O Futuro é a Liberdade

Discussões sobre Software Livre e Sociedade

Posts Tagged ‘internet’

O que são dados abertos?

Posted by Paulo em 02/12/2013

Agradecimentos a Juliano Bueno de Araújo pela dica.

O que são dados abertos?

Segundo a definição da Open Knowledge Foundation, em suma,

dados são abertos quando qualquer pessoa pode livremente usá-los, reutilizá-los e redistribuí-los, estando sujeito a, no máximo, a exigência de creditar a sua autoria e compartilhar pela mesma licença.

Isso geralmente é satisfeito pela publicação dos dados em formato aberto e sob uma licença aberta.

Os dados abertos também são pautados pelas três leis  e oito princípios.

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Quem são os Anonymous? As Origens. O Documentário do Hacktivismo Total

Posted by Paulo em 06/11/2013

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Folha de São Paulo: Governo vai barrar compra de software que impeça auditoria

Posted by Paulo em 06/11/2013

Extraído do original disponível em http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2013/11/1366863-governo-vai-barrar-compra-de-software-que-impeca-auditoria.shtml

A partir do ano que vem, o governo não comprará mais computadores ou softwares que não permitam auditoria pelo próprio poder público. A nova norma deve ser publicada hoje no “Diário Oficial da União”.

… a intenção não é promover uma troca massiva de aparelhos e programas, mas impedir que eles continuem sendo comprados sem o atendimento às novas exigências.

Dessa forma, haverá uma substituição gradual de programas tradicionais por softwares livres, como o Linux, caso não haja negociação com as grandes empresas.

O governo considera que, além de aumentar a segurança, a medida trará economia. O uso de softwares livres encerra a obrigação de pagar as licenças dos programas.

o governo estima que outra medida de segurança adotada na área de informática -a determinação da presidente Dilma Rousseff de adotar o e-mail brasileiro Expresso (Expresso Livre), do Serpro, como padrão em toda máquina pública, substituindo o Outlook, da Microsoft -vai gerar uma economia superior a R$ 60 milhões/ano.

 

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Educação e Tecnologia e Recursos Tecnológicos na Educação: A Realidade da Escola

Posted by Paulo em 05/11/2013

Resumo:

JÚNIOR, José A. P. Lima. SARACCHINI, Marília da Silva. LIMA, Paulo de Souza. LIMA, Suzana A. G, PáduaEducação Tecnologia e Recursos Tecnológicos na Educação: A Realidade da Escola. 67p. Monografia (Curso de Especialização em Docência Universitária) – FAE Centro Universitário. Curitiba, 2012

O objetivo deste trabalho é abordar, de maneira prática, o real conhecimento de professores e alunos com relação às tecnologias de informação aplicadas às atividades de ensino e aprendizagem. Através da determinação de uma série de recursos tecnológicos que podem ser aplicados diretamente a essas atividades, divididos nas categorias “infraestrutura”, “software”, “padrões e inclusão digital” e “questões legais”, aplicou-se um questionário a professores e alunos, com o objetivo de determinar o quão distante seu conhecimento geral sobre tecnologias está do que seria minimamente necessário para a sua efetiva utilização para fins de ensino-aprendizagem. O trabalho mostra que há uma grande lacuna entre a percepção pessoal sobre a tecnologia aplicada à educação e as reais potencialidades dos recursos tecnológicos à disposição. Também há uma disparidade entre os recursos que alunos, professores e instituições pensam ser o mais próximo do ideal. Há uma forte tendência para a utilização de softwares ilegais, bem como na utilização de padrões fechados de documentos, impróprios à inclusão digital.O trabalho mostra que há uma grande necessidade de atualização tecnológica para docentes, que pode ser atendida através do desenvolvimento de cursos de extensão específicos.

Palavras-chave: Tecnologia; Educação; Padrões abertos de documentos; Software livre; Software proprietário; Inclusão digital; Educação digital.

Abstract:

JÚNIOR, José A. P. Lima. SARACCHINI, Marília da Silva. LIMA, Paulo de Souza. LIMA, Suzana A. G, PáduaEducação Tecnologia e Recursos Tecnológicos na Educação: A Realidade da Escola. 67p. Monografia (Curso de Especialização em Docência Universitária) – FAE Centro Universitário. Curitiba, 2012

This paper has the goal to address, in a practical manner, the real knowledge of teachers and students about information technologies used for teaching-learning activities. By pointing a number of technological resources that can be directly applied to those activities, split into the categories infrastructure”, “software”, “standards and digital inclusionand “legal issues”, a poll was performed to teachers and students, in order to evaluate how distant their general knowledge on technologies is from what would be necessary at least for its effective usage in teaching-learning activities. This paper shows that there is a large gap between personal perceptions and the real potentials of available technological resources for education purposes. There are also great disparities between what students, teachers and education institutions think about what is better in terms of resources. There is a great trend for the use of illegal software, and for the use of private document standards, improper for digital inclusion.This paper also shows there is a demand for technological updating for teachers, which can be addressed through the development of specific extension training courses.

Keywords: Technology; Education; Open Document Standards; Free software; Proprietary software; Digital inclusion; Digital education.

Link para o arquivo em PDF: TCC-Tecnologias e Educação-Equipe_9-Formatado

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Talvez o governo e as empresas brasileiras devessem conhecer isso

Posted by Paulo em 09/09/2013

Quer ficar longe da espionagem norte-americana? No link abaixo tem um monte de exemplos de como começar a fazer isso.

https://prism-break.org/

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Exemplo de como as notícias são manipuladas: o caso da ciber-pirataria no Pentágono

Posted by Paulo em 30/05/2013

O vídeo abaixo, de autoria do Infowars.com, mostra bem didaticamente como cada cidadão pode filtrar e entender as entrelinhas das notícias que saem na grande mídia e na mídia alternativa.

Recentemente, o Pentágono informou que um grande número de informações sobre as principais armas utilizadas pelos EUA foi roubada por ciber-espiões chineses. Dois canais de notícias, o rt.com representando a mídia alternativa, e o Washington Post representando a grande mídia corporativa apresentaram a mesma notícia de formas completamente diferente. Leia o resto deste post »

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UFRGS disponibiliza solução NAVi – Ambiente Interativo de Aprendizagem no Portal do Software Público Brasileiro

Posted by Paulo em 27/12/2012

 

O NAVi é um ambiente virtual de aprendizagem web desenvolvido pelo grupo de pesquisa NAVi da Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Seu objetivo é apoiar a condução das atividades de ensino e facilitar o processo de aprendizagem tanto do ensino presencial como à distância, disponibilizando ferramentas de interação, tarefas e compartilhamento de conteúdos.
A concepção de sua estrutura busca permitir a interação de todos os usuários (alunos e professores), independentemente de seus vínculos no ambiente. Para isso, o software permite a representação de estruturas de níveis hierárquicos (curso – disciplina – turma, por exemplo) no ambiente virtual, permitindo que usuários de diferentes instâncias interajam.
Com essa estrutura de níveis, o desenvolvimento do NAVi  teve como objetivo resolver o problema de limitação das possibilidades de interação dos Ambientes Virtuais de Aprendizagem orientados a uma única instância (curso, por exemplo), onde os usuários apenas interagem com outros usuários daquela mesma instância.
Além de ferramentas de interação (Fórum, Chat, Correio, Recados, Relatos), o NAVi também conta com ferramentas de disponibilização de conteúdos (Agenda de Aulas, Vídeos, Acervo) e de tarefas (Prova, Enquete, Porfólio).
Inicialmente desenvolvido para atender as necessidades de alunos e professores da Escola de Administração da UFRGS, o NAVi rapidamente passou despertar o interesse de usuários de outras unidades acadêmicas da Universidade, assim como de outras instituições públicas e privadas.
Acesse a comunidade NAVi em: http://www.softwarepublico.gov.br/ver-comunidade?community_id=60993607
Principais funcionalidades:

 

  • Permite a representação de estruturas hierárquicas no ambiente virtual;
  • Permite a interação dos usuários em qualquer nível da estrutura hierarquica;
  • Possui ferramentas de comunicação, disponibilização de conteúdos e de tarefas;
  • Fornece indicadores de acesso, interação e entrega de tarefas;
  • Possui uma ferramenta de e-mail integrada.

 

Principais Características técnicas:

 

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Agenda legislativa brasileira avança sobre coleta e uso não supervisionado de dados pessoais

Posted by Paulo em 15/12/2012

Artigo original disponível em http://www.gpopai.org/ortellado/2012/12/agenda-legislativa-brasileira-avanca-sobre-coleta-e-uso-nao-supervisionado-de-dados-pessoais/

Pablo Ortellado

Apenas um blog

Agenda legislativa brasileira avança sobre coleta e uso não supervisionado de dados pessoais

A agenda legislativa brasileira abraçou, nos últimos anos, a demanda dos órgãos de investigação de que é preciso legislação para obrigar setores econômicos a recolher de maneira sistemática dados pessoais de usuários e consumidores para que essas informações estejam disponíveis para investigação policial. Outro conjunto de projetos de lei busca dar poderes para as forças policiais e o Ministério Público terem acesso a esses dados sem autorização judicial. A ação combinada do recolhimento sistemático de dados pessoais e o acesso não regulado e não supervisionado destes dados pelas forças policiais e pelo Ministério Público ameaça não apenas a privacidade dos cidadãos, mas também as liberdades políticas que só podem ser exercidas num ambiente em que o Estado não tem o poder legal de monitorar as atividades dos seus cidadãos. Leia o resto deste post »

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Monte você mesmo seus cursos online com o Moodle

Posted by Paulo em 13/12/2012

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Debian Maníaco: Desativando o espião do seu Ubuntu

Posted by Paulo em 08/12/2012

Debian Maníaco: Desativando o espião do seu Ubuntu.

 

Vale muito a pena ler esse artigo.

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Entrevista de Julian Assange para o Russia Today

Posted by Paulo em 03/12/2012

Google Tradutor – Tradução da Entrevista de Julian Assange para o Russia Today.

Julian Assange, em entrevista ao Russia Today, explica como a CIA e o governo dos EUA monitoram e gravam cada passo, de cada internauta no mundo. Não acredita? Ouça a entrevista (Em Inglês) ou leia a tradução transcrita (via Google Translate).

Vivo dizendo que não existem teorias conspiratórias. Você é que ainda não acordou pra realidade.

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Prefeito eleito de Bom Despacho (MG) faz chamada para prestadores de serviço em software livre

Posted by Paulo em 30/11/2012

Recebi por e-mail hoje:

Fórum: LightBase Suporte
Thread: Preciso de consultoria para instalação e suporte de software livre
Último Post: Fernando José Castro Cabral
Enviados: 2012-11-30 14:45:12.765458-02

Boa tarde

Sou o prefeito eleito de Bom Despacho-MG. Tenho interesse em instalar vários softwares livres aqui na prefeitura (e-ISS, Redeca, i-EDUCAR, SPED, ouvidoria e outros).

Os interessados em prestar serviços de instalação, configuração, suporte, treinamento, favor enviar mensagem parafernandojosecabral@gmail.com

Interessados em vender pacotes proprietários não devem fazer contacto.

– fernando

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Pesquisa sobre Tecnologia e Educação

Posted by Paulo em 20/11/2012

Estou terminando minha pós-graduação em Docência no Ensino Superior na FAE de Curitiba. Nosso Trabalho de Conclusão de Curso é uma pesquisa sobre conhecimentos de professores e alunos a respeito de padrões e recursos tecnológicos que podem ser aplicados à educação.

Se você é estudante universitário (graduação e pós-graduação), ou professor (principalmente de áreas NÃO relacionadas à tecnologia de informação), e puder nos ajudar respondendo a um pequeno questionário que tomará cerca e 5 minutos do seu tempo, ficaremos muito agradecidos, e sua colaboração será muito importante para o nosso trabalho.

Assim que estiver pronto, o trabalho será disponibilizado para download neste blog e poderá ser útil para definir programas de treinamento e capacitação tecnológica para docentes.

O questionário está no endereço Pesquisa Tecnologia e Educação (http://www.varekai.org/tecnologia-e-educacao/limesurvey/index.php/survey/index/sid/273349/lang/pt-BR)

Agradeço desde já o apoio.

Abraços.

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Rastros que deixamos na Internet

Posted by Paulo em 15/11/2012

Recebi de Faconti

Original em http://www.behance.net/gallery/The-Tracks-you-Leave-on-the-Internet-(Infographic)/5908951

Rastros que deixamos na Internet

Rastros que deixamos na Internet

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Ataque ‘silencioso’ invadiu mais de 4 milhões de modems banda larga no Brasil

Posted by Paulo em 04/10/2012

 

Esse é o típico exemplo do porque softwares de código aberto e hardwares igualmente abertos poderiam ter evitado muita dor de cabeça.

Esse artigo saiu no site do IDGNow! dia 01/10/2012 e informa que milhões, repito, milhões de modens 3G, fornecidos pelas operadoras de telefonia celular no Brasil, apresentavam uma falha de firmware (o software que vem pré-instalado nos dispositivos), que permitiu que crackers invadissem o dispositivo e o alterassem para que a navegação destinada a determinados fosse direcionada a outros com conteúdo malicioso.

Segundo o artigo:

O expert disse que o ataque em massa foi o resultado de uma “tempestade perfeita”, provocada pela omissão de uma variedade de elementos-chave, incluindo provedores, fabricantes de modem, e da Anatel, agência que aprova os dispositivos de rede, mas não testou a segurança de qualquer um dos modems (no entanto, não é atribuição da agência fazer essa verificação).

As causas desse enorme problema são:

  1. Os fabricantes sabiam da falha, mas se calaram e expuseram os usuários brasileiros aos bandidos.
  2. As operadoras sabiam do problema e se calaram, vendendo produtos defeituosos potencialmente perigosos ao público brasileiro.
  3. Tanto o hardware, quanto o software, utilizados nesses dispositivos são proprietários, ou seja, não se tem acesso ao código fonte e, portanto, não há como auditá-los sem a permissão do fabricante.
  4. A Anatel não cumpriu seu papel de se assegurar de que os dispositivos comercializados no Brasil sejam seguros.

É bom entender que o desvio para um site malicioso que instala um código para máquinas com o sistema operacional Microsoft Windows. Em sistemas operacionais Linux esse problema não acontece porque, mesmo que o modem seja invadido, os softwares maliciosos desenvolvidos para Windows não são capazes de se instalar em sistemas Linux.

 

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Introdução ao Open Data – conceitos, oportunidades e perspectivas

Posted by Paulo em 03/10/2012

Interessante palestra de Alexandre Gomes sobre Open Data

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Como saber se minhas senhas não foram roubadas?

Posted by Paulo em 25/06/2012

O Dicas-L publicou um artigo interessante sobre vazamento de senhas que deve ser importante para a maioria dos internautas. Vale a pena conferir:

http://www.dicas-l.com.br/arquivo/como_saber_se_minhas_senhas_nao_foram_comprometidas.php#.T-hEsrRYv64

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Apache OpenOffice está quase em RC.

Posted by Paulo em 23/04/2012

Apache OpenOfficeO Apache OpenOffice (AOO) é o resultado da doação, pela Oracle Inc., do código fonte e da licença de marca do OpenOffice.org para a Apache Software Foundation. Após quase um ano de muito trabalho duro, juntando os pedaços esparsos de código e reestruturando-os em um novo produto, a Fundação Apache está na reta final para entregar mais um ótimo aplicativo de escritórios em código aberto, a versão 3.4.0 do AOO.

As diferenças são várias, entre o AOO e o LibreOffice, e vão desde a metodologia para desenvolver e testar o software, passando pelas licenças de uso do software (GPL para o LibreOffice e Licença Apache para o AOO), até uma série de funcionalidades e a aparência.

De maneira geral, a cara do AOO 3.4.0 é a mesma do antigo OpenOffice.org. Mas, mesmo em um estado considerado instável pelos desenvolvedores, o AOO pré RC parece bastante estável para uso doméstico. A compatibilidade com grande parte das extensões usadas no OpenOffice.org, e agora no LibreOffice parece total. Pelo menos para as extensões que mais interessam para o público brasileiro: o Corretor ortográfico Vero, o Corretor gramatical CoGrOo e algumas extensões para exportação de arquivos em PDF, para o Google Docs, Mediawiki, etc.

A primeira diferença que se nota é o “splash”, agora com a logo da Apache Software Foundation. O nível de tradução da interface também está bastante razoável, o que significa que boa parte foi aproveitada do antigo OpenOffice.org. Algumas mensagens de erro, e algumas janelas de diálogo podem ter alguns problemas de tradução, mas nada que impeça ou atrapalhe o uso.

Uma diferença que notei é no menu de configuração. No Libreoffice, para ativar a função “Gravar macros”, é preciso ativar a opção “Ativar recursos instáveis”. No AOO não existe a opção “Ativar recursos instáveis” e a gravação de macros vem habilitada por padrão.

Outra grande diferença do AOO para o LibreOffice são as atualizações automáticas. O AOO já possui uma funcionalidade que procura por atualizações e as instala automaticamente.

Não fiz ainda uma avaliação profunda do novo software da Apache, mas minha primeira impressão foi muito boa

Para quem desejar baixar e instalar o AOO 3.4.0 pré RC, ele está disponível para download em:

http://people.apache.org/~arielch/packages/r1325589/linux_x86-64/ – Versão para Linux
http://people.apache.org/~jsc/developer-snapshots/ Versão para MacOSX e Windows

No meu Ubuntu 11.10, o AOO foi instalado sem problemas a partir dos pacotes disponíveis no link acima. A única ressalva é que os dois pacotes para a integração com o desktop, na pasta desktop-integration deram conflito com com os pacotes já instalados do LibreOffice. Isso foi contornado utilizando-se o comando sudo dpkg -i –force-all *.deb, apenas nos arquivos desta pasta.

A Comunidade Escritório Livre está tentando juntar esforços para ajudar na localização e documentação do AOO. Se você estiver interessado em ajudar, cadastre-se na lista geral da comunidade em http://listas.escritoriolivre.org/listinfo.cgi/geral-escritoriolivre.org. Pois, como ainda não há uma lista específica para as discussões da comunidade brasileira no ambiente do AOO (em breve, imagino, isso será solucionado), estamos nos virando como dá =).

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Software Anti-Vírus para Android: Está Faltando Confiabilidade

Posted by Paulo em 18/04/2012

Artigo original em http://under-linux.org/software-anti-virus-para-android-esta-faltando-confiabilidade-4501/

Software Anti-Vírus para Android: Está Faltando Confiabilidade

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IV Fórum de Tecnologia em Software Livre De 23 a 24 de julho de 2012

Posted by Paulo em 16/04/2012

IV Fórum de Tecnologia em Software Livre

De 23 a 24 de julho de 2012

IV Fórum de Tecnologia em Software Livre De 23 a 24 de julho de 2012.

Em sua quarta edição, o Fórum será realizado de 23 a 24 de julho na cidade de Curitiba, PR. O evento será composto por palestras, minicursos, oficinas, encontro de empreendedores, workshops, painéis, salão de exposições proferidos por convidados de grande renome na área tecnológica.

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Como aumentar o alcance da sua rede wireless

Posted by Paulo em 25/11/2011

Wi-Fi Alliance logo

Image via Wikipedia

Este post tem prazo de validade porque os links inseridos nele levam a produtos que podem desaparecer do site de uma hora pra outra. Se você encontrar os links quebrados, por favor me avise que coloco novos links.

Algumas pessoas já entraram em contato comigo, através dos comentários, em busca de ajuda sobre como resolver problemas de comunicação de redes 3G em locais afastados dos centros urbanos, ou próximos, mas com obstáculos entre seus modems e a antena mais próxima da operadora. Pois bem, hoje vou colocar aqui uma possível solução para problemas como esse, gastando relativamente pouco e melhor do que continuar implorando para sua operadora oferecer o sinal na sua propriedade.

Já comentei neste blog sobre o portal chinês de compras Dealextreme. Tem coisas incríveis que dá pra fazer com os badulaques que eles vendem lá. Vamos dar um exemplo prático:

Suponha que você esteja num sítio, localizado em um local relativamente próximo a um centro urbano, onde exista uma ERB da sua operadora e, em determinados locais da propriedade você consiga um bom sinal e velocidades razoáveis mas, onde realmente é necessário (na casa), o sinal é fraco ou inexistente.

Imagine, também, que você não tenha uma fonte de energia disponível no local onde o sinal é bom, mas tenha uma “visada” do local para onde quer levar o sinal. Como no desenho abaixo:

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Os Prisioneiros da Micro$oft

Posted by Paulo em 10/11/2011

Este texto foi publicado originalmente na Revista A Rede, ano 7, n.74, Outubro 2011

Sérgio Amadeu da Silveira

Em 2007, o presidente da Microsoft do Brasil procurou o embaixador norte-americano em Brasília para acusar o governo brasileiro de fazer uma campanha mundial pela consolidação de um padrão aberto, o chamado Open Documento Format (ODF) . O relato do encontro faz parte dos documentos encontrados no CableGate, os vazamentos de mensagens trocadas entre o governo norte-americano e suas embaixadas, divulgados pelo Wikileaks.

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O que é neutralidade da rede e porque você precisa se preocupar com isso.

Posted by Paulo em 20/10/2011

O mundo está mudando e cada um de nós tem a responsabilidade de agir, dentro das nossas possibilidades, para garantir que essas mudanças sejam boas para todos, não apenas para alguns. A Internet aumentou muito o poder que cada um de nós possui para fazer com que a voz da maioria seja ouvida pela minoria que nos governa e que dita as regras do sistema. Essa é uma batalha de alcance mundial. Lutas semelhantes são travadas nos EUA, Europa e Ásia.

Portanto, leia atentamente o texto abaixo e contribua participando das movimentações públicas na Internet, como o Mega Não.

Reproduzo abaixo um texto do Jomar Silva, publicado no Blog 300.

O que é neutralidade da rede e porque você precisa se preocupar com isso.

Participei na semana passada do I Fórum da Internet do Brasil, e me surpreendi ao ver um representante do SindiTelebrasil ler em uma das salas de debate (Trilha 5, onde Neutralidade era um dos temas), um comunicado do Sindicato defendendo a flexibilização na definição de Neutralidade da rede no Brasil. O conteúdo do texto (ou parte dele) pode ser encontrado no site da instituição aqui.

Basicamente o que eles pedem é que o conceito de neutralidade a ser adotado no Brasil (por regulamentação da ANATEL, brecha já introduzida por eles no projeto de lei do Marco Civil), seja expandido para que permita “…às prestadoras ofertar serviços customizados que atendam a perfis de consumo específicos e adotar medidas para gestão e diferenciação de tráfego, inclusive aquelas que envolvam diferenciação de custos, preços e priorização por tipo de trafego.

Pode parecer algo simples, mas impacta e muito a vida e o bolso de todos os internautas brasileiros, e vou explicar o motivo.

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Uma “palhinha” do novo Ubuntu 11.10

Posted by Paulo em 19/10/2011

Para quem não conhece, mas gostaria de dar uma olhada em como seria trabalhar com o Linux Ubuntu 11.10, pode-se ter uma pequena amostra (muito pequena mesmo). A página http://www.ubuntu.com/tour/ oferece uma visão interativa da aparência e da funcionalidade de um desktop Ubuntu. Não se trata do sistema operacional e do ambiente gráfico real. Trata-se, apenas, de uma página que exibe o design e algumas funcionalidades para quem ainda não conhece.

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Qual o problema com as estatísticas do Linux?

Posted by Paulo em 19/10/2011

Recebi de @faconti um link para um post sobre as estatísticas do Windows 7, informando que em Outubro de 2011, este tornou-se “o Sistema Operacional mais utilizado no mundo.”

Dizem que a matemática é uma ciência exata, e que a estatística é a matemática do que não pode ser exato. Em outras palavras, se com a matemática os resultados são sempre contundentes, na estatística, eles podem ter a aparência que o freguês quiser. Pode até ser verdade que o Windows 7 tenha se tornado o S.O. mais utilizado no mundo mas, por trás dos gráficos coloridos e chamativos do post, há vários problemas que apenas uma pessoa que tenha algum conhecimento de estatística pode perceber. Vamos dar uma passada de olhos sobre eles:

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Coisas legais que dá pra fazer com SL – Backup com controle de versão

Posted by Paulo em 05/10/2011

No software livre descobre-se uma nova possibilidade a cada dia. Com este post vou inaugurar uma série “Coisas legais que dá pra fazer com Software Livre“, onde vou colocar soluções para problemas cotidianos que podem ser resolvidas rápida e facilmente no Linux e e utilizando Software Livre.

O primeiro post da série será:

Backup com controle de versão para usuários domésticos e pequenas empresas

Desde que conheci e comecei a utilizar serviços online de backup com controle de versão, como o Dropbox, Ubuntu One, SlideShare, Zumodrive, Wuala, entre outros, uma coisa sempre me incomodou: a dependência de um provedor. Se você não estiver satisfeito com seu provedor, terá um trabalho considerável para transferir seus arquivos de um provedor para outro. Instalar um novo cliente, adaptar-se às limitações e características do novo serviço, etc. Se precisar de mais espaço do que os parcos 1 a 5 GB que oferecem para contas gratuitas, você tem três opções: ou paga a franquia, ou abre mais de uma conta, ou abre várias contas em provedores diferentes. Cada um desses métodos tem sua vantagem e uma série de desvantagens.

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O Deus do Dinheiro – Malvados

Posted by Paulo em 28/09/2011


Bem vindo ao mundo do software proprietário.

Créditos: Malvados – http://www.malvados.com.br/

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ConvertePST – Importe seus e-mails do Microsoft Outlook

Posted by Paulo em 26/09/2011

Artigo original em Creative Commons BY-SA disponível em: http://marcelo.juntadados.org/node/view/convertepst—lidando-com-o-legado-do-microsoft-outlook

ConvertePST – Lidando com o legado do Microsoft Outlook

ConvertePST é uma ferramenta desenvolvida em Java que permite a navegação (leitura) de arquivos Personal Storage Table (PST) do Microsoft Outlook 2000/2003 com a possibilidade de exportação de mensagens armazenadas neste formato para o formato aberto de E-Mail descrito em RFC podendo ser importado em qualquer ferramenta de Correio Eletrônico.

O ConvertePST foi desenvolvido inicialmente para tratar do legado existente na Caixa Econômica Federal (CEF), durante a migração de sua infraestrutura de correio eletrônico do Microsoft Outlook / Exchange 2003 para a ferramenta de e-groupware Expresso Livre pela 4Linux Free Software Solutions e Prognus Software Livre e agora esta sendo disponibilizado livremente sobre a GPLv3.

Para baixar a última versão do Código-Fonte através do Git

git clone git@github.com:marcelo-soares/ConvertePST.git

Última versão já compilada (Java 1.6)

ConvertePST-1.0.14.tar.bz2 (md5)

Depedências para Compilação

convertepst-deps-20110922.tar.bz2 (md5)

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Projeto Cauã V0.5

Posted by Paulo em 25/09/2011

Fonte: Coluna do Maddog, Linux Magazine Brasil Edição 82, Setembro 2011, Página 28.

Colaboração: John Maddog Hall

Data de Publicação: 23 de setembro de 2011

O que você faria se tivesse uma ideia capaz de criar quatro milhões de novos empregos de tecnologia, reduzir a quantidade de energia utilizada pelos computadores, fazer os sistemas mais fáceis de serem usados, reduzir a quantidade de lixo despejada no ambiente, oferecer redes sem fio gratuitamente para as pessoas e criar um enorme supercomputador para universidades e negócios, de graça ou quase de graça, para projetos que precisam de uma grande quantidade de processamento de CPU, fazendo tudo isso com dinheiro do setor privado de uma forma que seja autossustentável?

Em tempos de grande desemprego e tensões governamentais, você manteria essa ideia para si mesmo no desejo de ganhar dinheiro, ou a divulgaria publicamente de qualquer maneira?

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Wikileaks: Microsoft recorreu à diplomacia americana para barrar a adoção do ODF no Brasil.

Posted by Paulo em 07/09/2011

Artigo original disponível em:

http://www.arede.inf.br/inclusao/component/content/article/106-acontece/4647

Wikileaks: Microsoft recorreu à diplomacia americana para barrar a adoção do ODF no Brasil.

06/09/2011

Entre 2007 e 2008 houve uma disputa, no Brasil, em torno de qual formato de documentos a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) iria adotar como norma para os documentos eletrônicos no país. De um lado da disputa estava o padrão ODF (Open Document Format), um formato aberto e público. Do outro, o padrão OXML, proposto pela Microsoft para garantir a compatibilidade com os formatos anteriores usados por seus programas, como o Word e o Excel.

A ABNT escolheu o ODF e a versão final da tradução da norma ISO/IEC 26300 foi aprovada em 2008. Esta aprovação era o último passo para a adoção do ODF como Norma Brasileira. Antes disso, porém houve uma enorme briga de bastidores na qual a Microsoft tentou fazer prevalecer seu padrão. Um dos 251 mil despachos das embaixadas americanas em todo o mundo, vazados pelo Wikileaks, mostra como o presidente da Microsoft, Michel Levy, recorreu ao embaixador americano no Brasil e argumentou em favor de sua posição, acusando o governo brasileiro de ser “anti-americano” e contrário à propriedade intelectual e os royalties.

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Eu sou pirata, e você?

Posted by Paulo em 24/08/2011


CPBR11 – (Software livre) Sim, Eu sou um pirata e você? #CPBR11

Esta palestra pretende levantar uma discussão sobre a ética e os direitos do cidadão. Pretende definir de forma bem clara, o que realmente é ou pode ser considerado crime, e o que é direito seu, e que corporações e associações visando unicamente seu beneficio próprio e manutenção de seus domínios, se utilizam da imprensa, de governos e de todo tipo de artifício, para subverter direitos dos cidadãos.

Palestrante:

Alberto José Azevedo — Cursou Tecnologia da Informação no CEFET-PR e possui mais de 14 anos de experiência em TI. É lider do projeto Security Experts Team e atua como Consultor de Segurança em todo o Brasil.

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Aloizio Mercadante: As razões do diálogo com os hackers.

Posted by Paulo em 22/08/2011

A capacidade criativa desses coletivos de desenvolvedores de tecnologia precisa ser incentivada, pois pode nos gerar inovações importantes

Aloizio Mercadante. Photo: Lindomar Cruz/ABr

Image via Wikipedia

À medida que o acesso à internet se torna realidade em todas as camadas sociais, milhões de novos usuários desfrutam de suas facilidades e de seu potencial transformador. Ao mesmo tempo, aumenta a dependência da sociedade em relação à rede. Atualmente, mais de um terço das operações financeiras são feitas de modo virtual, e serviços essenciais de energia, de trânsito e de comunicações dependem cada vez mais dela.

Esses setores podem sofrer ataques cibernéticos com consequências imprevisíveis, e também o Estado brasileiro precisa se precaver. Por isso, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e o Ministério da Defesa estão trabalhando juntos para o desenvolvimento de tecnologias que permitirão prevenir, defender ou restabelecer serviços essenciais afetados por ataques dos chamados crackers.

Os crackers são criminosos, muitos dos quais nem mesmo sabem programar, sendo usuários avançados de softwares que não necessariamente desenvolveram.

Já os hackers são decifradores, desenvolvedores de softwares e hardwares que permitem adaptação ou construção de novas funcionalidades. Em geral, são jovens autodidatas e criadores de soluções inovadoras para a utilização de tecnologias da informação.

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Lançada edição n.28 da Revista Espírito Livre

Posted by Paulo em 08/08/2011

Boa tarde gente,Seguimos em frente com o lançamento de mais uma edição da Revista Espírito Livre. A edição n. 28 apresenta mais um assunto bastante comentado nos últimos meses e que não podia faltar na Espírito Livre: LibreOffice.A edição n. 29, referente ao mês de Agosto já está sendo feita e vem com a temática sobre Redes e Servidores. A deadline já foi mas mesmo assim, se você ainda não mandou o seu artigo, material ou dica, envie-nos o quanto antes. A Revista Espírito Livre está sempre aberta a receber materiais inéditos e irão agregar ainda mais conhecimentos a nossos leitores.Novamente a edição está enorme. São 132 páginas e realmente não está fácil manter um número alto de páginas por edição, aí ficamos numa sinuca pois muita gente quer seus textos publicados e se o fizermos em breve teremos uma edição de 200 páginas…rs Loucura loucura.Peço que, aqueles que puderem e quiserem ajudar com a divulgação desta e de outras edições, sugiram para seus leitores que recorram a nosso site oficial para o download afim de manter os leitores sempre por dentro das novidades e também termos estatísticas o mais próximo da realidade. Peço ainda que aqueles que puderem votar na Revista Espírito Livre, que o façam. Este prêmio nos ajudará a manter o projeto, que a cada dia fica mais e mais complexo. Link para votação: http://premiofrida.org/por/projects/view/1418

Abaixo reproduzo trecho do nosso editorial dessa edição. A capa, novamente, é de autoria de Carlos Eduardo:

Revista Espírito Livre - Ed. #028 - Julho 2011

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Levante sua voz – O direito universal da comunicação

Posted by Paulo em 01/08/2011

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Lançada edição n.27 da Revista Espírito Livre

Posted by Paulo em 07/07/2011

Revista Espírito Livre - Ed. #027 - Junho 2011

Ainda recuperando do tombo do mês passado, cá estamos novamente. A edição deste mês apresenta um tema que por muitos é considerado polêmico por justamente ir contra a alguns conceitos enraizados em nossa sociedade, de que só é possível aprender diante de um professor e se transpormos essa ideia para o universo real significaria dizer que a educação, de um modo geral, só se dá através de alguém sentado, frente a um professor, real e físico. Mas o tutor a distância e o professor que estão a distância não são físicos e reais? E as aptidões? Eles as têm? E se não as têm como verificar estando a distância? Os alunos aprendem, ou fingem aprender só para alcançar a tão sonhada “nota”? Ele vai “colar”, já que o professor “não está vendo”? Como avaliar, medir e constatar se houve absorção e troca de conhecimento? As dúvidas e questionamentos continuam, já que a EAD, apesar de não ser tão nova assim (desde o século XIX já se praticavam metodologias neste sentido). O ensino por correspondência, tele-aula, vídeo-aula, manuais, ensino pelo rádio, e tantos outros métodos já foram utilizados (e em alguns lugares ainda continuam sendo), mas com a ressalva de que agora a tecnologia envolveu-os de novas possibilidades, além de diminuir os custos e as distâncias. O EAD proporciona, mesmo a distância, o que nem sempre conseguimos compreender presencialmente: a soma de nossas experiências pode resultar em uma terceira experiência, e o meio digital é propício para isso, dada a quantidade de novos recursos disponíveis, dentro e fora dos ambientes de estudo.

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Lançada edição n. 26 da Revista Espírito Livre

Posted by Paulo em 08/06/2011

Crowdsourcing é uma nomenclatura recente para algo que todos conhecemos bem. A construção colaborativa através da rede já vem sendo feita a muito tempo. Vários projetos de código aberto foram produzidos e se tornaram o que são justamente por causa da construção coletiva de vários entes, vários nós, pontos interligados em uma grande teia. E o que antes era um passatempo nerd, se tornou o motor de muitos projetos.

Alguém aí já pensou em como seria as nossas vidas sem a construção coletiva, responsável por exemplo, pela criação, manutenção e crescimento da Wikipédia? E as mobilizações que hoje são feitas através das redes sociais com os mais diversos propósitos? Projetos são criados, mantidos, remunerados e atingem maturidade através de vários pares de mãos, dezenas de dedos, milhares de IPs, espalhados mundo a fora. Compartilhar e constribuir com o outro são valores que aprendemos desde criança. “Reparta o seu lanche com o seu coleguinha”, ou “divida o seu biscoito com seu amigo”; você certamente já ouviu estas frases proferidas por entes queridos, pessoas que se importavam com você. Uma pena que tais valores, com o passar do tempo foram sendo esquecidos. Em uma sociedade como a nossa, o inteligente não é quem compartilha, mas sim aquele que esconde. Convido-o a reflitir os novos valores da sociedade…

Onde erramos?! Erramos? Ou tudo não passa de uma evolução (ou regressão)? Devaneios que esta edição apresenta em diversos artigos, ora técnicos, hora reflexivos e que nos leva a pensar, tentar entender o que hoje vivemos. E para nos ajudar a entender um pouco mais sobre este tema conversamos com Carl Esposti, criador do site Crowsdsourcing.org. Esposti clarifica o termo, com exemplos reais e palpáveis. Outros colaboradores como Alexandre Oliva, João Carlos Caribé, Ana Brambilla, entre outros, igualmente tratam o tema, com rigor e foco. Além do tema em questão, contribuições diversas e que merecem destaque!

A partir desta edição a Revista Espírito Livre também incluirá uma seção exclusiva sobre LibreOffice, a suíte de escritório líder e que certamente você utiliza. Se ainda não a instalou, não perca tempo. Existem versões para GNU/Linux e outros sistemas operacionais disponíveis no mercado. Diversas distribuições GNU/Linux, como Ubuntu, Fedora, OpenSuSE, Linux Mint, Debian e tantas outras já trazem o LibreOffice ou em suas mídias de instalação ou repositórios, bem como várias empresas que também sinalizaram positivamente quanto a suas migrações para o LibreOffice, logo, nada mais natural acompanharmos tal ascensão.

Partimos rumo ao terceiro ano, com a ajuda de muitos colaboradores dedicados, parceiros que nos ajudam de alguma forma e dos leitores que sempre estão nos acompanhando. Um abraço a todos que ajudam a construir esta incrível publicação.

Clique aqui para anúncio oficial e download


João Fernando Costa Júnior
Coordenador GUBrO-ES – Grupo de Usuários de BrOffice.org do ES / Iniciativa Espírito Livre / Equipe Bestlinux
Linux User #422133
Ubuntu User #16167

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Software livre não nasce em árvores – Do colonialismo ao extrativismo digital

Posted by Paulo em 06/06/2011

Artigo original disponível em http://www.trezentos.blog.br/?p=5907

Se você deseja comentar o texto, por favor, faça isso no blog original, no endereço acima, onde a discussão está se desenvolvendo.

Software livre não nasce em árvores: Do colonialismo ao extrativismo digital

Sei que muita gente que conheço e admiro vai ficar irritada com este artigo, mas acredito que já atingimos um nível de maturidade suficiente na comunidade de software livre brasileira para que possamos encarar de frente nossos próprios fantasmas. Sei também que o artigo é longo, mas acho que vale a pena a leitura. Cedo ou tarde vamos precisar fazer a reflexão aqui proposta.

Optei por escrever este artigo junto com um grupo de amigos experientes dentro da comunidade para evitar que ele seja classificado como sendo a opinião de uma única pessoa. Todos os amigos convidados já estão há bastante tempo na comunidade de software livre e todos eles já sentiram na pele os efeitos dos problemas aqui relatados. Optei por não listar seus nomes neste artigo, para que eles mesmo possam fazê-lo nos comentários.

Depois de tantos anos militando e trabalhando com software livre, fico impressionado em ver como as pessoas comumente usam o termo “a comunidade” como se ela fosse uma empresa ou coisa parecida. Muitas vezes vejo as pessoas falando da comunidade como se não fossem parte dela, como se não tivessem nenhuma obrigação em relação à manutenção dos projetos desenvolvidos de forma comunitária. Muita gente entende que ser usuário de redes sociais organizadas em torno de projetos de software livre seja o mesmo que ser membro de fato da comunidade do projeto em questão, além de acreditar piamente que todos naquela comunidade estão mesmo interessados em trollagens e críticas despropositadas.

Fazendo uma breve revisão do que aconteceu nos últimos anos na área de tecnologia no Brasil, vemos que nossa indústria de informática foi praticamente destruída no início dos anos 90, e passamos quase duas décadas sendo meros consumidores de tecnologia da informação, do hardware ao software. É a isso que chamo de colonialismo digital, pois tal como na época do Brasil colônia, acabamos consumindo tudo aquilo que os colonizadores nos empurravam. Vale lembrar aqui, que durante o início do século XIX, o Brasil chegou a “importar” um navio de patins para patinação no gelo da Inglaterra, uma vez que estes produtos estavam entupindo os estoques ingleses e precisavam ser desovados em algum lugar. Os historiadores contam que nesta época, as lâminas dos patins acabaram sendo utilizadas como facas e facões e assim fomos levando a vida: dando o jeitinho brasileiro para cumprir com nosso papel de colônia.

Durante quase vinte anos, fizemos a mesma coisa com produtos de tecnologia da informação e me lembro de ter presenciado algumas aberrações nesta época. De computadores que não suportavam o calor tropical brasileiro a softwares que invertiam completamente nossa lógica organizacional, vivemos décadas “dando um jeitinho” para as coisas funcionarem e não foram raros os casos em que tivemos que nos re-organizar para que pudéssemos utilizar as tecnologias “ofertadas”. Quem aí nunca encontrou um banco de dados armazenado dentro de uma planilha com milhares de linhas ou não viu uma reengenharia quase irracional acontecer na marra por conta do ERP da moda que atire a primeira pedra.

Tamanha foi nossa aceitação do papel de colonizados, que no final da década de 90 não era raro encontrar universidades que ao invés de lecionar “Sistemas Operacionais”, lecionavam “Windows NT”, ou trocavam “Banco de Dados Relacionais” por “Oracle” ou “DB2” e por aí seguia a carruagem. Fui aluno em uma dessas (que aliás é uma universidade de renome e destaque em São Paulo). Me lembro que fui voto vencido quando fui debater este assunto com a coordenação do curso, pois para eles importava ensinar “o que o mercado cobrava”. Pior do que ser voto vencido entre os coordenadores e mestres do curso, foi ter sido voto vencido entre meus colegas de turma, pois a imensa maioria deles estava tão acostumada com o fato de ter tudo mastigado nas mãos, que não se importava em não dominar de fato a tecnologia ou entender o que acontecia debaixo do capô. Estavam mais preocupados em “colocar no curriculum” o que aprenderam na faculdade. Amém !

Foi assim que formamos no Brasil centenas de milhares de profissionais de TI que não passavam de usuários avançados de ferramentas de software desenvolvidas fora do Brasil. Hoje, uma parte considerável destes profissionais são gestores de TI em diversas empresas públicas e privadas, e isso explica o principal motivo da resistência que encontramos no nosso dia a dia ao Software Livre dentro das organizações: a zona de conforto é grande e a inércia gerada por ela é muito difícil de ser quebrada.

É evidente que este modelo interessa às grandes empresas multinacionais de software, e confesso que hoje chego a achar graça das explicações dadas a eles sobre “o modelo”. Sempre que questionadas publicamente sobre este tema, vemos as empresas se defendendo com o argumento de que geram milhares de empregos diretos e indiretos no Brasil, e que fazem “transferência de tecnologia” à indústria local, principalmente através de seus parceiros e de projetos junto à universidades.

O que vemos na prática é que a imensa maioria dos empregos diretos criados por estas empresas estão focados na área comercial e nas metas de curto prazo, e que os empregos “técnicos” costumam se concentrar em seus parceiros e solution providers, que evidentemente não têm acesso às informações detalhadas, e muito menos ao código fonte, dos produtos que “suportam” no mercado. A segurança e confiança por obscuridade é o que impera nesta seara.

Quando olhamos o trabalho feito por elas junto às universidades, vemos novamente que o foco é sim formar cada vez mais usuários avançados de seus produtos, e conseguir com isso firmar a dependência tecnológica desde na base da cadeia alimentar na indústria de TI. É muito fácil comprovar isso quando vemos “versões educacionais” dos softwares comercializados por estas empresas serem distribuídos com água dentro das universidades. Encerrou o curso e tem um software completo desenvolvido: ótimo… vamos lhe enviar a fatura em 3, 2, 1…

É importante lembrar que este modus operandi não é exclusividade de uma única empresa, mas é de fato a prática de mercado de todas as multinacionais de TI (das mais fechadas e perseguidas por todos até a “mais aberta” e idolatrada pela maioria).

Foi num cenário de total colonização tecnológica como o ilustrado acima que o Software Livre cresceu no Brasil, principalmente durante os últimos 10 anos. Eu atribuo este crescimento à vontade gigantesca de conhecer tecnologia de verdade que alguns profissionais de TI no Brasil tinham, mas conforme o movimento foi crescendo, tenho a impressão de que estes profissionais cada vez mais são raros de se encontrar e o que vemos de fato hoje, é a busca pela substituição pura e simples de um software proprietário por um equivalente livre (e não quero entrar aqui na discussão filosófica por trás disso).

Considero que seja fundamental termos no Brasil uma comunidade tão militante e ativa na publicidade e no suporte às soluções de software livre, mas infelizmente isso não é suficiente, pois deixamos de ser colonizados digitais e somos hoje extrativistas digitais.

Não exagero em dizer que hoje o Brasil tem em números absolutos a maior comunidade de usuários de Software Livre do mundo, e olha que a TI ainda não chegou a tantos lares assim no Brasil, portanto temos ainda muito a crescer. O que me deixa muito chateado é constatar que ao mesmo tempo, temos uma comunidade de desenvolvedores de software livre quase inexistente (eu mesmo conto nos dedos das mãos os desenvolvedores de “código fonte” em projetos de software livre que conheço). A dita “comunidade” é a primeira a se manifestar e apontar defeitos nos muitos projetos que “participam”, mas na hora de enviar contribuições realmente significativas quase ninguém aparece.

É por isso que afirmo que vivemos hoje o extrativismo digital: encontramos uma fonte aparentemente inesgotável de recursos e estamos usando e abusando dela, sem nos preocupar com a sua manutenção. Isso pode até nos dar uma sensação de liberdade e controle do próprio nariz bem confortável, mas não nos levará a lugar algum e pior do que isso, quando a fonte se esgotar (e sim, ela pode se esgotar um dia), voltaremos à nossa vidinha de colonizados, e seremos novamente saudosistas de uma “era de ouro”, tal como nossos amigos mais velhos hoje se lembram da reserva de mercado.

O que quero com este artigo é forçar uma reflexão dentro da nossa comunidade, pois é evidente que software livre não nasce em árvores, e existem pessoas trabalhando muito escrevendo código fonte por trás dos softwares livres que utilizamos no dia a dia.

Devo reconhecer porém, que somos muito ágeis e experientes em traduzir estes softwares para nosso idioma, mas todos devem concordar comigo que isso é o mínimo do mínimo que podemos fazer. Lembre-se de que teremos alcançado o sucesso pleno quando a tradução for problema dos outros !

Não consigo me contentar com isso e por isso peço a todos que façam uma séria reflexão: Quando foi a última vez que você contribuiu de verdade com um projeto de Software Livre ?

Rodando o mundo palestrando em eventos de software livre, esta é a diferença primordial que vejo entre outros países e o Brasil. Na maioria dos países, a meritocracia funciona de verdade e o reconhecimento vem na base de muito, mas muito código fonte contribuído para os projetos. Como já contei a diversos amigos, em muitos países fora do Brasil, para que você possa “tomar uma cerveja” com os líderes dos projetos de software livre, você provavelmente já trabalhou bastante construindo e depurando código com eles.

Acho que é parte da cultura latina ser expansivo, mas não podemos deixar que nossa ânsia por fazer amigos acabe os deixando desviar tanto assim do nosso objetivo comum: Desenvolver de fato softwares livres que supram as necessidades de nosso mercado, que nos permitam dominar a tecnologia e que paguem nossas contas no final do mês.

Quando analisamos a cadeia de valor na indústria de software livre no Brasil hoje, vemos que diversos nós da cadeia são remunerados, mas que ainda não encontramos uma forma concreta de remunerar de verdade o principal nó: O desenvolvedor.

É muito fácil cair no discurso de que “quem implementa, treina e suporta também desenvolve”, mas na prática vemos o oposto disso.

O que me consola é que este problema não é exclusividade nossa, e nos últimos meses tenho visto diversos projetos de software livre desenvolvidos internacionalmente passar por sérias dificuldades por conta do mesmo problema.

Voltando ao Brasil, conheço ao menos um software livre desenvolvido aqui no Brasil e que é utilizado no país todo, além de ser suportado por centenas de empresas, mas que tem como desenvolvedores ativos apenas duas pessoas, sendo que uma delas (e talvez o desenvolvedor chave), não seja de forma alguma remunerado. Não vou dizer o nome do software aqui para não ser deselegante com as pessoas envolvidas em seu ecossistema, mas garanto que pela descrição acima você já deve ter identificado alguns softwares como potenciais candidatos.

Em uma recente discussão que tive com um dos pioneiros do Open Source mundial, ele me dizia que o modelo de subscrição nunca foi de fato compreendido pelo mercado, e concordo com ele que este modelo é o mínimo que podemos ter para garantir a manutenção dos projetos e de seus desenvolvedores. É mesmo uma pena ver que muita gente afirmar sem vergonha alguma que “subscrição é licença disfarçada”, e aqui incluo inúmeros colegas do movimento do software livre. Sinto lhes informar que não, não é, mas concordo que é muito fácil pensar assim quando seu contracheque chega no final de todo mês.

Indo mais a fundo no problema, fico extremamente chateado em ver a falta de consciência de inúmeros gestores de empresas públicas e privadas que economizam centenas de milhões de reais por ano em licenças de software, mas que não investem sequer um centavo no desenvolvimento e manutenção de projetos de software livre que utilizam no seu dia a dia.

Um exemplo gritante do que afirmo acima é o Libre Office (antigo OpenOffice ou BrOffice no Brasil), que possui atualmente centenas de milhares de cópias sendo utilizadas no país todo, economizando rios de dinheiro, e que têm no Brasil uma comunidade de “desenvolvedores de verdade” quase irrisória. O que me deixa muito mais chateado com isso, é que estes poucos heróis nacionais quase sempre levam uma vida de privações em prol da coletividade e tudo o que recebem de volta são tapinhas nas costas e nos últimos tempos ainda tem que aceitar calados, críticas injustas vindas de todas as partes. Não vou nem comentar aqui sobre a vida que levam os que decidem trabalhar com o desenvolvimento de padrões, mas posso afirmar que invejamos a vida dos desenvolvedores de software livre no Brasil.

Não quero que este seja um artigo de lamentações, e por isso eu gostaria de deixar algumas sugestões para que possamos de fato aproveitar esta oportunidade que temos nas mãos e mudar de uma vez por toda a história da TI no nosso Brasil. Muitas das sugestões vão parecer óbvias e genéricas, mas acredite, nunca foram de fato implementadas:

Empresas que utilizam softwares livres deveriam ter desenvolvedores trabalhando no desenvolvimento destas soluções ou se não puderem ter estes desenvolvedores, que exijam que as empresas que lhes prestam serviços de suporte e treinamento em software livre tenham desenvolvedores ativos nos projetos, e que comprovem suas contribuições periodicamente. Esta prestação de contas aliás deveria ser pública.
Universidades poderiam deixar de usar exemplos genéricos e trabalhos “inventados pelos professores” nas disciplinas de desenvolvimento de software e ter como meta a cada semestre otimizar um trecho de código fonte existente ou implementar uma melhoria ou nova funcionalidade em um software livre existente. O mesmo vale para outras disciplinas como marketing e design. Uma simples mudança da atitude como esta daria aos envolvidos uma experiência prática no mundo real com projetos concretos, ao mesmo tempo que lhes permitiria alcançar os mesmos objetivos didáticos (já imaginou onde chegaríamos com isso ?).
Já temos diversas leis, decretos e instruções normativas no Brasil recomendando ou determinando a utilização de Software Livre e de Padrões Abertos em diversas esferas governamentais, mas infelizmente os órgãos de controle e fiscalização parecem desconhecê-las. Não consigo avaliar quem é o culpado por isso, mas sei que nós como sociedade temos o dever de cobrá-los, e talvez esteja aí a grande missão de todos os membros da comunidade que não podem contribuir de forma técnica com os projetos de software livre.
Muita gente não tem conhecimento técnico para escrever código fonte e contribuir com os projetos, mas lembre-se que um software livre de sucesso não vive só de código fonte e por isso mesmo sempre existe algo não relacionado a código fonte que precisa ser feito. Se envolva de verdade com a comunidade de desenvolvedores dos softwares que você usa e por favor, contribua de forma concreta com seu desenvolvimento. Ajudar de verdade é atender a necessidade do outro e não a sua própria necessidade. A diferença entre o voluntariado e o voluntarismo é gigantesca, mas muito difícil de ser compreendida.
Não acredito em contos de fadas e também não acredito que um dia uma empresa estrangeira vai decidir do dia para a noite que o Brasil é a bola da vez para concentrar aqui o seu desenvolvimento de software. Temos que conquistar isso, temos que fazê-lo do nosso jeito e temos sim potencial para reconstruir de verdade nossa indústria nacional de software e Tecnologia da Informação. O que não podemos fazer é ficar aqui sentados esperando o milagre acontecer, imaginando que estamos no caminho certo. Pequenas correções de rota podem sim nos levar a algum lugar completamente diferente e melhor do que o nosso destino atual.

Caso você ou sua empresa queira contribuir com um projeto de software livre e não saiba como, me coloco à disposição para ajudar e orientar.

Peço que reflitam sobre o seu papel na solução do problema aqui apresentado. Temos um elefante na sala e só não ver quem não quer.

Aguardo ansiosamente os comentários e espero que possamos abrir este debate tão necessário nos dias de hoje.

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Syncany: Uma ótima alternativa ao Dropbox que suporta vários tipos de armazenamento

Posted by Paulo em 27/05/2011

Post original em Inglês disponível em: http://www.webupd8.org/2011/05/syncany-great-dropbox-alternative-which.html

Syncany
Syncany é um novo programa de sincronismo de arquivos em código aberto (similar ao Dropbox, ou ao Sparkleshare). “Nããoo!!!, Outra alternativa ao Dropbox!” você poderia pensar. Bom, o Syncany é diferente e tem a chance de se tornar a melhor aplicação desse tipo. Veja só!

Além do fato de ser Código Aberto, o Syncany criptografa os dados na sua máquina para que fiquem seguros. Akém disso, o Syncany é extensível através de plugins, portanto, será fácil adicionar novos protocolos. O Syncany suporta, atualmente, FTP, Box.net, Amazon S3, Google Storage, IMAP (por exemplo: é possível utilizar o Gmail ou outro serviço que ofereça IMAP para sincronizar seus arquivos), Local, Picasa e Rackspace Cloud Files. O Windows Share e outros protocolos serão incluídos no futuro.

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Khan Academy – Educação e conhecimento livre na rede

Posted by Paulo em 22/04/2011

Post original disponível em http://www.dicas-l.com.br/arquivo/khan_academy.php

Colaboração: Henrique Dias Marques

Data de Publicação: 21 de abril de 2011

Tive oportunidade de conhecer um projeto sem fins lucrativos que foi idealizado por um norte-americano descendente de indianos de Bangladesh e Calcutá cujo nome é Salman Khan.

Salman possui 3 graduações no MIT – Massachusetts Institute of Technology – e um MBA em Havard. Quer mais? Tem! Khan tornou-se um educador excepcional e hoje é famoso com o projeto KHAN ACADEMY

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Linux 20 anos – Vídeo conta a história

Posted by Paulo em 12/04/2011

 

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Sistema Operacional Linux completa 20 anos

Posted by Paulo em 10/04/2011

Posted abril 7th, 2011 by luizheli at http://www.broffice.org/sistema_operacional_linux_completa_20_anos in

Linus Torvalds, creator of the Linux kernel.

Linus Torvalds - Image via Wikipedia

Há vinte anos, Linus Torvalds fez um corajosa decisão de compartilhar seu sistema operacional com o mundo. Não muito tempo depois ele resolveu disponibilizar o Linux sob a licença GPL (General Public Licence). A partir disso, o mundo da computação nunca mais foi o mesmo.

O Linux é o maior projeto de desenvolvimento colaborativo da história da computação, o que significa que o 20ª aniversário do Linux é uma oportunidade para a comunidade celebrar essa grande história de sucesso e de quebra ajudar a definir os próximos 20 anos.

Hoje em dia, o Linux está literalmente em todos os lugares: no celular, na tevê, no seu desktop, no cinema, no seu carro, e em muitos outros lugares.

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Entrevista do Mês – Zé Dirceu – Um Espaço para a Discussão do Brasil

Posted by Paulo em 03/04/2011

via Entrevista do Mês – Zé Dirceu – Um Espaço para a Discussão do Brasil.

Internet não se guia por critérios de mercado

A defesa de uma Internet livre e combativa é um dos principais pontos da entrevista de Sérgio Amadeu da Silveira, um dos grandes nomes na luta nacional pela inclusão digital e software livre no país, e para quem “Internet é um direito humano à comunicação”.

Amadeu expõe temas na ordem do dia do universo digital como o Programa Nacional de Banda Larga (PNBL), a pressão do mercado e das operadoras de Telecom e a lei de copyright – esta última, o estopim que colocou o Ministério da Cultura (MinC) recentemente no centro de grandes polêmicas.

Leia a entrevista em

http://www.zedirceu.com.br/index.php?option=com_content&task=blogcategory&id=2&Itemid=3

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Lançada edição #24 da Revista Espírito Livre

Posted by Paulo em 02/04/2011

Com algumas horas de atraso, mas garantindo a liderança, aí está edição n. 24 da Revista Espírito Livre. São 99 páginas de muita informação, graças aos senhores e aos tantos que de alguma forma contribuem. Meu muito obrigado.

Abaixo reproduzo trecho do editorial.

Aqueles que quiserem (e puderem) publicar o anúncio do lançamento em seus blogs e sites/planetas/listas, queiram por gentileza solicitar que o leitor se dirija ao site oficial da revista ou ainda através deste link curto, pra facilitar:

Lançada edição n. 24 da Revista Espírito Livre: http://va.mu/BTQ

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Comissão aprova prioridade para software livre na administração pública

Posted by Paulo em 12/03/2011

Artigo original disponível em: http://acordocoletivo.org/2011/03/11/comissao-aprova-prioridade-para-software-livre-na-administracao-publica/

Comissão aprova prioridade para software livre na administração pública

A intenção do projeto é economizar no pagamento de licenças de programas de computador. Segundo Erundina, o governo gasta cerca de 2 bilhões de dólares por ano com essas licenças.
Arquivo – J. Batista
Luiza Erundina: um dos objetivos é diminuir o gasto público com programas de computador.

A Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática aprovou hoje proposta que garante preferência para softwares livres na contratação de bens e serviços de informática pela União, pelos estados, pelo Distrito Federal e pelos municípios. A medida consta de substitutivo da deputada Luiza Erundina (PSB-SP) ao Projeto de Lei 2269/99, do deputado Walter Pinheiro (PT-BA), e outros seis apensados
Tramitação em conjunto. Quando uma proposta apresentada é semelhante a outra que já está tramitando, a Mesa da Câmara determina que a mais recente seja apensada à mais antiga. Se um dos projetos já tiver sido aprovado pelo Senado, este encabeça a lista, tendo prioridade. O relator dá um parecer único, mas precisa se pronunciar sobre todos. Quando aprova mais de um projeto apensado, o relator faz um texto substitutivo ao projeto original. O relator pode também recomendar a aprovação de um projeto apensado e a rejeição dos demais..

Pelo texto, software livre é aquele que garante a qualquer usuário, sem custos adicionais: a execução do programa para qualquer fim; a redistribuição de cópias; o estudo de seu funcionamento, permitindo a sua adaptação às necessidades do usuário, seu melhoramento e a publicação dessas melhorias; e o acesso ao código fonte.

Para a relatora, a adoção de software livre possui três objetivos: aumentar a competitividade da indústria nacional de software, oferecer condições de capacitação para trabalhadores do setor e diminuir o gasto público com o licenciamento de programas de computador. “Estima-se que o Estado, em todos os seus níveis, gaste cerca de 2 bilhões de dólares por ano com pagamento de aluguel de licenças de programas-proprietários”, afirma Erundina.

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A Revolução não será Licenciada

Posted by Paulo em 08/03/2011

Artigo original em inglês disponível em http://torrentfreak.com/the-revolution-will-not-be-properly-licensed-110304/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed:+Torrentfreak+(Torrentfreak)

The Pirate Bay logo

Image via Wikipedia

Está em todo lugar. Grandes empresas tentando obter o controle de nossas ferramentas de comunicação, alegando preocupações com com direitos autorais. Com frequência, elas têm a ajuda de políticos pouco amigáveis, que aspiram pelo mesmo tipo de controle, alegando preocupações com o terrorismo ou alguma outra palavra MaCarthista da moda, que evoque o medo. Deveríamos observar isso pela perspectiva das revoltas que ocorrem, neste momento, no mundo árabe.

Temos, hoje, a SonyBMG obtendo controle a nível de administrador de milhões de computadores de seus clientes para evitar a simples cópia de música. Autoridades européias obrigando facilidades de escuta telefônica em todos os equipamentos de telecomunicações. Fabricantes de veículos instalando chaves de destruição remota. A Microsoft incorporando o mesmo tipo de chaves de destruição em seus softwares, assim como a Apple e a Google fazendo o mesmo em nossos telefones. A Intel incorporando as mesmas chaves de destruição nos processadores. A Amazon apagando livros de nossas bibliotecas virtuais.

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Lançada edição n. 23 da Revista Espírito Livre!

Posted by Paulo em 01/03/2011

Quase que não consigo, mas aí está a Revista Espírito Livre – Ed. #023 – de Fevereiro de 2011.

Aqueles que quiserem contribuir divulgando em seus blogs recomendo o solicitarem aos internautas que visitem o site oficial da revista para efetuar o download. De qualquer forma também tem um link curto: http://va.mu/AOY

Revista Espírito Livre - Ed. #023 - Fevereiro 2011

Faça o download

Revista Espírito Livre - Ed. n #023 - Fevereiro 2011

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Sobre os acontecimentos na Associação BrOffice.org

Posted by Paulo em 25/02/2011

Leia a declaração de Cláudio Ferreira Filho, esclarecendo à Comunidade

Sobre os acontecimentos na Associação BrOffice.org.

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Ensine seus amigos a encontrar informações

Posted by Paulo em 23/02/2011

Hoje, um amigo me chamou no Gtalk, injuriado porque um colega de trabalho dele o estava pedindo para ensinar como instalar uma impressora no Linux. O referido colega, inclusive, já havia feito um curso de Linux, mas aparentemente se encontrava em sua “zona de conforto”.

Afinal, o importante não é saber como fazer, mas ter os contatos de quem sabe fazer, não é mesmo?

Por fim, depois de tanto insistir, ele conseguiu a resposta que queria do meu amigo:

http://lmgtfy.com/?q=compartilhar+impressora+no+linux

Eu não conhecia a página “Let me Google that for you” ou, em português, “Deixe-me usar o Google para você”, mas achei h-i-l-á-r-i-a. Vai ter muita utilidade para mim.

Se quiser experimentar, basta você entrar na página principal:

http://lmgtfy.com/

Digitar a chave de busca e clicar em “Pesquisa Google”. O site cria um pequeno video, cujo link fica disponível no campo “Compartilhe o link abaixo”, mostrando o que você fez, e caindo direto na página com as respostas do Google.

Agora você pode enviar o link com todas as respostas possíveis para a dúvida de seu amigo.

Ideal para pessoas com uma certa tendência à ironia e ao sarcasmo, como eu. =D

 

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Contribua com a Comunidade BrOffice

Posted by Paulo em 21/02/2011

Saiba quais os projetos desenvolvidos pela Comunidade BrOffice e como encontra a sua forma de contribuir. Saiba mais em Encontre seu lugar na comunidade.

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Comunidade brasileira do Libreoffice lança blog independente

Posted by Paulo em 17/02/2011

Devido aos vários desentendimentos entre a comunidade BrOffice e a ONG BrOffice, e também, por causa das disputas internas da ONG, a comunidade decidiu criar um blog independente, desvinculado da ONG e de qualquer outra instituição.

O blog é aberto e a participação é opcional para qualquer integrante da comunidade BrOffice. Os atuais integrantes da comunidade podem, assim, ser contados e identificados para fins de mérito. cada participante cadastrado também pode deixar suas opiniões e impressões no blog, de forma que o espaço seja moderado apenas pela comunidade que o mantém.

Visite já: http://librecommunity.wordpress.com/

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