mesma do antigo OpenOffice.org. Mas, mesmo em um estado considerado instável pelos desenvolvedores, o AOO pré RC parece bastante estável para uso doméstico. A compatibilidade com grande parte das extensões usadas no OpenOffice.org, e agora no LibreOffice parece total. Pelo menos para as extensões que mais interessam para o público brasileiro: o Corretor ortográfico Vero, o Corretor gramatical CoGrOo e algumas extensões para exportação de arquivos em PDF, para o Google Docs, Mediawiki, etc.

A primeira diferença que se nota é o “splash”, agora com a logo da Apache Software Foundation. O nível de tradução da interface também está bastante razoável, o que significa que boa parte foi aproveitada do antigo OpenOffice.org. Algumas mensagens de erro, e algumas janelas de diálogo podem ter alguns problemas de tradução, mas nada que impeça ou atrapalhe o uso.

Uma diferença que notei é no menu de configuração. No Libreoffice, para ativar a função “Gravar macros”, é preciso ativar a opção “Ativar recursos instáveis”. No AOO não existe a opção “Ativar recursos instáveis” e a gravação de macros vem habilitada por padrão.

Outra grande diferença do AOO para o LibreOffice são as atualizações automáticas. O AOO já possui uma funcionalidade que procura por atualizações e as instala automaticamente.

Não fiz ainda uma avaliação profunda do novo software da Apache, mas minha primeira impressão foi muito boa

Para quem desejar baixar e instalar o AOO 3.4.0 pré RC, ele está disponível para download em:

http://people.apache.org/~arielch/packages/r1325589/linux_x86-64/ – Versão para Linux
http://people.apache.org/~jsc/developer-snapshots/ Versão para MacOSX e Windows

No meu Ubuntu 11.10, o AOO foi instalado sem problemas a partir dos pacotes disponíveis no link acima. A única ressalva é que os dois pacotes para a integração com o desktop, na pasta desktop-integration deram conflito com com os pacotes já instalados do LibreOffice. Isso foi contornado utilizando-se o comando sudo dpkg -i –force-all *.deb, apenas nos arquivos desta pasta.

A Comunidade Escritório Livre está tentando juntar esforços para ajudar na localização e documentação do AOO. Se você estiver interessado em ajudar, cadastre-se na lista geral da comunidade em http://listas.escritoriolivre.org/listinfo.cgi/geral-escritoriolivre.org. Pois, como ainda não há uma lista específica para as discussões da comunidade brasileira no ambiente do AOO (em breve, imagino, isso será solucionado), estamos nos virando como dá =).

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Comunidade Escritório Livre

Posted by Paulo em 11/11/2011

Comunidade Escritório LivreDesde que me entendo por usuário de software livre e colaborador em comunidades de software livre, as comunidades sempre eram “devotas” de um determinado software. Assim temos a comunidade do Ubuntu, do Fedora, do Mint, do Debian, do OpenOffice, do LibreOffice, do Caligra, enfim, muitos softwares e muitas comunidades, cada uma delas defendendo o seu ponto de vista.

Outra nuance interessante é que quando se faz parte de uma comunidade de “software livre” dedicada a um único software, o enfoque é frequentemente desenvolvimentista, ou seja, a maior parte das decisões são tomadas por desenvolvedores, assim como a maior parte dos créditos. É óbvio que desenvolvedores desenvolveram a ferramenta e possuem o mérito disso. Mas quem usa o software e quem o divulga é quem faz com que ele tenha sucesso. O sucesso do software é um conjunto complexo de bom código e iniciativas de uso e divulgação de pessoas que em sua maioria, não são desenvolvedores. resumindo:  a maioria ajuda a desenvolver a marca, mas não recebe os créditos por essas iniciativas, já que elas são muito difíceis de contabilizar em sistemas informatizados. Como se mede a participação de um membro em um congresso ou palestra? Como se dá o crédito por dicas e truques que um membro publica em seu blog, ou por documentação não oficial? A resposta é simples: não se dá. Até agora…

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Como a Microsoft manipula governos para atingir seus interesses corporativos

Posted by Paulo em 09/09/2011

Logo used by Wikileaks

Esclarecedor artigo de Jomar Silva, um dos representantes brasileiros no OASIS, sobre as revelações do Wikileaks a respeito das manobras da empresa para evitar que a ABNT adotasse o padrão ODF como norma para um padrão aberto de documentos.

Artigo original disponível em http://homembit.com/2011/09/sobre-o-ataque-da-microsoft-a-soberania-nacional-wikileaks-microsoft-odf-e-openxml.html

Há alguns dias fomos todos surpreendidos com um documento encontrado no CableGate, trocado entre a embaixada norte americana no Brasil e o Governo Norte Americano em 2007. De acordo com este documento, a Microsoft fazia gravíssimas acusações contra o governo brasileiro, e apesar de ter se feito de ‘tolinha’ pelo relato da reunião, pedia indiretamente uma intervenção do Governo Norte Americano para frear o avanço do ODF no Brasil, conseguir o apoio brasileiro para a aprovação do OpenXML na ISO, frear a parceria entre o comitê técnico brasileiro e demais comitês internacionais que discutiam o padrão, reduzir a influência do Brasil no debate internacional sobre o OpenXML, além de acusar o Ministério das Relações Exteriores e a Casa Civil de estarem executando uma campanha anti-americana. Pior do que isso, insinuam ainda que o ODF é um padrão anti-americano !

Eu estava envolvido até o pescoço com tudo isso naquela época e tenho aqui todos os detalhes de bastidores que causaram esta reunião entre a Microsoft e o Embaixador Americano e posso afirmar categoricamente: Foi SIM um pedido velado de intervenção.

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Lançada edição n.28 da Revista Espírito Livre

Posted by Paulo em 08/08/2011

Boa tarde gente,Seguimos em frente com o lançamento de mais uma edição da Revista Espírito Livre. A edição n. 28 apresenta mais um assunto bastante comentado nos últimos meses e que não podia faltar na Espírito Livre: LibreOffice.A edição n. 29, referente ao mês de Agosto já está sendo feita e vem com a temática sobre Redes e Servidores. A deadline já foi mas mesmo assim, se você ainda não mandou o seu artigo, material ou dica, envie-nos o quanto antes. A Revista Espírito Livre está sempre aberta a receber materiais inéditos e irão agregar ainda mais conhecimentos a nossos leitores.Novamente a edição está enorme. São 132 páginas e realmente não está fácil manter um número alto de páginas por edição, aí ficamos numa sinuca pois muita gente quer seus textos publicados e se o fizermos em breve teremos uma edição de 200 páginas…rs Loucura loucura.Peço que, aqueles que puderem e quiserem ajudar com a divulgação desta e de outras edições, sugiram para seus leitores que recorram a nosso site oficial para o download afim de manter os leitores sempre por dentro das novidades e também termos estatísticas o mais próximo da realidade. Peço ainda que aqueles que puderem votar na Revista Espírito Livre, que o façam. Este prêmio nos ajudará a manter o projeto, que a cada dia fica mais e mais complexo. Link para votação: http://premiofrida.org/por/projects/view/1418

Abaixo reproduzo trecho do nosso editorial dessa edição. A capa, novamente, é de autoria de Carlos Eduardo:

Revista Espírito Livre - Ed. #028 - Julho 2011

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A coisa certa, feita do jeito errado e na hora errada!

Posted by Paulo em 03/07/2011

Artigo original disponível no blog do autor: http://lcoluiggi.wordpress.com/2011/07/03/%E2%80%9Ca-coisa-certa-feita-do-jeito-errado-e-na-hora-errada%E2%80%9D/

“A coisa certa, feita do jeito errado e na hora errada!”

03/07/2011 por lcoluiggi

New logo since Oracle acquisition, from versio...

Image via Wikipedia

A frase acima foi mencionada em um debate muito interessante e produtivo sobre o bifurcamento de parte da comunidade OpenOffice.org – OOo – com a consequente criação da The Document Foundation – TDF – que passou a produzir o LibreOffice, uma suíte de programas de escritório destinada tanto à utilização pessoal quanto profissional, compatível com as principais suítes de escritório do mercado, contendo editor de textos, planilha, editor de apresentações editor de desenhos e banco de dados, além de funcionalidades tais como: exportação nativa para PDF, editor de fórmulas científicas, extensões, etc. Volto em seguida à frase do título. Antes, uma breve explicação da situação que levou a criação da TDF.

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Revista BrOffice – Edição 21

Posted by Paulo em 28/06/2011

Revista BrOffice 21 – Linux Libre, Uma Questão de Liberdade

Disponível para download em http://www.broffice.org/revista

Demorou, mas saiu! A Revista BrOffice número 21 está disponível para download. Tivemos muitos problemas na comunidade, muitas mudanças bruscas de rumo que se refletiram na maneira como os textos deveriam sair. Alguns tiveram de ser refeitos do zero, alguns excluídos, mas finalmente, estamos com a edição saindo do forno hoje.
Essa edição traz algumas novidades. A primeira é que esta será a última edição sob o nome Revista BrOffice. A partir da próxima edição, a revista adotará a denominação de LibreOffice Magazine Brasil, com um novo projeto gráfico desenvolvido pelo nosso colega Hélio Ferreira. A segunda é a periodicidade, que retornará a ser bimestral. Fazer uma revista mensal demanda um grande trabalho e assumir um compromisso mensal com nossos leitores é uma responsabilidade muito grande. Para evitar problemas e honrar nosso compromisso, decidimos por essa medida de segurança.
A revista tem artigos interessantes: Um artigo de Fátima Conti comemorando os 20 anos do Linux. Cláudio Filho mostrando como a comunidade enfrentou o desafio de migrar do BrOffice para o LibreOffice. Wilkens Lenon fez uma reportagem completa sobre o Linux Libre, o Linux totalmente de acordo com as especificações da Free Software Foundation. Continuando a série sobre macros em Python, Julio César Melanda mostra como empacotá-las para distribuição. Bruno Gurgel nos dá uma aula sobre certificação digital. Também temos entrevistas com Paulo José e Florian Effenberger. Paulo José é designer no interior de Minas Gerais, e tem oferecido belas contribuições à Interface do Usuário (IU) e para a identidade visual do LibreOffice. Florian é membro fundador da TDF e membro do Comitê Gestor.
E temos uma grande novidade, que ainda não foi abordada: Nossa equipe teve o reconhecimento da TDF que utilizará nosso know-how como ponto de partida para a International LibreOffice Magazine, uma publicação em inglês, com moldes semelhantes ao da nossa revista brasileira, e que poderá tornar-se o embrião de diversas revistas regionais da comunidade LibreOffice.
Este é um momento especial e muito propício para iniciar sua participação na comunidade. Não seja tímido! Junte-se a nós nessa aventura. Mostre seus talentos e habilidades!, Contribua, faça amizades com pessoas do mundo todo. Colabore na maior comunidade internacional de software livre do planeta e desenvolva suas habilidades de trabalho em equipe, liderança, voluntariado, empreendedorismo e companheirismo. Por isso, essa edição também contém um roteiro de como você pode iniciar sua participação na comunidade e encontrar seu lugar.

Boa leitura! Participe: envie críticas e sugestões para revista(a)pt-br.libreoffice.org (é necessário cadastrar-se na lista para enviar e-mails. Saiba como em http://pt-br.libreoffice.org/suporte/listas-de-discussao/)

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11º dia: Avaliando o LibreOffice como alternativa ao Microsoft Office

Posted by Paulo em 20/06/2011

Artigo original em inglês disponível em http://blogs.computerworld.com/18466/day_11_weighing_libreoffice_as_a_microsoft_office_alternative

Tradução de Paulo de Souza Lima

11º dia: Avaliando o LibreOffice como alternativa ao Microsoft Office

Por Tony Bradley, PCWorld

Bem vindo de volta. Para o post de hoje da série “30 Dias com o Linux Ubuntu”, vou dar uma olhada no LibreOffice — o pacote de produtividade de código aberto que vem instalado por padrão no Linux Ubuntu. Eu examinei como ele funciona, comparado ao Microsoft Office, e com minha experiência no último mês “Usando o Google Docs por 30 Dias”.

Antes de começarmos, no entanto, há algumas coisas que eu gostaria de esclarecer. Primeiro — Eu passei mais ou menos uma década usando o Microsoft Office, e trinta dias usando o Google Docs. Meu exame do LibreOffice é só uma faceta da minha experiência mais ampla com o Linux Ubuntu, portanto, não terá o mesmo nível de detalhes. Ou seja, o fato de que eu esteja escrvendo sobre o LibreOffice hoje não implica em que eu tenha começado a utilizá-lo hoje, ou que hoje seja a soma total da minha experiência com o LibreOffice.

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Lançamento CoGrOO Comunidade 1.2

Posted by Paulo em 12/04/2011

Experimente o corretor gramatical, interaja com outros usuários e desenvolvedores através do CoGrOO Comunidade.

dom, 04/10/2011 – 01:09 — william colen — artigo original disponível em http://ccsl.ime.usp.br/cogroo/pt-br/node/38

É com muita satisfação que anunciamos o lançamento da nova versão do CoGrOO Comunidade, o portal colaborativo para aprimorar o CoGrOO!

O principal responsável pelo sucesso do projeto é a comunidade de usuários, pois, em cinco meses de existência, já superamos 90 membros cadastrados e mais de 200 amostras de textos enviadas. Esses textos são muito importantes para a melhoria do corretor gramatical.

Entre as novidades dessa versão, temos:

  • Uma interface mais fácil de usar, voltada à usabilidade
  • A possibilidade de mudança da senha
  • Um novo favicon
  • O envio de notificações de mudanças por e-mail
  • Feed RSS e um novo Twitter (@CoGrCom) para acompanhar o envio de textos e comentários
  • Um sistema de permissões de usuários, para que linguistas, desenvolvedores e demais usuários possam exercer suas habilidades plenamente

Diversas outras melhorias foram divulgadas nas redes sociais:

O CoGrOO Comunidade é um projeto de software livre, cujo desenvolvimento é conduzido por voluntários com o apoio do Centro de Competência em Software Livre (CCSL) do IME/USP e da comunidade brasileira do LibreOffice.

Para essa versão, ainda, não podemos deixar de agradecer:

  • à Ana Paula Oliveira dos Santos, pela avaliação heurística de usabilidade, que nos conduziu aos diversos aprimoramentos que foram então desenvolvidos pelo Michel Oleynik;
  • à Thisby Alarcón Khury, pelo desenho do novo ícone do site (favicon);
  • ao CCSL, pelo apoio e infraestrutura, especialmente ao Beraldo Leal pela configuração do servidor; e
  • aos familiares, amigos e namoradas dos desenvolvedores, pela compreensão e paciência pelas muitas horas “livres” que eles dedicam a projetos de software livre.

 

O portal é acessível através do endereço: http://ccsl.ime.usp.br/cogroo/comunidade.

Equipe de desenvolvimento do CoGrOO Comunidade
Michel OleynikWesley SeidelWilliam Colen

 

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O que está acontecendo na comunidade BrOffice?

Posted by Paulo em 09/02/2011

There’s also an English version down below.

Em primeiro lugar, quero dizer que o que vou descrever abaixo é a minha visão e, não necessariamente, reflete o pensamento da comunidade ou dos demais envolvidos. É a minha visão dos fatos.

Há alguns dias, as comunidades de software livre observam com atenção, e com uma certa angústia, os acontecimentos que criaram um cisma na comunidade BrOffice. A própria comunidade está dividida entre os que estão no olho do furacão e os que estão tentando entender o que está acontecendo.

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Lançado a primeira versão estável do LibreOffice

Posted by Paulo em 25/01/2011

Abaixo transcrevo o Press Release que, modestamente, fui eu quem traduzi para o portal oficial do BrOffice 😀

TDF lança o BrOffice 3.3

A primeira versão estável do pacote de programas de escritório livre está disponível para download

A The Document Foundation lança o BrOffice 3.3, a primeira versão estável do pacote de programas para escritório livre desenvolvido pela comunidade. Em menos de quatro meses, o número de desenvolvedores trabalhando no BrOffice cresceu de menos de vinte no final de Setembro de 2010, para bem mais de uma centena hoje. A chegada de novos colaboradores, vindos de toda parte do mundo, acelerou o processo, apesar da agressiva agenda definida para o projeto.

O BrOffice 3.3 traz várias funcionalidades novas e originais, mas não é só isso; trata-se de uma conquista significativa por várias razões:

– a comunidade de desenvolvedores foi capaz de construir seu próprio processo de maneira independente, se estabelecer e começar a funcionar em um espaço de tempo muito curto (no que diz respeito ao tamanho do código básico e às fortes ambições do projeto);

– graças ao grande número de novas contribuições, através de desenvolvedores atraídos para o projeto, o código fonte sofreu uma limpeza rápida para oferecer uma base melhor para o futuro desenvolvimento do BrOffice;

– o instalador do Windows, que atinge a maior e mais diversificada base de usuários, foi integrada num pacote simples contendo todos os idiomas, reduzindo, assim, o tamanho do download de 75 para 11GB, tornando mais fácil para nós disponibilizar novas versões mais rapidamente e reduzindo a pegada de carbono de toda a infraestrutura.

Caolán McNamara da RedHat, um dos líderes da comunidade de desenvolvedores, disse: “Estamos animados: é nossa primeira versão estável, e portanto estamos ansiosos pelo retorno dos usuários, que será integrado tão logo seja possível, dentro do código, com as primeiras melhorias sendo liberadas em Fevereiro. A partir de Março, migraremos para uma agenda de versões baseada em tempo real, previsível transparente e pública, de acordo com o desejo do Comitê Gestor de Engenharia e com as solicitações dos usuários”. O roteiro de desenvolvimento do BrOffice está disponível em http://wiki.documentfoundation.org/ReleasePlan.

O BrOffice 3.3 traz várias funcionalidades exclusivas. As 10 mais populares entre os membros da comunidade são, não necessariamente nessa ordem: a capacidade de importar e manipular arquivos SVG; Facilidade para formatar páginas de título e a paginação no Writer; Uma ferramenta de navegação mais útil para o Writer; ergonomia melhorada no Calc para o gerenciamento de planilhas e células; e filtros de importação para documentos do Microsoft Works e do Lotus Word Pro. Além disso, várias ótimas extensões estão agora incorporadas, oferecendo importação de arquivos PDF, um painel de apresentação de slides, um assistente de relatório melhorado e muito mais. Uma lista mais completa e detalhada de todas as novas funcionalidades oferecidas pelo LibreOffice 3.3 está disponível na seguinte página da internet: http://www.libreoffice.org/download/new-features-and-fixes/.

O BrOffice 3.3 também oferece todas as novas funcionalidades do OpenOffice.org 3.3, tais como manipulação de novas propriedades personalizadas; incorporação de fontes PDF padrão em documentos PDF; nova fonte Liberation Narrow; proteção melhorada em documentos do Writer e do Calc; dígitos decimais automáticos para o formato “Geral” no Calc; 1 milhão de linhas em uma planilha; novas opções para a importação de arquivos CSV no Calc; inserção de objetos nas planilhas; rótulos hierárquicos para o eixo de rótulos nos gráficos; manipulação do layout dos slides melhorado no Impress; uma nova interface de impressão fácil de usar; mais opções para alteração de capitalização; e abas coloridas para as planilhas no Calc. Muitas dessas novas funcionalidades foram contribuições de membros da equipe do BrOffice anteriores à formação da TDF.

Os desenvolvedores do BrOffice se encontrarão na FOSDEM, em Bruxelas, em 5 e 6 de fevereiro, e apresentarão seus trabalhos em um workshop de um dia, em 6 de fevereiro, com palestras e seções de desenvolvimento de código coordenadas por vários membros do projeto.
O site da TDF está em http://documentfoundation.org. O site do BrOffice está em http://pt-br.libreoffice.org/, onde a página de download foi redesenhada pela comunidade para ser mais amigável.

*** Sobre a The Document Foundation
A TDF tem a missão de facilitar a evolução da Comunidade do OOo em uma organização nova, aberta, independente, e meritocrática nos próximos meses. Uma Fundação Independente é um reflexo melhor dos valores dos nossos contribuidores, usuários e apoiadores, e permitirá uma comunidade mais efetiva, eficiente e transparente. A TDF protegerá os investimentos já feitos através do aproveitamento das conquistas da primeira década, incentivará a larga participação dentro da comunidade, e coordenará as atividades na comunidade.

*** Contato com a TDF no Brasil
Olivier Hallot (Brasil)
Celular: +55 21 88228812 – E-mail: olivier.hallot@documentfoundation.org

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Comitê gestor da TDF abre blog » Ideias, pensamentos e ideais

Posted by Paulo em 02/12/2010

Comitê gestor da TDF abre blog

Para apoiar a nossa abordagem aberta e transparente, o Comitê Diretor da Document Foundation abriu um blog em

http://blog.documentfoundation.org

Ele será usado pelos membros do Comitê Diretor e seus adjuntos para compartilhar notícias e conhecimento sobre o nosso progresso com a Fundação e sobre a evolução futura do LibreOffice. O blog reforça as conferências telefônicas públicas do Comitê Diretor [1], as conferências telefônicas públicas de marketing [2], bem como a lista de discussão pública do Comitê Diretor [3] e torna o trabalho da Fundação ainda mais transparente.

Além disso, desde o primeiro dia, nós fornecemos um Planet para coletar vários feeds da TDF e blogs relacionados Libo. [4]

Atenciosamente,

O Comitê Diretor da Document Foundation

[1] http://wiki.documentfoundation.org/TDF/Steering_Committee_Meetings
[2] http://wiki.documentfoundation.org/Marketing/ConfCalls
[3] http://www.documentfoundation.org/contribution/#lists
[4] http://planet.documentfoundation.org

Fonte: http://www.broffice.org/comite_gestor_abre_blog

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Como andam o ODF e o OpenXML?

Posted by Paulo em 01/12/2010

Artigo original de César Taurion disponível em https://www.ibm.com/developerworks/mydeveloperworks/blogs/ctaurion/entry/status_atual_do_odf_e_openxml?lang=en

Status atual do ODF e OpenXML

Outro dia, almoçava com um amigo que me perguntou:- Como vão as coisas com o ODF aqui no Brasil? Parece que estão meio paradas…

Realmente, o assunto “padrão aberto de documentos” saiu do noticiário da mídia especializada, embora continue muito importante.

A cada dia, geramos mais e mais documentos eletrônicos. Provavelmente, nos próximos cinco anos geraremos tantos documentos digitais quantos foram gerados nos últimos 25 ou 30 anos. Adotar um padrão aberto para documentos é essencial para governos. Governos precisam compartilhar informações entre os seus diversos órgãos sem ter que se preocupar com incompatibilidades entre os formatos de documentos. Os governos tem que garantir a integridade e perpetuidade dos seus documentos, que são a memória da nação, mesmo após o software que o criou ter desaparecido do mercado. Documentos podem existir por dezenas ou centenas de anos. O mesmo não deverá acontecer com os softwares que compõem uma suíte de escritório. A adoção de um padrão aberto, baseado em XML, garante que mesmo sem o software original, o documento continuará sendo acessado. Além disso, os governos também tem que garantir que uma informação pública seja acessada por qualquer produto de software, sem impor aos cidadãos a obrigatoriedade de uso de um determinado software.

Mas o que é um padrão aberto? É um padrão independente de fornecedor (não pode ser controlado por nenhuma empresa ou pessoa), publicado de forma aberta, sem restrições de licenciamento e pagamentos de royalties, não aprisionando o usuário a uma única plataforma.

Um padrão aberto é fundamental para o nosso mundo globalizado e interligado. Os países, empresas e os cidadãos interoperam uns com os outros e, para que esta interoperabilidade aconteça. é absolutamente necessário que todos estejam de acordo com a forma desta interoperabilidade ocorrer. Ou seja, quanto mais padronizados forem os mecanismos de interoperabilidade, menos esforço vai demandar para criarmos interfaces de interoperação e mais rápida e ágil ocorrerá a comunicação. Simples assim. Aliás, sem padrões abertos simplesmente não teríamos a Internet!

Padrões abertos tornam possível que quaisquer empresas, cidadãos e países se plugem no mundo globalizado. Com padrões abertos, produtores podem colaborar e cooperar nos interfaces e inovar e competir em outras funcionalidades. Por outro lado, padrões proprietários criam barreiras econômicas, pois exigindo pagamento de royalties (e muitas vezes um padrão proprietário embute diversas tecnologias patenteadas, com royalties acumulados), encarecem os produtos e dificultam a competitividade.

Neste contexto, muitos governos já adotaram ou estão em via de adotar o ODF (Open Document Format) como seu padrão aberto de documentos. Mas ainda vemos muita confusão e desinformação sobre esta questão, principalmente pelo surgimento de um padrão alternativo, o OpenXML, proposto pela Microsoft.

Este padrão foi proposto inicialmente como uma forma de preservar o espaço criado pelos formatos proprietários da suite Office, diante das demandas dos governos por padrões abertos, que começavam a voltar sua atenção ao ODF. Para tornar o OpenXML aberto, seria fundamental que ele fosse aceito pela ISO (Organização Internacional de Padrões). Depois de muitos debates e discussões, cujo histórico pode ser visto na coletânea de posts sobre o assunto em http://www.smashwords.com/books/view/2969, a Microsoft concordou em criar duas classes de conformidade. Uma delas, chamada de “Transitional”, incluia componentes que dependiam diretamente de recursos disponíveis exclusivamente no sistema Windows, e que seria adotada como meio de facilitar a transição dos documentos legados, em formato proprietário, para o padrão aberto. Esta classe de conformidade deveria ser usada, portanto, apenas para a migração e não para a criação de novos documentos. A outra classe, “Strict”, satisfazia as demandas da ISO e o OpenXML, foi então aprovada como padrão aberto pela entidade, como ISO/IEC 29500, em março de 2008.

Mas como estão as coisas agora, em 2010? O ODF está sendo adotado por governos de vários países do mundo, inclusive Brasil. O OpenXML, por sua vez, é implementado por um conjunto de versões diferentes, o que gera incompatibilidade e riscos de preservação  e acessos futuros aos documentos. Vejamos:

a)    A versão originalmente proposta do OpenXML, chamada de Ecma 376, foi rejeitada pela ISO. É uma versão que contém muitos componentes altamente dependentes do Windows e portanto não pôde se considerada um padrão aberto. O usuário desta versão está preso ao Office da Microsoft.

b)    A versão “Transitional” não deve ser usada para gerar novos documentos e é interessante que nem mesmo os produtos Office 2007 e 2010 da Microsoft conseguiram implementar todas as especificações desta versão. Aliás, o Office 2010 implementa uma versão extendida do “Transitional”, com extensões proprietárias que não estão incluídas nas especificações aprovadas pela ISO.

c)    A “Strict” é a que deve ser usada para gerar novos documentos. Mas nem mesmo o Office 2010 consegue gravar arquivos nesta versão. Na prática, ao não implementar a “Strict” e criar extensões proprietárias à “Transitional”, a Microsoft mantém sua estratégia de padrão fechado, embora agora com uma camada de verniz para ser chamado de “aberto”.

Muito bem, voltando à pergunta original, minha recomendação é que as empresas e governos continuem adotando o padrão ODF e fiquem alertas para não adotarem o OpenXML em uma versão que não seja a “Strict”.

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O legado do OpenOffice.org

Posted by Paulo em 11/11/2010

Tradução livre de Rui Ogawa do original em inglês disponível em http://www.robweir.com/blog/2010/11/the-legacy-of-openoffice-org.html

O legado do OpenOffice

Quando ouço a palavra “fork”, eu pego minha arma. Ok, talvez não seja tão ruim assim. Mas, no mundo open source, “fork” é um termo pesado. Pode, claro, ser uma expressão de uma liberdade básica do open source. Mas também pode representar “as palavras de luta”. É como a maneira que usamos o termo “regime” para um governo que não gostamos, ou “culto” para uma religião que desaprovamos. Chamar algo de “fork” raramente é concebido como um elogio.
Então eu vou evitar o termo “fork” no resto deste post e no lugar disso vou falar sobre o legado de um projeto de código aberto notável – o OpenOffice.org, que na última década gerou inúmeros produtos derivados, alguns de código fonte aberto, alguns proprietários, alguns dos quais totalmente alinhados com o projeto principal, outros que têm divergido, alguns dos quais prosperaram e foram suportados por muitos anos, outros que não, alguns dos quais tentaram oferecer mais do que o OpenOffice, e outros que tentaram, de forma intencional, oferecer menos, alguns que alteraram o código do núcleo e outros que simplesmente adicionaram extensões.
Se alguém simplesmente lesse as manchetes do mês passado, teria a noção equivocada de que LibreOffice foi a primeira tentativa de pegar o código fonte aberto do OpenOffice.org e fazer um produto diferente dele, ou mesmo um projeto de código aberto separado. Isso está longe de ser verdade. Houveram muitas derivações de produtos/projetos, incluindo:
  • StarOffice (com uma história que remonta ainda mais longe, pré-Sun, na StarDivision
  • Symphony
  • EuroOffice
  • RedOffice
  • NeoOffice
  • PlusOffice
  • OxygenOffice
  • PlusOffice
  • Go-OO
  • Portable OpenOffice

 

e claro, o LibreOffice. Eu tenho acompanhado algumas datas de lançamentos de vários desses projetos e os coloquei na linha do tempo acima. Você pode clicar para ver uma versão maior resolução.
Então, antes de tocar o sino da morte para o OpenOffice, vamos reconhecer a potência desta base de código, considerando a sua capacidade de gerar novos projetos. O LibreOffice é o mais recente, mas provavelmente não será o último exemplo que vamos ver. Este é um mercado onde “um tamanho serve pra todos” não soa verdadeiro. Eu esperaria ver diferentes variações desses editores, assim como há diferentes tipos de usuários e diferentes mercados que utilizam esses tipos de ferramentas. Se você chamá-lo de uma “distribuição” ou de um “fork”, eu realmente não me importo. Mas eu acredito que o único tipo de projeto open source que não resulte em outros projetos como este é um projeto morto.

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Lançada a Revista BrOffice.org #16

Posted by Paulo em 08/11/2010

Lançada Revista BrOffice.org edição 16 cujo tema central é a migração do SERPROS http://twixar.com/ZwU7w

“As novidades não param e os assuntos estão cada vez mais curiosos e interessantes para o leitor da Revista BrOffice.org. Além das tradicionais dicas e tutoriais e as recentes dicas rápidas que ajudam o usuário da nossa suíte na hora de agilizar o trabalho, essa edição traz uma entrevista que mostra as potencialidades da nossa suíte muito além do desktop. Nessa mesma linha, um tutorial explora o uso de expressões regulares no BrOffice. Na reportagem de capa, tudo sobre a migração para Ubuntu e BrOffice feita pelo SERPROS, um fundo de pensão fundado pelo Serviço Federal de Processamento de Dados. Neste mês de novembro ainda temos a participação da comunidade BrOffice.org na Latinoware, um momento propício para encontrar representantes da The Document Foundation e LibreOffice no Brasil. E mais, dica de filme, a saga RedBlade que continua, a seção Escritório Aberto, como Nós, que fala de suporte técnico e treinamento da comunidade.
Boa leitura!

Participe: envie críticas e sugestões para contato@revistabroffice.org.”

Luiz Heli

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BrOffice.org disponibiliza servidor para a comunidade Internacional TDF

Posted by Paulo em 03/11/2010

artigo original em: http://www.broffice.org/broffice_disponibiliza_servidor_tdf

Posted novembro 3rd, 2010 by luizheli

ServidorO propósito disso é apoiar efetivamente a The Document Foundation colaborando em uma área crítica, a infraestrutura. Como a BrOffice.org participou da formação inicial da TDF, sabia sobre a estrutura necessária para poder acomodar a infra para suportar a demanda pelo LibreOffice.

Já na reunião de criação da TDF em Budapeste, por acasião do OOCon, Conferência do OpenOffice.org, Claudio Filho, na qualidade de líder do projeto OOo no Brasil e um dos fundadores da TDF ofereceu o suporte da infra da BrOffice.org para a TDF. A BrOffice.org acabou materializando a oferta em tempo recorde.

Com isso, a BrOffice.org cumpre o seu papel de materializar a comunidade internacional e agregar os esforços de nacionalização, incluindo a tradução. Há uma equipe, liderada por David Jourdain, que está assessorando a instalação e a configuração do servidor.

O servidor está hospedado pela HostGator, empresa que oferece serviços de revenda, hospedagem e servidor dedicado. Sobre o servidor, é um Dual core Xeon, com 8GB de memória, 256 GB de disco em RAID e sistema operacional Debian. Há 2500 GB de tráfego mensal disponível. Este servidor é pago pela BrOffice.org.

“Estamos em testes para acomodar a tradução do LibreOffice 3.3 para poder efetivar a instalação do LO 3.4. Neste momento temos a maioria absoluta de lideres de tradução do OpenOffice.org testando o nosso servidor. Nossa esperança é que tenhamos nosso servidor como referencia de tradução do LO. e seja um agregador da comunidade de tradutores para o LO”, explica o diretor voluntário da BrOffice.org e um dos conselheiros da TDF, Olivier Hallot.

imagem:openclipart

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Saindo do projeto OpenOffice.org

Posted by Paulo em 23/10/2010

Após 10 anos como membro do conselho do OpenOffice.org, pressionado pela Oracle, Charles-H. Schulz deixa o projeto. Em um post em seu blog ele explica a situação:

22 de Outubro de 2010

Hoje é um dia especial. Sinto-me igualmente triste e aliviado, feliz e um pouco aborrecido. Renunciei oficialmente às minhas funções, papéis e posições no projeto OpenOffice.org, Minha renúncia tem efeito imediato e estou deixando o projeto. Contribuirei, agora, para a Document Foundation, ao mesmo tempo, é claro, que continuo a trabalhar na Ars Aperta e no OASIS como membro do seu quadro de diretores, do Comitê de Gestão de eGov e dos Comitês do ODF.

Esses últimos dias têm sido tensos. De certo modo, isso era esperado, mas por outro lado, eu considero que seja mesmo surpreendente e de uma total falta de profissionalismo. Os funcionários da Oracle que fazem parte do projeto OpenOffice.org que se expressaram nesses últimos dias, mostraram uma desconcertante falta de entendimento do Software Livre e de Código Aberto; O LibreOffice é, afinal de contas, até se prove o contrário, uma versão derivada do OpenOffice.org, e como tal, merece ser incluída na comunidade do OpenOffice.org.

Eu imagino que seria como se o Debian rejeitasse os funcionários do Ubuntu em suas equipes, chamando-o de fork. A propósito do fork, e porque nós ainda somos uma versão derivada do OpenOffice.org, forks acontecem somente porque garotos se recusam a jogar bola com os outro; e a equipe da Oracle no OpenOffice.org fez isso. Por isso, e você pode chamar isso de um comportamento dissimulado, eles criaram o fork e assumiram a responsabilidade disso; obviamente, a comunidade em massa criou a Document Foundation e o LibreOffice, mas a assombrosa falta de diálogo, a rotulagem imediata de concorrentes, desde o primeiro momento do anúncio da Fundação, criou uma ruptura fundamental que se tornou um potencial estado vago das coisas numa dura realidade.

Agora, esse não será um blog para bater na Oracle: Eu gostaria de agradecer aos engenheiros de Hamburgo, aos antigos empregados da Sun e aos funcionários da StarDivision pela oportunidade e a honra que proporcionaram a centenas de pessoas como eu de trabalhar a seu lado e contribuir num projeto único. São boas pessoas. Mas a história joga contra eles. De qualquer modo, serão sempre bem vindos na Document Foundation. Ventos justos, Genossen.

Esse artigo não seria completo sem minha última mensagem para a Confederação dos Idiomas-Nativos do OpenOffice.org, a maioria das comunidades do mundo que formam o coração das comunidades do OpenOffice.org: essa é minha mensagem de renúncia que estou colocando aqui:

“É com grande emoção que renuncio de meu papel como líder da Confederação dos Idiomas-Nativos do OpenOffice.org. Essa renúncia é imediata. Foi um prazer uma experiência para toda a vida, uma honra trabalhar com todos vocês por 10 anos. Quando começamos, éramos 3 ou 4 projetos, Agora somos mais de umacentena de comunidades, alcançando o mundo inteiro e cem milhões de usuários. Essa foi a conquista da comunidade do OpenOffice.org e foi nossa conquista e não deixem que ninguém tire isso de vocês. Eu olho para frente e me vejo trabalhando com todos, ou a maioria de vocês novamente na Document Foundation, e estou considerando o futuro com otimismo. Finalmente, mas não menos importante, gostaria de agradece a todos vocês aqui, na comunidade do OpenOffice.org, que fizeram com que tudo isso se tornasse possível, e também por terem me dado a chance de me tornar alguém melhor. Vocês podem orgulhar-se de si mesmos.

Parabéns

Charles-H. Schulz. “

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Lançamento de Revista especial BrOffice.org

Posted by Paulo em 13/10/2010

Artigo original em http://www.broffice.org/lancamento_revista_especial_broffice

Publicado em 13 de Outubro de 2010 por luizheli

Revista

Tema central, The Document Foundation e LibreOffice

A comunidade BrOffice.org lançou nesta quarta-feira, 13, mais uma edição da publicação institucional. A revista aborda no tema de capa os bastidores do lançamento da The Document Foundation, uma fundação sem fins lucrativos cujo objetivo é continuar o desenvolvimento do OpenOffice.org, agora LibreOffice, norteado pelos princípios de liberdade inicial do projeto.

“Planejamos esta edição com o objetivo de comemorar os 10 anos desta suíte de escritórios líder no mercado entre as opções livres. Entretanto alguns acontecimentos forçaram uma mudança de estratégia e o foco principal da edição passou a ser a The Document Foundation e o LibreOffice”, explica Luiz Oliveira, editor da revista.

A edição 15 da Revista BrOffice.org traz ainda uma tradução do manifesto mundial lançado hoje pela TDF, lançando um olhar para os próximos 10 anos
no desenvolvimento e amadurecimento do LibreOffice. Vários depoimentos de personalidades e empresas ao redor do mundo dão as boas vindas para a TDF. A revista traz também um excelente tutorial de instalação da versão Beta do LibreOffice em ambiente Linux com uma análise das principais novidades da suíte. Não deixe de ler, não deixe de participar da revista. Dúvidas, críticas e sugestões: contato(a)revistabroffice.org

Para baixar gratuitamente a edição especial da Revista e também edições anteriores: http://www.broffice.org/revista

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